domingo, 7 de março de 2010

Tomado: Porto Tawny Reserva Jockey Club, Burmester

Esse eu tomei!
Para acompanhar docinhos portugueses (pastéis de belém, coimbra, etc) abrimos e tomamos inteirinha essa garrafa de Porto - com a colaboração de todos os presentes...
O vinho: Acabei de encontrar meu vinho do porto para ter sempre em casa, um ótimo custo/benefício da Adega Alentejana. É bem mais barato que um 10 anos (88 reais contra 130 do 10 anos) e tem uma qualidade surpreendente.
Este tawny tem vinhos envelhecidos em carvalho por 7 anos em média, já demonstrando boa estrutura e equilíbrio. Um sabor amendoado com um docinho persistente no final.
Delicioso, grande descoberta. Recomendo muito.

Tomado: Nuit-Saint-Georges 1er. Cru aux Bousselots, 2005, Domaine Gille

Esse eu tomei!
Foi o terceiro vinho da balada de ontem, uma saideira de categoria.
Este Nuit-Saint-Georges é divino, um borgonha de primeira linha, bem típico, capaz de conciliar a leveza e a delicadeza dos vinhos da região, com um sabor bastante estruturado e frutado. Ainda tem um final de boca muito redondo e persistente. Uma delícia.
Um grande vinho que é vendido no Club du Tastevin, por 180 pilas. Vinho para se tomar muitas vezes....

Tomado: Terroso de Douro 2006

Esse eu tomei!
Esse foi o segundo vinho da noite de ontem, adquirido pelo Carlão na Adega Alentejana, local onde recentemente fui e constatei ser dos melhores lugares para se comprar vinhos portugueses. Voltarei lá certamente, por esse vinho e por outros que vi.
O vinho: Esse vinho foi muito interessante, porque ele é envelhecido basicamente em cuba de inox, passando só 3 meses em barricas de carvalho.
O resultado é um vinho bem fresco, frutado, muito saboroso e com um leve final de boca. Achei um ótimo vinho para aperitivos e para beber sem acompanhamento.

Tomado: Champagne Piper-Heidsieck brut

Esse eu tomei!
Ontem em casa, com os amigos Guilherme, Carlão, Serafim, e com as lindas Taci, Gi e Mel.
Comendo um patê de fígado, jamon e queijos.
Nada melhor que um champagne para iniciar um encontro de amigos, bebida sempre alegre e agradável. Perfeito para um brinde.
Esse Piper Brut é excelente, dos mais secos e refrescantes, com boa acidez. Um ótimo custo/benefício, especialmente no Duty Free, onde custa 52 dólares.

sábado, 6 de março de 2010

Tomado: SUD Primitivo di Manduria 2008

Esse eu tomei.
Aqui em casa, ontem (05.03.2010), com a Gi, Rodrigo e Taciana. Acompanhou frios e pão italiano.
Comprei no Empório Mercantil e é importado pela Casa Flora.
Sem dúvida nenhuma um italiano de muita personalidade. Um vinho estremamente robusto com sabor frutado e bastante adocicado. Potência típica de vinhos produzidos em regiões quentes, como é a Manduria no sul da Itália (a Manduria fica no salto da bota).
Pra quem gosta de vinhos robustos e frutados, como os argentinos feitos da uva Malbec, é uma excelente opção. A diferença é que este não apresenta aquele forte sabor de madeira, típico dos sulamericanos.
Empora seja um bom vinho, que representa bem o seu terroir, não coincide com o meu gosto.

Tomado: Garcia Viadero 2008

Esse eu tomei!
Ontem no almoço com o Rodrigo no Adega Santiago (http://www.adegasantiago.com.br/).
Registre-se: considero o Adega Santiago um dos melhores restaurantes para se tomar um bom vinho. Além de a comida ser excelente, a carta de vinhos, voltada para os vinhos ibéricos, é muito bem escolhida e os preços são bastante honestos. O maitre e sommelier Jaci é um expert em vinhos ibéricos, sempre acerta nas indicações.
Tomamos este branco no balcão, enquanto aguardávamos nossa mesa (às sextas o Adega fica lotado), e o terminamos, já acomodados, saboreando uma alheira excelente, deste nível só comi no restaurante Sacramento do Chiado, em Lisboa (http://www.sacramentodochiado.com/).
O vinho é da região de Ribara del Douro na Espanha. Porém, não recebe a denominação de orígem pois lá só se reconhecem os vinhos tintos. Produzido com uvas da casta Albíllio, é um vinho bastante leve, frutado e mineral. Caiu muito bem como um aperitivo. Com a alheira ele ficou sobreposto, restou apenas sua acidez. Portanto, um excente vinho para aperitivar ou para acompanhar pratos bem leves. Penso que sua leveza decorre de não ter passado por madeira, seu envelhecimento é feito por 3 anos em inox.
É importado pela Grand Cru e tem excelente custo benefício. Tem lugar na minha adega.

Tomado: Tabalí Sauvignon Blanc 2006

Contribuição: Ju e Broka.


Início da mensagem encaminhada



De: "Henrique Brochini"
Para: "Carlos Gonçalves Jr"
Assunto: Contribuição p/ o blog


Vinho geladinho cai muito bem com os sushi e sashimis do excelente e badalado Sushi Leblon, do RJ (esq. Rainha Guilhermina c/ Dias Ferreira). Bjs, Broka e Jú



sexta-feira, 5 de março de 2010

Tomado: Lybra 2005

Esseu eu tomei!
Hoje, almoçando com o Carlão no Adega Santiago, um ótimo restaurante ibérico localizado próximo à Faria Lima com a Rebouças. Acompanhado de alheiras e arroz de pato.
Um vinho interessante, de região próxima a Lisboa (Estremadura), quase 100% Syrah, lembra muito os vinhos do vale do Rhone, na França. Encorpado, frutado, e bem redondo. Estranho para um português (se tivesse tomado às cegas jamais diria que era português). Em síntese, um vinho mais no estilo moderno, agradável, muito bem feito, mas sem muito apego ao terroir.
Valeu a experiência! Gostei.
Vendido a 88 reais na Mistral.

Tomado: Champagne Veuve Clicquot Rosé

Esse eu tomei!
Em 26/01/2010, como aperitivo para o jantar, ainda no quarto do Hotel Aquapura, com a sempre agradável companhia de Taci, Gi e Carlos.
Ontem, jantando com minha irmã Thaís, falamos sobre vinhos e também sobre os champagnes, que parecem ser uma preferência familiar. E lembramos, finalmente, como são bons os champagnes rosés.
Têm uma espuma ("perlage") consistente e persistente, um sabor leve e muito macio no final de boca. Extremamente agradável. Coisa fina mesmo.
Esse Veuve Clicquot estava excelente, nem percebemos como acabou tão rápido a garrafa. Deve ter sido culpa das meninas:

quarta-feira, 3 de março de 2010

Tomado: Quinta da Gaivosa, 2003

Esse eu tomei!
Em 26/01/2010, compartilhando o jantar com Taci, Carlão e Giovana, no belíssimo hotel Aquapura, na região do Douro, em Portugal. Confira abaixo uma panorâmica do Hotel e da vista para os vinhedos do Douro:


O restaurante do hotel também é muito bonito, porém os pratos principais (cabrito, pato e folhado de legumes) não estavam tão bons como as entradas e os amuse-bouche servidos (sardinha, patê de fígado, um creme de sei-lá-o-que).
O vinho: Já tínhamos tomado este vinho em São Paulo, mas não me lembro a safra que degustamos em um evento promovido pela Bacco's. De qualquer forma, esse 2003 nos pareceu bem diferente do que tomamos em SP. Aliás, lembramos muito do Chede e do Marcel quando pedimos este vinho, pois eles estavam na degustação em SP e todos nós gostamos muito desse vinho, além de ter sido divertido ouvir o produtor na ocasião, ao ser perguntado quais as castas que compunham o vinho, dizer: "oras, são as castas que estão plantadas na quinta da gaivosa". Em resumo, nem o produtor sabe realmente a proporção de cada uva no vinho, o que deve variar de safra para safra, explicando a diferença que sentimos ao tomar o 2003.
O rótulo do verso da garrafa confirma essa história, ao mencionar diversas castas "e outras":

Mesmo sem saber a composição exata do vinho, podemos dizer que é um ótimo exemplar do Douro, um vinho bem característico de Portugal, com bastante potência e fruta, e com madeira na medida certa. Recomendo!

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