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domingo, 27 de novembro de 2011

Tomado: Chateau Montelena Chardonnay 2008, #nãofoiatoaqueganhouojulgamentodeParis

Esse eu tomei!
Hoje, com um belo camarão ao catupiry! Um show.
Um Chardonnay muito aromático, com aquele toque melado e amadeirado, e uma acidez perfeita, final delicado, vinho fino. Não é à toa que foi confundido com um bom borgonha e ganhou o Julgamento de Paris, com a safra de 1973. Estilo de um chassagne montrachet. Um grande vinho do Napa Valley. Adorei. Parabéns Califórnia!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Tomado: Morada Vineyards Zinfandel 2008


Esse eu tomei e é uma ótima pedida para o dia a dia. E digo isso por duas razões em especial.
A primeira, por óbvio, é o preço, vinho na faixa dos quarenta reais (na SmartBuyWines).

A segunda é a boa qualidade aliada a originalidade. Um vinho que, quando tomei, achei que não envelhecia em carvalho, tal a frescura de fruta em seu sabor, que o torna leve, fácil de beber, mas muito diferente do padrão atual de mercado, que privilegia vinhos amadeirados, fortes. Acompanha as comidas do dia a dia muito bem e deve se sair bem com queijos e pizza.

Verifiquei no site da importadora, posteriormente, que metade da produção vai para barris e a outra metade vai para cubas de inox, que mantêm o sabor da fruta fresca, no caso, notas de ameixa principalmente.

Um vinho californiano que me agradou muito e me surpreendeu, já que a uva Zinfandel costuma gerar vinhos potentes. Nesse caso o 'varietal' ainda conta com a ajuda de 12% de petite sirah e 6% de merlot.

Em resumo: aprovado e recomendado.

domingo, 11 de setembro de 2011

Tomado: Bell Cabernet Sauvignon Clone 6 Unfiltered, 2006


Esse eu tomei!
Começa que acompanhou um fusili com almôndegas divino...
Esse vinho eu recebi da smartbuywines, e realmente é muito bom, como propagado pela importadora.
Um americano do Napa, com muita qualidade. Um vinho com aroma de Madeira defumada, com um fundo frutado. Na boca muito denso, tânico, mas vira um veludo. Um grande cabernet. Extremamente fácil de beber apesar da potência. Fez sucesso entre os comensais. Só ressalto que eu, já prevendo o poderio do vinho, decantei-o por mais de uma hora, o que recomendo.
Em suma, um vinho para mastigar e curtir com uma boa e forte comida. Foi o que eu fiz!
Um brinde!


Homenagem ao 11/09...

sábado, 20 de agosto de 2011

Tomado: Chateau Montelena Zinfandel 2006

Esse eu tomei!
Para comemorar o aniversário de meio ano do meu querido sobrinho Joaquim.
Um ótimo americano de Napa, da mesma vinícola que faz o chardonnay que ganhou o Julgamento de Paris.
Um vinho com bom corpo, aveludado, com fruta compotada no sabor, integrada com aromas e sabores de Madeira defumada, especiarias e tabaco. Final delicado, muito interessante.
Já fiquei fan dos americanos. Merecem respeito.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Tomado: Hawk Crest 2005 Merlot

Esse eu tomei!
Graças a minha querida irmã, que deu à luz meu sobrinho Joaquim neste domingo. Enquanto esperávamos ela voltar para o quarto resolvemos matar a fome no Ráscal, próximo da maternidade.
Comemos uma pizzinha e para acompanhar pedimos esse vinho produzido pelo renomado Stag's Leap Wine Cellars.
Resolvi pedir um americano porque tenho gostado muito ultimamente dos vinhos dos EUA. Esse é importado pela Mistral e o produtor é respeitado, valia o risco.
E valeu mesmo, um Merlot muito bom, macio, corpo médio e muito frutado. Pouca impressão de madeira, usada com parcimônia nesse caso - o vinho passa 9 meses em carvalho francês (bela coincidência com o período de gestação do Joaquim !!).
Vinho fácil de gostar, fácil de beber, e de muito bom custo/benefício.
Na Mistral vale R$ 76,00 e no restaurante Ráscal estava por justos R$ 95.
PS: Apesar de ter sido um ótimo vinho para o jantar, o auge da noite de domingo foi um champagne Laurent Perrier Cuvée Rosé aberto por meu cunhado para celebrar a chegada do lindinho e já mimado Joaquim ! Mais um sãopaulino e um futuro apreciador de vinhos...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tomado: Chateau Montelena Zinfandel 2006

Esse eu tomei!
Mais um almoço de domingo, capeleti de molho branco e de molho vermelho, resolvi experimentar mais um dos vinhos americanos que tinha em casa.
Essa foi uma das 3 garrafas que recebi no primeiro mês de associação ao SmartBuy Wines, uma importadora especializada em vinhos californianos - tem outras coisas também...
Ainda não conheço profundamente os vinhos americanos, por isso tenho gostado de provar esses exemplares até agora muito bem selecionados pela importadora. Já tinha tomado uma garrafa de um "petite sirah" que gostei muito e desta vez gostei ainda mais.
O vinho: Decantado por 45 minutos, apresentou cor rubi, aroma abaunilhado, com toque balsâmico e de frutas vermelhas. O que eu gostei é que o abaunilhado típico do carvalho novo (achei que era carvalho americano mas vi no site da importadora que o vinho fica 15 meses em carvalho francês) não estava exagerado, como no terrível vinho" twix" que postei aqui há algum tempo. A madeira deixou seu aroma e sabor mas tudo bem integrado, preservando a fruta e os demais complexos aromas e sabores do vinho.
No sabor este varietal de Zinfandel mostrou-se bem apimentado, frutado mas com um toque de pimenta bem destacado. Um final redondo, macio e persistente.
Gostei muito, excelente vinho. Acompanhou maravilhosamente a comida ! E foi elogiado por todos os comensais...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Tomado: Mer Soleil Chardonnay 2006

Esse eu tomei!
Acompanhou um Peru assado e uma torta de camarões, tudo muito bem feitinho pela sogrinha...
Um almoço de domingo (essa terça tinha cara de domingo) sempre merece um bom vinho.
Este eu tinha comprado há alguns bons meses, nem me lembro quando, mas lembro que foi um vinho muito bem indicado, oportunidade para tomar um bom branco dos EUA. Vi agora que a Mistral está vendendo a safra 2007, por 164 reais.
No site da Mistral ainda consta a importante informação sobre a localização dos vinhedos (costa central da Califórnia) e sobre o clima local (frio e seco). E, ainda mais importante, até para justificar as impressões que tive ao degustar, vi no site da Mistral que o vinho envelhece 10 meses em carvalho sobre as borras da uva. Não é à toa a presença magnifíca da madeira no vinho e o teor alcólico de 14,5%.
O vinho: Cor dourada, um amarelo escuro bem brilhante. Aromas muito intensos, de madeira, defumado e com frutas 'passadas' (me lembrou as frutas de panetone). No sabor notas-se bem a madeira, mas há muita densidade de fruta e um amanteigado. Chega a ser encorpado. Muito boa acidez e final muito persistente.
Um grande vinho mesmo. Branco que merece destaque e que aguenta qualquer prato bem temperado.

sábado, 31 de julho de 2010

Tomado: Cardinale 2004

Esse eu tomei.
Sexta-feira passada (23/07/2010) com a Gi, o Edu e Laura no excelente restaurante Brie Restô, que a partir de agora passa a integrar nossa seleta lista de locais recomendados para se tomar um bom vinho. Além de ter uma carta bem montada o restaurante permite que seus clientes tragam os seus próprios vinhos mediante uma singela taxa (rolha) de R$ 30,00 por garrafa.
Foi o que aconteceu com esse vinho, levado pelo Edu. Esse ele comprou nos EE. UU. indicado por um enólogo de uma das lojas que visitou.
Destaque para o sommelier do restaurante que tratou com muita propriedade essa "jóia" da Califórnia. Decantou com uma destreza de dar inveja, quase não perdemos nada de vinho e toda a borra ficou na garrafa.
Foi o primeiro tinto que tomamos na noite, ainda enquanto comiamos as entradinhas, queijo brie (eu não comi) croque monsieur. Deixamos ainda um pouco na taça para tomarmos com o prato principal - eu e o Edu pedimos carré de cordeiro, as meninas eu não lembro. Sucedeu um champagne Louis Roederer que deixo de postar para não ser repetitivo, pois sendo o meu champagne (genérico) favorito, já falei sobre ele aqui (veja post).
Esse, o Cardinale, trata-se de uma preciosidade, daqueles achados. Eu preconceituoso com os vinhos da Califórnia tive que dar o braço à torcer. A composição das uvas - obtida pelo Edu em um site, vez que a garrafa não diz nada além do nome do vinho e a safra -  neste ano foi 91% cabernet savignon e 9 merlot.
O Edu, como de praxe, chegou dizendo que o vinho era do caralh..., que em 2006 o Robertinho Manobrista tinha dado 95 pontos pra essa safra, que agora deveria estar ainda melhor... piriri pororó... Eu, já preconceituoso com os nossos irmãos do norte, ainda mais um vinho com corte bordolês sem a cabernet franc (que o meu ver é o que dá swing ao vinho de Bordeaux, sempre muito sérios), já pensei mal do vinho... Pensei que seria um genérico de Bourdeaux pra vender pro mercado americano a preço de ouro. Enganei-me totalmente. O vinho não tem nada de "lugar comum", é uma espoleta, mas uma espoleta segura, que não chega a assustar, só provoca o tomador. Embora redondo ele tem um picante inexplicável, daquelas coisas que confirmam a minha convicção sobre a limitação da linguagem verbal para descrever vinhos, simplesmente não consigo descrever. É ao mesmo tempo clássico e revolucionário - tipo um jaguar esporte, sabe?.
Não sei como com uvas tão comuns conseguiram fazer um vinho tão diferente.
Bem encorpado, um vermelho bonito, madeira e acidez nos devidos lugares.
Grande vinho. Se não fosse os dois Romanée que o Rodrigão tomou esse mês, seria um forte corrente ao vinho do mês.
Como a nossa foto ficou escura, segue imagem retirada do site do produtor que mostra a simples e belíssima garrafa.

sábado, 5 de junho de 2010

Tomado: Pinot Noir 2006, Domaine Drouhin - Oregon

Esse eu tomei!
Foi o primeiro tinto que tomamos na balada de ontem em casa.
Seguindo na minha experimentação de Pinot Noir (já tínhamos tomado o Felton Road da Nova Zelândia - muito bom), tomamos esse feito pelo famoso produtor da borgonha, Joseph Drouhin, em seus domínios no Oregon, Estados Unidos.
De cor rubi clara, o vinho apresentou aromas leves de frutas vermelhas. Com sabor bastante frutado e muito delicado, equilibradíssimo - acidez e álcool na medida. Lembrou-me muito um borgonha, acho que foi o pinot do novo mundo que mais me lembrou um borgonha.
Achei excelente, vale o show (R$ 164,00 na Mistral).

terça-feira, 20 de abril de 2010

Tomado: Bohemian Highway Cabernet Sauvignon 2005 (O Vinho TWIX)

Esse eu tomei!
Com o Carlão, comendo uns queijinhos e castanhas.
Esse o Carlão comprou na Empório Mercantil, mas a importadora é a Vinci (R$ 44,00). Foi indicação do vendedor, já que queríamos experimentar um californiano, a começar por um exemplar mais em conta, para irmos 'evoluindo'.
A proposta deste vinho, como descrito no catálogo da Vinci, é ser moderno, fresco e fácil de beber.
Acho que, nesse sentido, o vinho atingiu seu objetivo.
No entanto, para nós foi uma experiência inédita. Ao sacar a rolha os aromas já não se continham, foi só despejar o vinho em três taças (vide a foto) e de longe já sentia os aromas abundantes do vinho. Aroma de caramelo bem forte, com um toque de chocolate. Desconfiamos que isso não é só fruto de descanso em madeira nova, não é possível que sem uma essência de "baunilha" o vinho tenha chegado nesse cheiro forte e marcante. Apostamos que há alguma correção ou intervenção 'externa' do produtor.
A primeira taça até que nos pareceu simpática, vinho macio, frutado e com sabor de caramelo predominante. Acidez baixíssima.
Realmente uma baba de beber, desce sem perceber, daqueles vinhos quase doces que você usa para embebedar uma namoradinha que está miguelando...
Em resumo, o vinho tem sabor de TWIX, aquele chocolate do comercial: "Caramelo!", "Chocolate!", "Biscoito!".
Na segunda taça já estava enjoativo. Não dá sinal de terroir, nem mesmo depois de um bom tempo de respiro - o abaunilhado ainda aumentou.

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