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domingo, 25 de setembro de 2011

Tomado: Informal 2010 - lançamento do Luis Pato

Esse eu tomei!
Trata-se de um espumante bem informal...Um ótimo Rosé feito com a casta tradicional da Bairrada, a Baga, plantada em sua famosa vinha Pan. Uma uva tânica que deixou o espumante saboroso, frutado, notas de morango e cereja, mas com boa estrutura e acidez.
Foi perfeita com uma feijoada e carne de sol acebolada, improviso acertado da minha sogra.
O Luis Pato está de parabéns, não só pelo vinho, mas pela boa tirada, ao chamar de informal um espumante para o dia a dia, engarrafado com tampa de cerveja.
Aprovado! E vale o que custa na Mistral, uns 89 reais.
Agora preciso provar a sua novidade top, a Formal, um brut que deve ser um show. Depois conto aqui, as garrafas já estão na adega, aguardando o momento...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Tomado: Dom Pérignon Vintage 2000

Esse eu tomei!
Foi para comemorar - mais uma vez - o nascimento do meu sobrinho Joaquim. Tinha comprado esse champagne no ano passado já pensando nesta ocasião.
Uma semana após o nascimento do rapaz nada mais justo que uma visita para compartilhar um bom vinho com a irmã e o cunhadão, todos já babões...inclusive eu, Taci e minha mãe.
O champagne: Eu ainda não tinha tomado um Pérignon, por isso talvez eu tivesse expectativa demais, e acabei um pouco desapontado.
Claro que o champagne estava ótimo, perlage fina, persistente, aromas de cereais, palha e um certo tostado. Na boca é cremoso, equilibrado, com um leve amargor no final. Bem seco. Muito boa, perfeita para a comemoração.
Mas confesso que esperava mais, não achei tão acima de outros champagnes safrados, como os próprios moëts - na semana passada tomei um 2003 que estava mais ou menos do mesmo nível. E o preço ajuda na expectativa - ainda que eu tenha comprado muito mais barato no freeshop.
Carlão, você que tomou uma da mesma safra no ano passado (post AQUI), o que achou se analisarmos o preço e a qualidade comparada com outras safradas ?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Tomado: Champagne Moët & Chandon Nectar Impérial

Esse eu tomei!
Acompanhou um peruzinho do pós-natal, na casa dos meus sogros.
Este champagne é a versão meio-doce da Moët Chandon, ou seja, trata-se de uma bebida muito fina, leve, com toques de frutas brancas e final adocicado, sem exagero.
Gostei muito, deve ficar muito melhor como aperitivo, na beira da piscina; mas já foi muito bem para acompanhar o peru, já que a comida era leve e a doçura do vinho não era exagerada.
Do tipo de bebida que faz parecer que a garrafa estava furada...acaba rápido demais !

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tomado: Champagne Gosset Brut Excellence

Esse eu tomei!
Foi o aperitivo de um jantar com os amigos Pedroso e Luciana (e com a Taci é claro).
Um champagne muito bom, bem seco, com aromas e sabores mais para os cereais, leveduras.
Tem perlage muito consistente, bastante cremoso e com um final muito longo.
Eu adorei.
Mas ressalto que por ser bem seco e pouco/nada cítrico, a mulherada -principalmente -costuma não apreciar tanto. Para quem gosta de espumante com menos corpo e mais açúcar, sugiro um demi-sec!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tomado: Cava Freixenet Cordon Negro

Esse eu tomei!
Foi o aperitivo do jantar na casa da minha irmã.
Boa escolha do meu cunhado. Tanto a irmã quanto o espumante.
Muito boa cava, bem seca, com aqueles aromas e sabores mais para os cereais, cremosa, com a perlage persistente. Muito bom custo/benefício, se é que se pode dizer isso sendo politicamente correto, muitos falam em relação qualidade e preço justo.
Gostei muito!

sábado, 16 de outubro de 2010

Tomado: Crémant D'Alsace René Muré, Brut

Esse eu tomei!
Ontem. Trazido pelo Carlão, uma nova aquisição do Club du Taste Vin. Um espumante que agradou muito. Preço justo, 60 reais, para um vinho com uma perlage abundante e persistente. Muito cremoso e com um final de boca frutado, cítrico. Gostei muito.
Recomendo.

domingo, 10 de outubro de 2010

Tomado: Veuve Clicquot Rosé Brut

Esse eu tomei!
Ou melhor, eu já tinha tomado (vide post) e agora pude tomar novamente com muitos amigos: Fernando, Marcel, Dani, Serafim, Chede e, é claro a Taci, que não tomou mas nos deu o prazer da companhia.


Um champagne excelente, equilibrado, macio, com muita persistência de sabor. Adoro os champagnes rosés; este fez bonito na degustação dos azeites Zuccardi.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Tomado: Champagne Mumm Cordon Rouge Brut

Esse eu tomei! Este champagne estava há mais de um ano na minha adega. Estava na hora de ser consumido. Aproveitei então uma visita dos meus pais para abri-la. E, como sempre, foi um aperitivo agradabilíssimo.
O interessante é que a Mumm tem aqueles aromas e sabores amendoados, de cereais, típicos dos bons champagnes, mas ainda mantém um toque frutado e cítrico que torna a bebida fresca, revigorante.
Em suma, uma delícia. Champagne básico, brut sem safra, que satisfaz.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tomado: Espumante Maximo Boschi Speciale 2006

Esse eu tomei!
Tomamos este espumante para abrir a noite de sábado. Um espumante nacional muito bom, dos meus preferidos. A versão mais simples "Tradizionale" já é muito boa, mas essa "Speciale" passa 36 meses descansando antes de ser comercializado.
É bem mais complexo, cremoso, já com aquelas notas de castanha, cereais. Sem amargor, é muito fresco e tem corpo até para aguentar alguns acompanhamentos.
Compro sempre no Emporio Del Mundo, onde sai por volta de R$ 65. O Tradizionale é menos de 40 reais e já vale à pena.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Direto de Mendoza: Baron B Extra Brut (excelente espumante)

Esse eu tomei!
Foi um espumante que tomamos como aperitivo antes do jantar. Este é um espumante premium da Bodegas Chandon da Argentina, feito com pinot noir e chardonnay. Tem este nome em homenagem ao Baron Bertrand, primeiro presidente da bodega.
Na taça apresentou perlage fina e rápida, com coloração bastante dourada. No nariz apresentou aromas acastanhados, cereais, complexos até.
A perlage me desanimou, achei que ia ser quase um vinho 'tranquilo', mas me enganei.
Na boca apresentou muita cremosidade, pareciam haver borbulhas invisíveis...Muito gostosa, aliando frutas, noz, castanhas e final levemente adocicado.
Muito bom espumante, redondíssimo, o melhor argentino que tomei. Acho que o Carlão concorda comigo nisso.
Não achei onde comprar no Brasil, nem o preço. Se alguém souber avise-nos por favor.

domingo, 12 de setembro de 2010

Tomado: Brut Maximo Boschi Tradizionale


Esse eu tomei.
Foi o vinho que abriu as comemorações do dias pais lá em casa domingo 08/07/2010.
Já havia experimentado esse vinho no evento Encontro de Vinhos, realizado pelo Daniel (Vinhos de Corte) e pelo Beto (Papo de Vinho).
No sábado (07/08/2010) eu e o Rodrigo fomos conhecer a Empório Del Mundo, do Carlos Toledo, distribuidor desse espumante que fica perto das nossas casas. Adquirimos algumas garrafas incluindo essa. Infelizmente o Speciale ainda não está disponível para venda.
No domingo, com esse vinho abrimos em grande estilo a tarde do dia dos pais. Como minha mãe resolveu que o cardápio seria camarão na moranga e Badejo assado e o dia amanheceu bonito com um baita sol, sugeri que a comida fosse acompanhada por um champagne. Assim superaríamos mais um tabu de que a champagne serve apenas como aperitivo. A proposta foi acatadíssima pela família e me pai veio munido com "uma" Veuve Cliquot.
Vejam as bebidas programadas para a tarde:
Voltando ao objeto deste post. Como havíamos notado da degustação no Encontro de Vinhos trata-se, realmente, de um grande espumante nacional. Boa complexidade e uma perlage surpreendente. Forte candidato ao meu espumante do dia-a-dia. Custo benefício muito bom (R$ 36,00).

As impressões foram unânimes. Até meu pai declarado preconceituoso com os vinhos nacionais - experimentou sem que eu lhe dissesse do que se tratava – ficou surpreendido com a qualidade do vinho. Tive que lhe mostrar a garrafa para ele se convencer de que era um vinho nacional.
Após essa garrafa, que evaporou, não aquentamos a ansiosidade e abrimos a Veuve Cliquot (Rodrigo, antes que vc me corrija, sei que o certo é "o" champagne, mas no caso da Viuva prefiro o artigo feminino), mesmo bem antes de a comida estar pronto. Assim, providenciei a substituição do Crèmant de Bourgogne (que viram na foto) por outro champagne (Möet Chandon Nectar Imperial) que acompanhou a comida (notícias em um próximo post).
Embora este vinho seja excepcional, quando comparamos qualquer espumante com um champagne... fica pequeno. O champagne mais simples da linha da Veuve Cliquot ainda é muito superior que a grande maioria dos espumantes de outras regiões do mundo (inclusive da França). Ressalte-se que isso não desmerece os demais vinhos, inclusive esse que, como falamos, é um excelente espumante. Mas champagne é champagne...

domingo, 5 de setembro de 2010

Direto de Mendoza: Familia Cecchin (Bodega Orgânica e Artesanal)

Direto de Mendoza, a segunda vinícola que visitamos foi uma pequena, mas muito aconchegante e peculiar, chamada Familia Cecchin.
Trata-se de uma bodega artesanal, que tem sua produção toda feita de forma orgânica. São apenas 70 hectares de uvas - eles não compram uvas de terceiros.
Fizemos uma visita guiada rápida - as dependências são pequenas - e logo em seguida experimentamos dois vinhos deles: um branco meio doce, feito com Moscatel de Alexandria, que deve cair muito bem com um fois gras, leve e adocicado; o segundo foi um Malbec de linha de entrada, sem passagem em madeira, muito frutado e agradável, além de ser muito peculiar, fugindo do padrão dos argentinos mais comuns. Todos vinhos, aqui, na faixa de 15/20 reais. Vejam a sala de vendas e degustação:

Em seguida fomos almoçar no restaurante da vinícola, provar um pouco de comida caseira e muito bem feita.
Antes, porém, aperetivamos com o único espumante da casa, um JustificarMoscatel de Alexandria doce.
Um espumante com perlage muito volumosa e persistente, sabor leve, adocicado assim como o branco que fazem com a mesma uva. Muito agradável apesar de não ter muita complexidade.

Na sequência o almoço. Recepção muito atenciosa, os pratos excelentes, vide a foto que a Giovana tirou do meu porco com molho de laranja, cenoura e cebolas. Um show de sabor.

Para acompanhar provamos os dois vinhos Premium da Bodega.
Primeiro foi o Syrah del Galpon 1999, um vinho envelhecido unicamente na garrafa, sem passagem na madeira. Aromas de frutas vermelhas, couro e outros mais...Sabor frutado mas leve, diferente. Saboroso, pura fruta, fugindo mais uma vez do padrão que conhecemos dos argentinos. Aparentemente falta acidez, mas com a comida pareceu harmonizar, tirou forças não sei da onde.
Já o segundo, foi o Malbec del Galpon 2000, também sem passagem na madeira. Apesar de 10 anos de idade e dos aromas leves de frutas, este apresentou sabor potente de frutas, com corpo médio e boa acidez. Muito interessante e melhor que o Syrah - para meu gosto. Muito complexo e particular, um vinho difícil de achar paradigmas. Valoriza muito a fruta e o terroir, com equilíbrio e elegância. Adorei - comprei uma garrafa para tomar em SP.
Foi uma ótima experiência conhecer uma bodega artesanal, vinhos diferentes, peculiares, grandes novidades. Pena que eles não exportam para o Brasil...
Para finalizar, vejam a honesta carta de vinhos da bodega (cada Peso vale 0,5 reais - basta dividir por 2 para saber o preço em reais):

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Tomado: Espumante Chandon Reserve Brut

Esse eu tomei!
Para acompanhar alguns peixinhos, no restaurante Toro Loco, de Manaus, no agradável jantar com os colegas Alfredo e Luiz Felipe. Com o calor que faz aqui, mesmo no inverno, não há nada mais propicio do que um espumante geladinho.
E este fez bonito, um espumante com perlage persistente, cremoso, com sabores de cereais e toque cítrico marcante.
Muito bom, caiu na medida com o Pirarucu (foto abaixo) e com o Dourado que eu comi.
Desculpe a qualidade da foto do peixe, mas eu estava com fome e só lembrei de tirar a foto depois que já tinha começado a comer...
Minha reclamação só fica por conta da falta da costela de Tambaqui, que o restaurante não poderia deixar de ter...estava faminto por uma costela. Fica para a próxima.

sábado, 14 de agosto de 2010

Tomado: Espumante Salton Évidence

Esse eu tomei!
Como sempre, gostamos de iniciar a noite com um espumante, para abrir o apetite e aguçar o paladar.
Desta vez escolhi este espumante nacional, muito bem recomendado, que estava na minha adega. O Carlão até já tinha tomado há algum tempo e lembrava que tinha gostado muito.
Não sei se esta garrafa é de outra safra/lote, mas o Carlão não reconheceu o vinho que tinha tomado. Este exemplar tinha uma perlage abundante mas muito rápida.
Em pouco tempo ficou um vinho branco na taça. Bom vinho até, mas sem a cremosidade que é o grande barato de um espumante.
No paladar é redondinho, gostoso, mas falta caráter de espumante.
Tomamos nacionais bem melhores que esse ultimamente, como o Cave Geisse Nature, o Miolo brut e o Maximo Boschi. E todos na mesma faixa de preço ou mesmo mais baratos.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Tomado: Crémant de Bourgogne François Labet

Esse eu tomei!

Ontem nos reunimos na casa do Carlão para comemorarmos o dia do advogado e o lançamento do saca-rolhas do Esse eu Tomei! Mais uma idéia 'inútil' que tivemos para divulgarmos o blog e presentearmos os amigos. Aproveitamos para fazer um saca-rolhas de lâminas, que não estamos acostumados a usar e que pode ser importante quando a rolha do vinho não está lá muito bem conservada. Ajuda a tirar a rolha sem desmanchá-la.

Presentes Eu, Carlão, Gi, Taci, Chede e Luiz Felipe (que foi nosso correspondente no Chile), começamos os trabalhos com esse espumante francês da região da Borgonha.

O Carlão pagou por volta de 90 reais, ou seja, metade de um preço de um champagne brut básico.

E valeu à pena.

Um espumante com perlage persistente, cremosa na boca, com aromas e sabores de cereais. Lembra muito uma champa, só que um pouco mais leve.

Conclusão: desse eu vou comprar muitas garrafas ainda.

O blog da Empório Mercantil, onde esse espumante é vendido por R$ 86,00, traz boas informações:

• Crémant de Bourgogne François Labet: Espumante de boa alternativa custo-benefício. Qualidade comparada a Champagne e é agradavelmente volumoso, perlage e apresenta sabor persistente e qualidade encantadora, tendo um final muito refrescante. Este Crémant de Bourgogne é elaborado no Domaine Pierre Labet, onde passa pelas mãos do Sr François Labet, um dos grandes conhecedores da região da Bourgogne, onde sua família é detentora de uma grande parcela do Grand Cru Clos-Vougeot e uma das únicas construções históricas, o seu precioso Château La Tour, acho que está explicado à grande fineza deste Espumante.


Finalmente, um clique do blogueiro e anfitrião da noite:


Já ia me esquecendo, depois do Crémant tomamos um champagne legítimo, um Laurent Perrier, sempre magnífico. Deu para sentir a superioridade da champa, mas também deu para ver como o Crémant tem um alto nível de qualidade.

Recomendo !

Carlão, Chede e Luiz Felipe com o Champagne

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Tomaram: Espumante Casa Valduga Elegance Arte 2008

Esse tomaram!
O amigo João Moraes estava 'estocando' fotos de vinho e me mandou uma nova leva de "tomados". O primeiro é esse espumante. Eu ainda não tomei esse, preciso experimentar. O João gostou:

"Final de semana - dia dos pais.
Um espumante brasileiro - bem agradável. Acompanhou deliciosamente o almoço de sábado com meus pais e meu irmão.
Exageramos um pouquinho - porém há tempos não conseguíamos a façanha de almoçarmos juntos e tranqüilamente. Agora, o porque do espumante? Lógico, a comida - minha mãe preparou dois de meus purês preferidos - um de maçã e outro de ervilhas - ambos um pouco adocicados - que harmonizaram perfeitamente com o espumante. Com os purês, também havia chucrute e Eisbein defumado, uma delicia. Nao podemos esquecer da sobremesa - minha cunhada preparou um delicioso Strudel de maçã que igualmente acompanhou o espumante. Detalhe, apesar da festa alemã, somos uma boa casa de Italianos. E respeitemos as cozinheiras que fizeram bonito nos salgados e no doce. "

domingo, 8 de agosto de 2010

Re-Tomado: Champagne Piper-Heidsieck e Laurent Perrier

Esses eu tomei! Resolvi postar novamente esses dois champanhes já blogados (vide Piper e L.Perrier), pois champanhes sempre merecem alguns comentários, especialmente quando se tem a oportunidade de comparar os sabores.
Fizemos um queijo, frios, castanhas, patê e vinhos em casa, organizado de última hora com os amigos e enófilos Marcello Pedroso e Chede (que chegou atrasado, só pegou a última taça da Piper-Heidsieck).
Vejam a mesa, ficou bonita:


Os champanhes são ambos muito bons, mas o Piper é mais seco, com aromas e sabores com muitos cereais, leveduras. Já o Laurent Perrier é mais frutado e ácido, com apenas um toque de cereais. A Laurent me pareceu mais complexa, melhor, mas a Piper é uma barganha do duty free, fiquei sabendo que está em promoção a 45 dólares. A Laurent é pelo menos 60 dólares no duty free.
Aliás, resolvi fazer essa esbórnia de champanhe porque em breve irei passar pelo aeroporto e vou poder me reabastecer de champanhes. Tava na hora de tomar essas!
E a companhia merecia. Foi um noite muito agradável, regada ao melhor espumante que existe, e um dos meus vinhos favoritos.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Tomado: Cave Geisse Nature 2008

Esse eu tomei.
Terceiro e último espumante do pré-almoço do domingo 24/07 aqui em casa. Não pensem mal da gente, tinha uma galera por aqui, por isso tanto vinho. Essa é uma das vantagens de ter a casa cheia, dá para tomar um montão de vinhos diferentes. A essa altura o Gabriel e a Raquel chegavam retardatários e se habilitaram para tomar mais um espumante. Fizemos um esforço hercúlio... abrimos mais essa garrafa.
Feliz escolha, foi o melhor do dia. Grande pedida, delicioso. Boa perlage, persistente, complexo, cheiro e gosto de frutas e cereais, lembra cevada - acho que é o gosto das leveduras... sei lá. O site da vinícola define bem o sabor característico desse vinho "pão torrado e frutas secas", é exatamente isso. Deliciosamente seco (característica dos espumantes "nature" que não recebem adição de açúcar para a segunda fermentação que ocorre em garrafa (o Rodrigo explica melhor em outro post). Um dos melhores espumantes nacionais que já tomei. Recomendo. Custa em média R$ 50,00, vale muito, mas muito, a pena.
Assim, encerramos em grande estilo a jornada de espumante daquele domingo...

Tomado: Casa Valduga Blush

Esse eu tomei.
Foi o segundo espumante do domingo dia 25/07 pré-almoço aqui em casa. Seguimos na linha do rosé.
Esse bem melhor que o Pizzato Brut Rosé. Mais seco e agradável. A perlage, também um pouco melhor, mas ainda muito efêmera. Esse padece da limitação da grande maioria dos espumantes brasileiros: falta de persistência no sabor. Embora tenha apresentado um sabor agradável, assim como a perlage bastante breve.
De qualquer modo, esse é um bom vinho. O Brasil tem evoluído nos espumantes.

Tomado: Pizzato Brut Rosé

Esse eu tomei.
No domingo retrasado (25/07/2010), também aqui em casa como aperitivo antes do almoço, um dia após ter tomando o irmão dele branco (Pizzato Brut Champenoise).
Os comentários são idênticos ao anterior, mas desta fez o quórum de degustadores era maior (meu pai, minha mãe, o Rodrigão, e até a vó, alem de mim, da Gi e da Leda), o que dá maior credibilidade à crítica.
Ou seja, o gosto até que bom... mas o corpo e a perlage deixa muito a desejar.
Foi o espumante que abriu a série daquele sábado.

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