quinta-feira, 1 de abril de 2010

Tomado: Mouchão 2001

Esse eu tomei!
Este bom vinho alentejano tomamos em Sintra, no ótimo restaurante "Lawrence's". Indicação do guia Michelin que vale muito à pena. Comida muito boa, tomamos caldo de feijão e legumes, comemos lombo de porco preto, supremo de frango. Taci e Gi ainda comeram crepes de queijo de cabra.
O bacana é que o restaurante estava vazio, éramos os únicos clientes, e o Hotel também estava praticamente sem hóspedes, em decorrência da baixa temporada (era 21/01/2010).
O lugar é muito charmoso, aliás Sintra é uma cidade lindíssima, imperdível para quem vai a Lisboa - é próxima e realmente pitoresca.
O vinho: Muito potente, amadeirado, delicioso. E não tinha aromas ou sabores de peras mastigadas...chega desse papo furado de sommelier que toma LSD.
Ressalvo apenas que o serviço do maître, perfeito para as comidas, deixou a desejar com o vinho, pois ele não decantou e acabou colocando muita borra em nossos copos...
Um vinho que ainda pretendo provar outras safras e o top de linha (o Tonel), todos vendidos na Adega Alentejana - só não lembro os preços...

quarta-feira, 31 de março de 2010

BIGODE 2006 - Vinho Regional de Lisboa

Esse eu não tomei!
Ufa, ainda bem...
O engraçadinho do Dr. Luiz Felipe Melo (iniciante na arte da enofilia), que trabalha comigo, tomou este vinho meio seco da região de Lisboa (provavelmente acompanhado de algum macho barbado), não gostou (disse que é meio aguado), e ainda deixou na minha mesa como recomendação....
Realmente não deve ser um bom vinho, mas o nome e o rótulo merecem um post, nem que seja para alegrar o dia !
Valeu a risada. E só, pois eu não pagaria os R$ 29,00 que ele disse que pagou.

Tomado: Champagne Nicolas Feuillatte brut

Esse eu tomei!
Tomamos esse champagne em Paris, bebericando e aperitivando à noite, no restaurante 'Le Saint Germain' (antes do Carlão e eu termos que brigar com o garçon, mas essa já é outra história).
É um champagne bastante fresco, levemente adocicado (apesar de ser brut), que me lembrou um pouco a Mumm.
Gostoso de beber.
Vimos depois esse rótulo em lojas de Paris a um preço muito convidativo para um champagne (ainda que seja um simples/básico como esse), aproximadamente 27 euros.
Pena que aqui no Brasil um champagne seja tão caro!

terça-feira, 30 de março de 2010

Tomado: Angélica Zapata Chardonnay 2005

Esse eu tomei!
Pode se dizer que é um clássico. Em termos de brancos da América do Sul tomei poucos vinhos como este.
Esta foi a 3ª garrafa, do mesmo vinho, que tomei neste sábado (27/03/2010) em um agradável almoço no restaurante argentino 348 na companhia da Gi, Edu, Laura, Felipe e Carol.
Trata-se de um chardonnay potentíssimo, encorpado, macio. O site da Mistral (que o comercializa por justos R$ 78,30) o indica como "amanteigado"! De fato. Rs... não resisto em concordar (mais um passo rumo às pêras mastigadas...rs... em breve chegamos lá).
O que importa é que é um vinho de personalidade. Afirma-se como um argentino, e é coerente com a linha do Catena. O vinho estagia em madeira por 11 meses, sendo 73% em barrica de carvalho francês novo. Ora, coisa nada comum aos brancos.
A madeira lhe dá um corpo que não lhe deixa fazer feio diante de um churrasco argentino.
O calor do sábado nos levou a tomá-lo em uma temperatura bem mais baixa do que o recomendado, quase na temperatura em que as cervejas são servidas, uma pena, tenho certeza que aos 8ºC seria ainda muito melhor.
P.S.: Com a sobremesa, panqueca de doce de leite, tomamos, mais uma vez, um Catena Semillon Deux 2007 (http://esseeutomei.blogspot.com/2010/03/tomado-catena-semillon-deux-2007.html). Fantástico, com o doce de leite fico ainda melhor do que com a torta de limão do post anterior.

Tomado: Don Melchor 1999

Esse eu tomei!
Estava "folheando" o nosso vinhálbum quando me deparei com um exemplar que tomamos (Eu, Taci, Carlão, Gi, Edu e Laura) em 12/01/2010, e que ficou meio esquecido em razão da enxurrada de vinhos portugueses (e alguns espanhóis) que tomamos nas férias de janeiro.
No entanto, esse vinho merece destaque, não só por ser um ícone dos vinhos do novo mundo, como por ser realmente um ótimo cabernet sauvignon.
O vinho: Estava muito saboroso, potente, final marcante. Certamente está muito jovem ainda, precisa decantar ou de mais alguns pares de anos de guarda. Pelo que li, esta safra de 1999 é uma das melhores da história do Don Melchor.

Eis um chileno que realmente impressiona.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Tomado: Graham´s Six Grapes

Esse eu tomei!
Infelizmente uma dose só, acompanhando o pastelzinho de ovos no final do jantar no Adega (26/03/2010).
O Jaci nos trouxe três opções de portos: o Graham´s 10 anos, o LBV Quinta das Tecedeiras, e o escolhido Graham´s Six Grapes.

O Six Grapes é um porto curioso, diferente. Trata-se de um Ruby de lote, ou seja, produzido com uvas de diversas propridades e variadas vidimas. O objetivo declarado da Graham´s é a produção de um porto para o dia a dia que se assemelhe o máximo possível de um vintage jovem. Veja a ficha técnica do vinho: http://www.grahams-port.com/pdfs/Graham_Six_Grapes_PT1.pdf.

Realmente uma excelente pedida. Um ótimo ruby para se tomar sempre. É comercializado pela Mistral por apenas R$ 99,73.

Tomado: Comenge Crianza 2005


Esse eu tomei!
Acompanhou o prato principal do almoço de sexta-feira (26/03/2010) no Adega Santiago . Eu e o Rodrigo comemos carré de cordeiro com batatas ao murro.
Mais uma boa recomendação do Jaci.
Trata-se de um crianza típico, da região de Ribeira del Douro, 100% tempranillo, com forte sabor de madeira. Sua maduração se dá por lotes, 70% do vinho estagia em barricas novas de carvalho francês, 20% em outros carvalhos da europa central e 10% em carvalho americano. Todos os lotes permanecem 12 meses nas barricas.
O D. Rodrigo, além dos cometários naturais a um crianza, anotou "mentolado", eu, sinceramente, não alcancei esta nota desgutativa... mas chego lá... rs...
De qualquer modo é um vinho muito bom que acompanhou muito bem o cordeiro. Porém, nada de excepcional. Nada que o destaque dos demais crianzas de qualidade que temos tomado. Um bom vinho.
É importado e comercializado pela Vinci por R$ 101,56.

Tomado: Porcupine Ridge Sauvignon Blanc 2009

Esse eu Tomei!
Foi o vinho que abriu o jantar de sexta-feira (26/03/2010) no Adega Santiago.
Recomendado pelo Jaci (maitre da casa). Já conhecia alguns tintos deste produtor Sulafricano, especialmente, o merlot e o syrah. Este branco foi a primeira vez que tomei.
Muito boa pedida para aperitivar. Abriu muito bem nosso jantar, acompanhando amêndoas, azeitonas e a nossa primeira entrada, camarões ao alho.
Trata-se de um vinho bem leve, fresco, muito claro, quase transparente, bastante floral. Não tem nehum contato com madeira. Percebe-se um pouco de gás carbonico, mas não chega a ser um frisante. Seu retrogosto um pouco desproporcional, deixa uma sensação amarga, mas nada que prejudique uma avaliação positiva do vinho. Eis outra boa opção para se tomar com frequencia, tem um excelente custo/benefícío, é vendido à R$ 41,90 na Mistral. Quero ter muito deste vinho sulafricano para tomar durante os jogos da copa.

Tomado: Porto Tawny 10 anos Burmester

Esse eu tomei!
Antes de mais nada preciso dizer que após o almoço de domingo tomei, na companhia do sogrão Vascão, o final da garrafa do Calém 10 anos que trouxe de Portugal.
Ainda vale mencionar que tomei novamente, no jantar, o Quinta da Lagoalva Reserva (já postado aqui: http://esseeutomei.blogspot.com/2010/03/tomado-quinta-da-lagoalva-reserva-2006.html). Esse vinho é realmente um grande custo benefício, sendo ótima opção para quem gosta de vinhos modernos mas sem abuso de madeira (dá para sentir perfeitamente as características da cabernet e da syrah).
Faço essas colocações porque o Quinta da Lagoalva merecia ser lembrado, assim como porque o Calém 10 anos me serviu de comparação para analisar este Burmester 10 anos.
Apesar de ter aberto a garrafa ontem para tomar apenas uma taça, já pude perceber a diferença entre esses dois Portos tawny de mesma idade.
O Burmester é um pouco mais claro (alaranjado), os aromas são semelhantes (frutas secas, amendoas, típico dos tawnys envelhecidos), mas o sabor final é um pouco diferente.
O Calém é um pouco mais adocicado e redondo, mais persistente.
Já o Burmester me pareceu mais leve de final, menos persistente e uma sensação um pouco aguada.
Eu gostei muito do vinho, já disse aqui que tenho leve predileção pelos tawnys, sendo os 10 anos um vinho de excelente nível, com bom custo/benefício.
Porém, ressalto que achei o Calém 10 anos superior(http://esseeutomei.blogspot.com/2010/02/tomado-calem-10-anos-porto-tawny.html), assim como o Niepoort 10 anos que já comentei neste blog (http://esseeutomei.blogspot.com/2010/02/tomado-porto-niepoort-tawny-10-anos.html).

Em contrapartida, o Burmester é vendido na Adega Alentejana a um preço um pouco melhor (acho que é menos de 130 reais, enquanto que o Niepoort é uns 170 na Mistral).
Em resumo, todos são boas opções, seja pelo preço seja pela qualidade levemente superior.

domingo, 28 de março de 2010

Vinhos em conta para a Páscoa...

Para quem está procurando vinhos baratos de qualidade, recomendo a leitura da reportagem do site Vinho & Gastronomia, feita para a Páscoa: http://vinhoegastronomia.uol.com.br/Vinhos+de+20+30+e+40+Reais+para+sua+Pascoa.html
Há muitas opções de vinhos brancos e tintos até R$ 45,00.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails