segunda-feira, 31 de maio de 2010

Tomado: Espumante Norton Cosecha Especial Extra Brut

Esse eu tomei!

Foi o segundo espumante que abrimos no almoço de domingo.

Agradou muito, ganhando da Espumante Maria Gomes, na preferência dos presentes. E, destaque-se, são dois vinhos da mesma faixa de preço. Esse foi adquirido pelo Carlão no Empório Mercantil, por R$ 39,50.

O espumante: boa perlage, consistente e duradoura. Aromas mais para cítricos e minerais. No sabor tem um toque de fruta adocicada, mas sem perder a secura. Acidez média, fácil de bebericar.

Muito boa, gostei mesmo!

Tomado: Espumante Maria Gomes, Luis Pato

Esse eu tomei!

Foi o espumante de abertura do ótimo almoço que tivemos na casa do Carlão no domingo, na companhia da Taci, Gi, pais da Taci e pais do Carlão.

O espumante: perlage abundante, mas rápida, tomando aspecto de vinho branco. Aroma com toque floral, dá para perceber os 10% da uva baga - o que também ocorre no sabor, que é frutado, com um toque floral e algum amargor. Dá aquela sensação "frisada" da baga. Tem boa acidez. Bem seca.

Gostamos, mas esperávamos um pouco mais de equilíbrio na perlage e no amargor.

Acabou perdendo da outra espumante que tomamos (Norton), em termos de preferência dos presentes.

Custa uns R$ 40,00 na Mistral.

Arquivo do Vasco: Kracher Auslese Cuvée 2005

Eis mais um vinho, dos bons, que tomei "em um domingo qualquer" (parece nome de filme) na casa do Vasco e da Guiomar.
Esse vinho foi que o Carlão levou, quando nos acompanhou na refeição dominical.
Um excelente austríaco de sobremesa, muito bom, lembro que gostamos muito. Só não lembro com que sobremesa tomamos o vinho. Mas lembro que a garrafa evaporou...
Está constando como indisponível no site da Mistral, mas esse mesmo produtor tem outros vinhos doces, que devem ser muito bons, entre 60 e 120 reais. Vale experimentar...

Tomaram: Chalise (sem safra)

Calma pessoal, é brincadeira... Acho que esse ninguém tomou, nem o engraçadinho do Luiz Felipe, que me mandou essa foto.
Luiz, quero saber o que você fez com essa taça aí da foto, espero que tenha usado para temperar carne... Seria uma decepção se você tivesse tomado esta verdadeira "porcaria" da vinicultura brasileira.
Disse o Luiz que a foto acima foi só um teste da câmera do celular, para não falhar em Santiago, onde ele será o correspondente do Esse eu Tomei! no próximo feriado.
De qualquer forma, vale reproduzir as piadinhas do Luiz, que acompanharam a inusitada foto do Chalise, esse clássico dos 'vinhos de cozinha' nacionais:
"Vinho tomado: chalise.
Vinho muito frutado. Rs
Recomendado para tomar antes de show de rock, aniversário de sogra e festa junina. Ah, recomendado também para reuniões de condomínio.
Otimo custo benefício! rs
Obs: era só um teste da câmera do celular, para não falhar em santiago.
Abs,
Luiz Felipe"
Espero que os vinhos tomados em Santiago sejam substancialmente melhores do que esse!

sábado, 29 de maio de 2010

Tomado: Quinta de Pancas Cabernet Sauvignon 2003

Esse eu tomei!
Prosseguindo no jantar de ontem com o João, mantivemos o estilo cabernet sauvignon, desta vez com um inusitado português da região do Alenquer. Um vinho também já com certo grau de maturidade - 2003 - que demonstrou bastante potência e elegância, pois os taninos já estão amaciados. Muito boa acidez, acompanhou a comida perfeitamente, a garrafa acabou sem sequer percebermos.
Um ótimo cabernet, diferente, com um toque profundo de carvalho, porém com bastante sabor de frutas vermelhas e especiarias. Uma boa pedida.
Detalhe: No contra-rótulo há o adesivo da Mistral, mas não achei mais esse vinho no catálogo ou no site da Mistral...

Tomado: Château Beaumont 2002

Esse eu tomei!
Ontem à noite, na companhia do velho amigo João Francisco, de sua namorada Tati e da Taci, jantando no pequeno e agradável restaurante In Vino Amici, no Itaim, São Paulo.
O restaurante tem um cardápio pequeno mas muito gostoso. Mas o grande barato do restaurante é que a carta de vinhos é bastante variada e os preços são só um pouco maiores que nas importadores, o que permite que sejam tomados bons vinhos sem gastar os tubos.
Esse foi o primeiro vinho da noite, um Bordeaux Crus Bourgeois de ótima qualidade, feito com predomínio de cabernet sauvignon. Com coloração rubi, aromas agradáveis de especiarias com toque de carvalho e final lembrando eucaliptos (esse detalhe foi dito pelo maître antes de provarmos e foi confirmado). No sabor, bastante fruta e um toque de madeira. Um vinho ainda encorpado, apesar de 2002, mas com os taninos já bem macios, fácil de beber.
Gostei. É importado pela Mistral, mas no site não consta o preço, parece que não está disponível no momento.
Valeu João pelo reencontro !

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Arquivo do Vasco: Champagnes (V.Clicquot e Bollinger)

É claro que no Arquivo do Vasco não iriam faltar uns bons Champagnes... Tomamos outros, mas só guardamos as garrafas desses dois exemplares.

O primeiro, um Veuve Clicquot Brut, igual ao que postamos recentemente (link). Ótimo, como deve ser.

O segundo é um Bollinger Special Cuvée Brut, o 'vinho de entrada' da madame Lily Bollinger (já falei dela no post com frases sobre champagne).

Vale aqui duas observações:

A primeira, que esse para mim foi um dos melhores champagnes sem safra que eu já tomei, não é à toa que a Bollinger é uma das mais bem reputadas casas de champagne.

A segunda, que esse é o champagne preferido do 007. Já houve até uma edição especial, da safra 1999 (salvo engano), em que a caixa era uma homenagem ao James Bond. Confira a foto:

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Arquivo do Vasco: Floresta Merlot-Cabernet Sauvignon 1998, Santa Rita

Eis mais um vinho tomado com o Vascão, este um grande representante das Américas...
Comprei no Chile (em maio/2008, quando visitei Santiago e arredores com a Taci e meus pais), na linda vinícola Santa Rita:

Não só a vinícola é linda, como tem um ótimo restaurante, uma linda e grande lojinha de vinhos subterrânea e um incrível Museu de Arte Andina. Para mim foi o melhor passeio que fiz no Chile. Juntou tudo de bom: paisagem, arte, comida e bom vinho:

Museu Andino dentro da Fazenda


Trouxe 3 garrafas desse vinho (pena que acabaram), que é muito encorpado, mas muito macio e saboroso. Com bastante complexidade, um vinho de qualidade acima da média e que não é exportado. Tomamos esse em 2009, já com 11 anos de garrafa e o vinho ainda tinha ótimo corpo - aguentaria mais guarda - mas já mostrava todo seu leque de aromas e sabores.

Lá no Chile tem um preço muito bom, lembro que paguei o equivalente a 70 ou 80 reais cada garrafa.
Foi um dos melhores vinhos que tomei no Chile, acho que só perdendo para o Don Melchor e para o Almaviva... mas fazendo bonito!

Tomado: Angheben Teroldego 2005

Esse eu tomei!
Após o espumante da Angheben, eu e o Carlão resolvemos tomar mais um brasileiro, mais um da Angheben que eu comprei para provarmos.
Esse vinho me chamou a atenção no catálogo da Vinci porque é feito com uma uva de que eu nunca tinha ouvido falar, a Teroldego, cuja origem é o norte da Itália.
Um vinho muito diferente, mas muito bem feito, com personalidade e tipicidade.
Para se ter uma idéia, só 50% do vinho estagia em madeira, e por apenas 6 meses.
O resultado é um vinho de coloração bem escura, que sugere um corpo muito forte, tânico.
O aroma me lembrou um pouco de frutas negras e tabaco.
No entanto, o sabor é alegre, elegante, frutado e delicado. Muito fácil de beber, com média acidez e com taninos já bem fracos.
Gostei bastante, um vinho muito original. Combinou bem com o que queríamos (um vinho leve apenas para bebericar com um cachorro quente)
Minha única ressalva é que os vinhos brasileiros ainda deixam a desejar no quesito persistência... o sabor parece que some em poucos segundos, sem deixar algo marcante na boca...é preciso dar mais um gole para relembrar !
Custa R$ 59,90 na Vinci.

Tomado: Espumante Angheben Brut

Esse eu tomei!
Apesar do nome, este é um vinho brasileiro (Rio Grande do Sul), de um produtor que em São Paulo é distribuído pela Vinci.
Um espumante muito interessante, com aroma levemente frutado (me lembrou melão) e com um toque de noz. Na boca um sabor de frutas secas levemente adocicado, com acidez média e muito pouco amargor. Final de boca razoavelmente persistente. Já ia me esquecendo, a perlage inicial é abundante, mas não muito duradoura.
Achei muito agradável, fácil de tomar, sem enjoar.
Ótimo custo benefício - custa R$ 40,30 na Vinci - pretendo comprar novamente.

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