terça-feira, 1 de junho de 2010

Tomado: Casa de Santa Vitória Reserva 2006

Esse eu tomei!

Após o E. Gascón Cabernet Sauvignon 2005, partimos para esse alentejano, que acompanhou a massa com ragú do Carlão com igual perfeição.

Um belo vinho português, feito com Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Syrah.

Foi interessante tomarmos esse depois de um 100% cabernet, pois deu para notar com facilidade a influência das outras castas, especialmente da Touriga Nacional, que deu um toque bem floral e de especiarias aos aromas e ao sabor do vinho.

Um vinho muito equilibrado e elegante, tudo no lugar. Toques de frutas vermelhas, madeira no ponto certo, taninos bem macios, com um final levemente floral - da Touriga.

Gostei muito, um vinho bem alegre, mas com um bom corpo que demanda um acompanhamento gastronômico.

Uma gratíssima surpresa.

Carlão, não me lembrei de onde foi comprado e qual a faixa de preço...

Tomado: Escorihuela Gascón Pequeñas Producciones Cabernet Sauvignon 2005

Esse eu tomei!
Foi o primeiro vinho que tomamos de acompanhamento à bela massa com ragú de acém (feita pelo Carlão).
A massa realmente ficou muito boa, pena que não tiramos uma foto do prato (falha minha). Parabéns Carlão, já pode casar.
O vinho: Decantamos ele por pouco mais de uma hora, o que tornou esse vinho muito macio e elegante, apesar de toda a sua potência e sabor de frutas e madeira. Um vinho com bons taninos e acidez, ficou redondíssimo com a massa e a carne do ragú.
Tem aquela tipicidade moderna dos argentinos- toque abaunilhado e fruta mais adocicada - mas acho que os 5 anos de garrafa e a decantada de 1:30 renderam mais complexidade e elegância. Demonstrou personalidade.
Gostei muito do vinho. Já tinha tomado outras duas garrafas (presente do Zé Olinto, no natal), mas essa me pareceu a melhor de todas, talvez pelo tempo de decantação que não tinha tido nas anteriores, e pelo bom acompanhamento gastronômico.

Arquivo do Vasco: Sassoalloro 2004 e 2005

E não foi só de Brunellos que "sobrevivemos" nesses duros almoços de domingo na casa do Vasco... Da Itália também provamos um grande vinho feito pelo renomado Biondi-Santi, com os mesmos clones da Sangiovese usados nos seus brunellos.
Trata-se do Sassoalloro, um vinho já conhecido por aqui e muito bem conceituado.
Tivemos a oportunidade de tomar duas safras distintas, a 2004 e a 2005.
Um vinho com bastante personalidade, encorpado, com sabor bem frutado, com toques de especiarias e carvalho.
As duas safras estavam ótimas. A 2005 ainda pode ser encontrada na Mistral, por cerca de R$ 140,00.
Perfeito para massas e muito bom com pizzas bem condimentadas.

Ranking Enoblogs - Esse eu Tomei! já em 5º lugar




Mais uma vez agradecemos a todos que nos visitam....

Rodrigo e Carlos

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Tomaram: Uma porrada de Argento Reserva Chardonnay – Vintage 200?

Esses tomaram.
Foi Edu Nobre, provavelmente com a sua Senhora e outros notáveis bêbados que frequentam sua residência.
O ilustre etilista limitou-se ao seguinte comentário: "Esse é para a piscina...."
Devia estar muito bom mesmo, pois pela quantidade tomada...
Clamamos ao ilustre colega que seja mais específico em suas descrições. Portanto, aguardamos suas notas degustativas, de oportunidade e afins.

Tomaram: Algélica Zapata Malbec 2005

Esse tomaram.
Foi o Rafael Bruno, meu sócio e amigo de longa data.
Rafa, até algum tempo atrás, dizia que não precisava de nada melhor que um "Callia Alta", que passando disso era, para ele, "um desperdício de grana". Feliz ou infelizmente, hoje a opinião dele mudou muito. Anda dizendo: "não sei como conseguia tomar o Callia e achar que era um grande vinho" rs...
De fato, o "Callia" não é um grande vinho... mas também não é uma porcaria, é simplesmente um vinho argentino mediano e com objetivo meramente mercadológico.
Esse são outros quinhentos. O produtor dispensa comentários, é um dos maiores da Argentina e do Novo Mundo. Devo confessar que foi por meio dos vinhos do Catena que eu comecei a me apaixonar por vinhos.
Pra quem gosta de Malbec e vinhos do novo mundo, esse é um espécime exemplar. Pode-se dizer que é uma referência.
Ao tomá-lo, o Rafa assim anotou:
"Tomei esse vinho num jantar de sexta feira em família.
O vinho foi acompanhado de carne e apesar de o prato ter sido simples, achei que a potencia da uva ficou bem harmonizada com a carne pouco condimentada.
O vinho e muito bom, especialmente depois de 40 minutos de aberto. E um belo representante dos vinhos da bodega."
O Rafa estará conosco no Encontro Mistral dia 7 de junho.

Tomaram: Nederburg Winemaster's Reserve Cabernet Sauvignon 2008

Esse tomaram!
Colaboração do meu querido tio Solon, que sempre tem boas surpresas vindas da África do Sul.
Este vinho foi tomado semana passada e o Solon me disse que era um vinho muito equilibrado, macio, gostou muito dele.
Solon, se tiver algum detalhe a mais para acrescentar, fique à vontade para comentar aqui !!
Vale destacar que a Nederburg é uma das vinícolas mais tradicionais e importantes da África do Sul, tanto assim que são dela os vinhos oficiais da Copa do Mundo 2010 - vide foto:

Aliás, o Solon já me adiantou que ganhou uma garrafa desse vinho, o 'Twenty 10'.

Solon, quero tomar junto para comentar aqui !! Te espero em São Paulo para isso!

Tomado: Paula Malbec 2008

Esse eu tomei.
Foi o tinto servido no casamento do Fernando e da Anna (29/05/2010). Se os recém casados foram corajosos na escolha do espumante, quanto ao tinto foram extremante cautelosos. Optaram pelo bom e velho malbec argentino de uma vinícola consagrada.
Ou seja, sem comentários, um vinho que não surpreende, nem pra bem, nem pra mal. É exatamente o que se espera dele, parecido com 99,99% dos malbecs simples e bem feitos da Argentina. Gostosinho, abaunilhado, redondinho... o que o Robertinho Manobrista (que trocadilho idiota! não resisti... rs...) chamaria de um "best buy".
Poderiam ter ousado mais. Porém, certamente seriam criticados. Para agradar a todos só mesmo os "coca-cola wines".

Tomado: Fausto de Pizzato Brut

 
Esse eu tomei.
Foi o espumante servido no casamento da Anna com o meu queridíssimo amigo e grande advogado Fernando Agrela, neste sábado (29/05/2010).
Parabéns aos noivos pelo casório, pela festa e, em especial, pela escolha do espumante.
Geralmente os nubentes optam por espumantes estrangeiros, há ainda um certo receio de como os convidados receberiam uma bebida nacional. O Fernandinho teve coragem e escolheu o melhor na faixa de preço recomenda para uma balada de casamento. Dificilmente encontraria um espumante importado com a mesma qualidade nesta faixa de preço.
O Brasil tem demonstrado vocação para fazer bons espumantes, vale a pena prestigiar.
Esse, em especial, é um ótimo vinho. Persistente no sabor e na perlage, tem certa complexidade é leve e agradável. Bastante frutado, chega a ser um pouco doce no final, lembrando um prosecco.
Adorei, vou ter desses na minha adega pra tomar de montão.

Tomado: Moura Basto Douro 1999

Esse eu tomei.
Terça-feira passada (25/05/2010) em um agradável almoço com os meus amigos e conselheiros da Fundação Museu de Tecnologia de São Paulo (Dr. Paulo, Alberto, Mauro e Ricardo) na Churrascaria Ponteiro, na Av. Jaguaré, próxima à sede da Fundação.
Bom vinho, redondo, frutado sem aquela "agressividade" típica dos portugues mais simples. Perceba que é um vinho já com idade, e ainda está em ótima forma.
É um vinho simples e bem feito que acompanhou muito bem o churrasco.
Em consulta na internt, verifiquei que esse produtor também tem propriedades na Bairrada. Esse é da região do Douro.

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