segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tomaram: Cruz Alta 2008 Malbec

Esse tomaram!
João Francisco mandou seus comentários sobre este Malbec de los hermanos, tomado na companhia de uma pizza:

"Um Malbec Argentino - pode só pela citação ser alvo imediato de crítica. Todavia, no meu humilde entender é um bom vinho de dia-a-dia.
No caso deste, da Rutini, foi acompanhado da famosa redonda. Um bom vinho pelo custo. Aroma e gosto agradáveis."
Tens razão João, é um vinho importado pela Zahil que, apesar de esgotado atualmente (no site diz isso), está na faixa dos 30 reais. Uma boa pedida para uma pizzoca.

domingo, 11 de julho de 2010

Tomado: Chateauneuf-du-Pape Vieux Telegraphe "La Crau" 2006

Esse eu tomei!
Foi o melhor vinho da noite de 9 de julho, foi trazido pelo Marcello Pedroso.
Um clássico do Rhône, de um grande produtor. Excelente mesmo.
A impressão foi anotada pelo próprio Pedroso, com precisão:

"Aromas de uvas passas frescas - diferente de uva passa que fica na geladeira -, caramelo e frutas vermelhas. Sabor de frutas "obscuras" (mais que negras), caramelos, framboesa e amora fresca, colhida na hora. E azeitona preta, sem tempero. "Acabei ".

Pedroso, foi fundo nos detalhes...

Ainda teve louco (Fiu e Chede) que tomou um Buchanan's 12 anos que já estava em casa há uns 10 anos, este envelheceu por todos os cantos!

Resumo da noite, nós e os vinhos:


Tomado: Givry Champ Nalot 2006 (Parize et fils)

Esse eu tomei! Na noite do dia 09/07, com a galera em casa, depois do Purple Angel abrimos algo mais leve, pois estávamos nos preparando para um ótimo Chateaunef du Pape trazido pelo Marcello Pedroso.
Nesse meio tempo abri um dos meus, seguindo minha preferência pelos Borgonhas, um Givry, proveniente da porção mais central da região. Bem típico.
Coro rubi clara, muito brilhante. Aromas de tabaco e frutas. Na boca é leve, com ótima acidez, levemente frutado e delicado, com toques de couro. Complexo, para mim um show, e por módicos 90 reais (módicos para um borgonha, quero dizer), no Club du Taste-vin.
Foi unanimidade, elogiado por todos.

Tomado: Purple Angel 2006 (Viña Montes)

Esse eu tomei!
Esse foi o Fernando, vulgo Fiu, que trouxe. Um belo exemplar de vinho chileno permium, um Carménère com acréscimo de 8% de Petit Verdot.
O Fernando estava curioso, afinal é um emblemático vinho chileno, reputado como um dos melhores Carménères.
Abrimos, decantamos por 20 minutos (não deu para esperar mais, muita gente compartilhando o vinho: Eu, a Taci - única que não bebe-, Fiu, Pedroso, Lu, Chede, Carlão, Gi e Camila).
Apresentou aromas de madeira, framboesa e ameixas. Estilo moderno. Sabor muito frutado, sem excesso vegetal. Macio, aveludado, enche a boca e tem madeira e boa acidez no retrogosto.
Muito bom e melhor com comida, como os queijos e o fois gras e as castanhas que comemos.

sábado, 10 de julho de 2010

Tomado: Glen Carlou Tortoise Hill Red 2006

Esse eu tomei!
Foi o segundo vinho da noite de 9 de julho.
Tomamos esse sulafricano trazido pelo Carlão.
Nos rótulos não constam as castas usadas, mas no site nosso vinho achei a seguinte informação:

"Glen Carlou Tortoise Hill Red 2006 é uma mistura de 77% Cabernet Sauvignon 4% Zinfandel 13% Shiraz 1% Tempranilo e 5% Merlot"

Passa por 15 meses de barril.
Tem coloração bem escura, aromas de carvalho, madeira tostada. No sabor sente-se a madeira tostada, frutas negras. Potente, com acidez acentuada. Tem ainda um toque apimentado e de canela.
Estilo moderno, muito bom, especialmente porque custa por volta de 50 reais.

Tomado: Champagne Moët & Chandon Rosé Imperial

Esse eu tomei!
Ontem recebi alguns amigos em casa, dentre eles o Fernando Zoratti, a quem já tinha prometido um champagne rosé para lembrar os velhos tempos em que fazíamos degustações às sextas feiras, no pequeno flat em que morava.
Tomamos primeiro um espumante rosé 3b da Filipa Pato, sempre bom, mas já postado por aqui.
Na sequência, todos presentes, abrimos esse clássico Moët Rosé.
Um espumante com perlage fina e persistente. Aromas de framboesas e cerejas. Na boca é frutado e gasoso, seco. Muito estruturada e equilibrada. Adoro. Deixou o 3b meio longe...

Tomado: Espumante Extra Dry Sergio Mionetto

Esse eu tomei! Ontem, almoçando no Capim Santo.
Um espumante muito agradável e refrescante. Mais doce que um brut, o extra dry é bem redondinho e fácil de beber.
Tem aromas leves cítricos, lembrou maçã e melão. Sabor frutado com final fresco e levemente doce. Tem boa acidez, levou bem a comida - arroz, feijão, carne e brócolis.
Gostei do restaurante, mas achei caro pelo que se serve.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Tomado: AM Rosé 2009 (Abafado Molecular, Luis Pato)

Esse eu tomei!
Depois de tomarmos um espumante rosé e um vinho rosé, para a sobremesa resolvemos tomar o AM Rosé, um vinho doce e leve produzido pelo Luis Pato, na Bairrada, centro de Portugal.
O vinho tem este nome porque a fermentação das uvas é interrompida por refrigeração, abafando as moléculas...Tem só 10% de álcool.
Cor: Muito rosa, bonito de ver.
Aromas: um tutti frutti, bala de iogurte de morango.
Sabor: persiste nas frutas, morango, muito suave e feminino. Eu, que gosto de vinhos doces, gostei. Como aperitivo é legal. Com a sobremesa fica muito leve. Com os pasteizinhos de nata até que ficou bom.
Finalmente, uma foto da noite rosé que tivemos na casa do Carlão:

Tomado: Tremendus Rosé 2008 - Clarete Viúva + Garnacha (Rioja)

Esse eu tomei!
Depois de um espumante rosé (Bottega) resolvemos tomar um vinho rosé para acompanhar o frango com alecrim (e alho) do Carlão.


No rótulo dizia que o vinho era rosé, mas no copo se vê a incrível coloração laranja do vinho. Muito interessante.




O vinho tem aromas muito cítricos, de tangerina. Sabor leve, macio, com aquele azedinho cítrico gostoso, dá uma leve frisadinha e tem boa acidez. Gostei bastante e é um vinho barato, salvo engano menos de 50 reais (no Empório Mercantil).
Valeu a brincadeira.

Tomado: Bottega Rosé Brut

Esse eu tomei!
Foi o aperitivo do jantar no Carlão, em 06/07, acompanhado de castanhas diversas.
Um espumante com perlage abundante, média duração. Cor rosada clara. Muito aromática, framboesa e floral. Na boca é leve, fino e seco, chega a parecer um pouco aguádo. Na verdade, no segundo gole achei que é mesmo delicado, leve, mas bem feita. Nada muito complexo porém agradável.

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