segunda-feira, 1 de março de 2010

Tomado: Crios Malbec 2007

Esse eu tomei!
Argentino, de Mendoza, produzido pela Susana Balbo.
Tomei essa meia garrafa agora, nesta segunda-feira, vendo tv com a Gi.
É um vinho ordinário, no sentido literal da palavra.
"Ajustado", um pouco adocicado demais. Tem um fundo de uva passa.
Pra uma segunda-feira está bom.
Cheguei em casa morrendo de vontade de tomar um vinho, fiquei com dó de abrir uma garrafa inteira. Por essas é bom ter na adega algumas meia garrafas. Quando estou tomando sozinho não faço questão de abrir vinhos muito bons, contento-me com os "tomaveis" como esse.
Deixemos os grandes vinhos para dividir...

Tomado: Barca Velha, 1995

Esse eu tomei!
Em 23/01/2010, juntamente com o Carlão, Giovana e Taciana, no jantar no restaurante Don Tonho, no Porto. Acompanhado também de uma boa alheira e de um excelente arroz de pato.
O Barca Velha é um vinho emblemático de Portugal, acredito ser o mais famoso e laureado dos vinhos portugueses.
E realmente é um vinho diferenciado, com sabor bastante complexo (muitas nuances), redondo, macio no final de boca.
O vinho mantém bem o sabor da fruta, mesmo após 15 anos de idade, e a coloração continua vermelha forte, bonito de ver no copo e melhor ainda de se tomar ! Muito típico e peculiar.
Vale ressaltar que o produtor (Casa Ferreirinha) é bastante conceituado e tem uma grande gama de vinhos de boa qualidade. Quem quiser saber um pouco mais sobre esse produtor pode conferir o site http://www.sograpevinhos.eu/marcas/4/historia.
Nada melhor do que começar o mês falando de um ícone dos vinhos mundiais....

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Tomado: Surazo Late Harvest 2003

Esse eu tomei!
Acompanhou a sobremesa do jantar de ontem (27.02.2010), uma torta de gianduia com caramelo e bolacha champagne, Dobosch (Dobosch Torte) comprado na Confeitaria Christina (http://www.confeitariachristina.com.br/).
O vinho é um late harvest chileno também comprado na Empório Mercantil (http://www.emporiomercantil.com.br/), importado pela Porto Mediterrâneo (http://www.portomediterraneo.com.br/). É um vinho de sobremesa bem diferente de tudo que eu já tomei. Não tem nada a ver com os Sauternes que são a referência natural para os vinhos do tipo late harvest. Tem uma certa acidez, e é inegável o sabor de uva passa (“uva pobre” como diria o Luis Pato).
É produzido com as uvas semillon e riesling. Com a sobremesa ele harmonizou bem, não é um vinho que dê para ser tomado como aperitivo, exige um acompanhamento.
Valeu pela experiência, é sempre interessante tomar um vinho tão diferente.

Tomado: Abadal Crianza 2005

Esse eu tomei!
Foi o segundo vinho do jantar de ontem (27.02.2010). Acompanhou, e muito bem, o excelente risoto preparado pelo Frotinha.
Comprei ontem mesmo no Empório Mercantil (http://www.emporiomercantil.com.br/), mas é importado pela Decanter (http://www.decanter.com.br/).
É um crianza diferenciado, seja pela região em que é produzido, Pla de Bajes, não me lembro de ter tomado nada desta região; seja porque é feito com uvas de castas francesas, cabernet savignon e merlot. Os crianzas são usualmente feitos com uvas tempranillo.
Mantém a característica dos espanhóis, um pouquinho mais adocicado que os crianzas mais tradicionais. Madeira e fruta na medida. Excelente vinho. Bom custo benefício. Certamente tomaremos mais dele.

Tomado: Villa Borghetti (Valpolicella) 2008


Esse eu tomei!
Ontem (27.02.2010), aqui em casa com o chefe de cozinha Rodrigo Frota (vulgo Frotinha), a Isabela e a Giovana.
Foi o Frotinha quem trouxe, foi um dos vinhos que ele recebeu da Sociedade da Mesa (http://www.sociedadedamesa.com.br/).
A Sociedade da Mesa tem um programa em que os associados recebem mensalmente 6 garrafas de um vinho selecionado pela direção da sociedade.
O Frotinha é um dos precursores da sociedade e um entusiasta do programa. O objetivo do programa é garantir vinhos para o dia a dia dos associados. Empenham-se em buscar vinhos de excelente custo benefício, como é este Valpolicella.
O vinho: Trata-se de um vinho sem muitas pretensões, é um vinho simples. Porém, muito bem feito. Sem as enganações usuais da maioria dos vinhos destinados ao dia a dia. Nada de correções com adições ou madeira. É um vinho extremamente leve, agradável. Superou minhas expectativas para um Valpolicella. Os vinhos desta região, que encontramos no mercado brasileiro, são muito inferiores a este.
O vinho acompanhou bem o presunto espanhol que comemos enquanto o Frotinha preparava o seu risoto de calabresa com mussarela.
A última taça da garrafa foi destinada ao risoto.
Excelente custo benefício. Parabéns ao pessoal da Sociedade da Mesa.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Tomados: AM (Abafado Molecular), Branco, Rosé e Tinto - Luis Pato

Esses eu tomei!
Com a Taci Linda, o Carlão e a Giovana, a convite e na companhia do produtor, o admirável Engenheiro Luis Pato (assim que ele é chamado lá).
Em janeiro, ao visitarmos a adega do Luis Pato, na Bairrada, tivemos o prazer de experimentar os vinhos que ele acabava de produzir e que ainda sequer estavam engarrafados para venda. O lançamento desses vinhos está programado para este ano, devendo chegar ao Brasil, através da Mistral, por volta de março/abril (espero que o preço seja bom, pois pretendo comprar uma caixa).
São vinhos leves e suavemente adocicados, sendo o tinto um pouco mais encorpado e peculiar. Todos são excelentes e ótimas opções para aperitivar ou mesmo para sobremesas leves.
A Taci e e Giovana adoraram especialmente o rosé, que tem uma coloração incrível e um sabor único - quem tiver preconceito com vinhos doces deve provar, vai mudar de idéia sobre o assunto. É muito melhor que qualquer colheita tardia da América do Sul.
Vale dizer que esses vinhos não são doces em razão de a colheita das uvas ter sido feita tardiamente (o Luis Pato não gosta dessa idéia de colher uva "podre"). O processo de produção é semelhante ao vinho do Porto, onde a fermentação é interrompida e mantém mais açúcar no vinho. Mas no caso dos AM não é inserido nenhum aguardante ou fortificante (como ocorre no Porto), por isso o vinho fica leve (9% a 10%).
Foi uma experiência incrível, até porque incluiu uma "aula" de aproximadamente 1 hora, em que pudemos 'dividir' nossas impressões sobre os vinhos portugueses com o Luis Pato. E ainda conhecemos sua garrafeira (adega para nós) pessoal:

Fica aqui também registrado nosso agradecimento à receptividade do Luis Pato e à atenção que nos foi dispensada em pleno sábado. Foi certamente a visita mais marcante que fizemos aos produtores de vinho de Portugal !

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Tomado: Chateau Maucaillou 2001

Esse eu tomei!
Em 16/01/2010, almoçando no restaurante 'La Vagenende', no Boulevard Saint-Germain, em Paris, acompanhado do Charlon, Gi e Taci.

Só agora reparei que não tínhamos postado nenhum vinho de Bordeaux, uma das maiores e melhores regiões produtoras de vinho do mundo. Há tantos produtores e sub-regiões em Bordeaux que chega a ser difícil escolher um vinho de lá. Especialmente na França, onde as cartas trazem inúmeras opções.

Na média os vinhos de Bordeaux são muito bons, frutados, macios e com madeira na medida, apesar de alguns produtores já terem aderido ao padrão de mercado, com exposição excessiva de carvalho novo (gostinho de baunilha e chocolate).

As uvas mais comuns que compõe os vinhos de Bordeaux são a cabernet sauvignon, a merlot, a cabernet franc e a petit verdot. Alguns vinhos ainda contam com a Malbec (uva francesa que se tornou popular na Argentina) e a Carménère (popularizada no Chile). Normalmente os vinhos são um "blend" dessas uvas, com predominância de cabernet sauvignon em algumas regiões e de merlot em outras.

Normalmente são vinhos com boa capacidade de envelhecimento, especialmente os chamados de "Grands Chateaux" - caso do Chateau Lafite-Rothschild, Chateau Latour, Chateau Margaux, Chateau Mouton-Rothschild e Chateau Haut-Brion. Mas esses são vinhos caros demais (no Brasil pelo menos 1000 dólares, e de safras recentes), pois, apesar de excelentes, viraram fetiches de colecionadores.

O vinho: Este Bordeaux em particular foi simplesmente um show, um grande vinho, apesar de ser 2001 ainda tinha muita potência (aguentava tranquilamente mais uns anos de guarda) e muito sabor de fruta, além de um final macio e aveludado. Foi sugestão do garçon, que nos recomendou dizendo que era um de seus bordeaux preferidos e dos melhores do restaurante. Foi uma ótima pedida mesmo, pena que nunca vi esse vinho à venda em São Paulo.
Em tempo, na importadora Vinci vende-se a safra 1998 por R$ 78,23, mas é apenas meia garrafa...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Tomado: Porto Niepoort Tawny 10 anos

Esse eu tomei !
Durante o mês de fevereiro, em diversas ocasiões, partilhando com os Srs. Carlos, Vasco, José Olinto, Elsa, Taciana (talvez tenha esquecido alguém, mas tudo bem).
Da mesma forma como descrevi o Cálem 10 anos, o Niepoort também é uma referência em vinhos do porto, sendo esse 10 anos muito bom, dentro do que se espera de um dos portos mais agradáveis de se tomar (adquirimos uma certa preferência pelos 10 anos, pois já têm muita qualidade e não são tão caros como os 20, 30, 40 ou os vintage).
A cor, como sempre, é bem amarronzada, âmbar como dizem os portugueses. O sabor é suavemente adocicado, mas com uma boa estrutura de madeira. Acompanhou bem diversas sobremesas, inclusive sorvetes.
O duro é largar esse vício de tomar sempre um portinho ao final das refeições, é realmente muito bom.

Tomado: Champagne Laurent- Perrier

Esse eu tomei.
Ontem à noite lá em casa, na piscina, comemorando, tardiamente, o ano novo com o casal Brochini. Comemoramos, também, os "novos desafios" que o Dr. Henrique vai enfrentar em 2010. Parabéns Pimpolhão!
Excelente champagne. Embora seja a mais simples da vinícula, impressiona pela qualidade, realmente muito boa.
Tem um gostinho abaunilhado no final. Delícia.
Esta e a Loius Roederer, nesta ordem, são os meus champagnes (genéricas) preferidos.
Ju, aguardo suas impressões degustativas.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Tomado: Cava Don Román


Esse eu tomei. E tomei muitas e muitas vezes.


A última vez foi na casa dos meus pais neste domingo (21.02.2010).

Descoberto no restaurante Ene (tem um til no "e" que não sei por que não o blog não aceita), trata-se de uma Cava (espumante espanhol) de excelente custo benefício.

É importado pela Casa Flora e custa cerca de R$ 32,00. Costumo comprar de caixa pra ter em casa. Tem sido a bebida oficial dos jogos do Tricolor. Foi a cava que indiquei para ser servida no casamento do meu irmão e foi um sucesso.

Uma ótima bebida para aperitivar e tomar na beira da piscina. Seca na medida. Na sua faixa de preço, supera a grande maioria os espumantes nacionais pela qualidade da pelage (ao meu ver o grande defeito dos espumantes nacionais de custo razoável).
Continuaremos tomando muito desta cava.

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