quarta-feira, 14 de abril de 2010

Tomado: Surazo Reserva 5 Big Reds 2003

Esse eu tomei!
Foi na quinta-feira passada (8/04/2010) lá em casa com o Broka e a Gi.
Adquirido no Empório Mercantil por indicação do vendedor.
Bom... um pouco adocicado demais para o meu gosto. O que mais me chamou a atenção neste vinho é que ele tem sabor herbácio, diferente, o Broka também notou. Embora seja um vinho de baixo custo (+/- R$ 50,00), tem personalidade! Um bom vinho para receber a galera e acompanhar uma pizza.
Madeira na medida e um pouco alcoólico no final.
Um vinho "legal", despretensioso, divertido, fora dos padrões.
É um corte de Merlot 30%, Cabernet Sauvignon 40%, Carmenere 20%, Syrah 5% e Malbec 5%, por isso "5 big reds".

Tomado: Rosso di Montalcino Renieri 2005

Esse eu tomei!
Foi o segundo vinho que tomamos no restaurante Vino, em 10/04.
Foi uma grata surpresa, melhor que muito brunello genérico que já tomei (só se sabe que não é um brunello pela leveza um pouco maior deste rosso, mais "suave"). Esse Rosso é bem frutado, saboroso, um veludo no final de boca. Agradabilíssimo.
Ótimo vinho.

Tomado: Espumante Herdade do Esporão brut 2004

Esse eu tomei!
Foi a abertura de um bom jantar que tivemos (Eu, Taci, Carlão, Gi, Marcel, Dani, Maurício e mauren) no restaurante Vino, em SP, no sábado, 10/04.
Um ótimo espumante, bem seco, perlage firme, muito bom.
Só achei o preço salgado demais (R$ 110,00), e não vale dizer que foi preço de restaurante, porque o bacana do "Vino" é que é uma loja de vinhos em que você pode comer com muito conforto, escolhendo os vinhos do catálogo e pagando o mesmo preço da venda "para viagem"...

Tomado: Porto Kopke Colheita 1975

Esse eu tomei!
Encerrando as festividades dos meus 35 anos, abri esta garrafa de Porto que trouxe de Portugal exatamente para esta ocasião.
Um vinho espetacular, com coloração bem âmbar, já tendendo para aquela cor de caramelo.
Aromas de amêndoas (predominante) e mais muitas outras coisas que não ouso listar, até porque o importante é saber que o "cheiro" era muito bom e complexo!
No sabor era leve, mas com um final de boca bem caramelado e doce, dava até a impressão de açúcar cristalizado. A persistência na boca parecia infinita, o gosto permaneceu minutos, mesmo tomando um café depois.
Realmente um vinho do porto excelente e diferente do Kopke Colheita 1980 que tomamos, que também era um espetáculo. Este 1975 tinha no aroma e no sabor uma impressão um pouco mais forte de álcool (apesar da leveza), que segundo o Carlão ajudou a armonizar com o bolo de creme e morango que o acompanhou. Concordo.
Para finalizar, uma foto da garrafa e do aniversariante:

PS: Pena que a garrafa não durou 30 minutos, graças à colaboração dos amigos Carlos, Marcel, Pedroso, Chede, Giovana, Luciana, Daniela, e aos parentes Vasco, Guiomar, Elsa e Taci linda.

Tomado: D.V. Catena Syrah-Syrah 2005

Esse eu tomei!
Este foi o vinho que escolhi para acompanhar o jantar do meu aniversário, no restaurante Othelo, no Campo Belo.
É mais um dos vinhos honestos e bem feitos da bodega Catena. A peculiaridade deste vinho é que ele é feito com uvas Syrah de dois vinhedos distintos, por isso o nome Syrah-Syrah.
O vinho: Coloração bem rubi. Aromas de frutas vermelhas. No sabor me pareceu no ponto certo de envelhecimento, enche a boca, mas com leveza, sem agredir, tendo bom e persistente final. Há ainda um certo toque adocicado no final de boca (que desagradou um pouco o Carlão).
Detalhe: Apesar de ter achado a carta de vinhos do Othelo um pouco restrita, especialmente em relação aos vinhos europeus, os preços são muito honestos. Este DV é vendido na Mistral por R$ 61,42, e no Othelo passa para honestos R$ 85,00.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Esse eu tomei em festa!

Hoje comemora-se em toda a América Latina e imediações o aniversário do nosso grande "tomador" D. Rodrigo Campos, um grande amigo com quem tenho a honra de dividir não só este espaço, mas a grande maioria dos vinhos que tenho tomado.
Rodrigão, felicidades pra vc e que nos próximos anos continuemos curtindo a vida e tomando tudo do bom e do melhor.
Memento Mori et Carpe diem!
Imagem registrada na Capela dos Ossos, em Évora, quando D. Rodrigo reverenciava aquele templo à transitoriedade da vida.

Tomado: Viña Tarapacá Terroir Late Harvest 2008

Esse eu tomei!

Com um pavê de maracujá muito bom que a Giovana fez, no almoço do dia 10/04.

Foi um vinho que me impressionou muito. E a todos que tomaram (Carlos, Cadú e Alexandre)

Primeiro porque não passa de R$ 30,00 a garrafa.

Segundo porque este corte de Sauvignon Blanc e Gewurztraminer gerou um vinho muito perfumado, cítrico, com um sabor leve e macio. Excelente custo benefício.

Tem um final de boca bem docinho e agradável, sem exageros ou qualquer rastro de amargor.

Recomendo para as sobremesas do dia a dia.

Tomado: Heartland Stickleback 2008

Esse eu tomei!
Foi o último (finalmente) vinho que tomamos em 09/04, no jantar promovido pelo casal Pecchiae e Thaís.
Depois de Familia Gascón, Brunello, Almaviva e EPU, veio esse Australiano para, literalmente, dar uma porrada no nosso paladar.
Trata-se de um vinho bem encorpado, com aromas tostados com um toque de carvalho. O vinho é bom, mas especialmente após tudo o que tomamos, pareceu-me muito forte e com o final um pouco alcoólico demais.
Não faz muito meu estilo, mas para acompanhar comidas fortes deve cair bem (nessa ocasião já o tomamos após a refeição...).
É vendido na Grand Cru por R$ 46,00.
O interessante é ver a composição das castas deste vinho: Shiraz, Cabernet Sauvignon, Dolcetto e Lagrein:

Tomado: EPU 2001

Esse eu tomei!
Depois de tomarmos o Almaviva 2002, o Pecchiae, no jantar de 09/04, resolveu abrir o EPU 2001, que nada mais é do que o segundo vinho da Almaviva. Esta garrafa também foi adquirida na vinícola. É muito mais barato que o Almaviva e também é um excelente vinho.
Primeiro preciso registrar que, ao abrir o EPU, o Pecchiae derrubou o saca-rolhas sobre sua taça de vinho, que ainda carregava uma boa dose do Almaviva 2002. Foi uma quebradeira, vinho para todo lado...uma pena, mas deu para rir.
O vinho: O EPU é um vinho de bom corpo, daqueles de encher a boca, mantendo longa persistência. Seus aromas são de frutas maduras com um leve tostado. Final bem redondinho.
Em resumo, sem firulas, é um ótimo vinho, mas muito difícil de encontrar à venda fora do Chile.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Tomaram: Convento da Vila - Colheita Selecionada 2002

Esse tomaram!
Foi o Broka e a sua Sra.
Vejam as impressões do casal:
"Vinho encorpado, robusto. Caiu muito bem c/ risoto de calabreza, pancheta, tomati pelati e alecrim, d produção a 4 mãos. Considerando-se o RJ, vale gelá-lo um pouco e então decantá-lo p/ uma apreciação mais agradável. Bjs, Broka e Jú"
É do mesmo produtor do Borba Reserva "Rótulo de Cortiça" que já é nosso velho conhecido.
Deve, realmente, ter caído muito bem o "risotinho light" que vocês fizeram. Pra um risoto destes só mesmo um lusitano porrada como imagino que é esse vinho.

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