sábado, 19 de junho de 2010

Tomado: Rosso di Montalcino 2004, Alessandro III

Esse eu tomei!
Ou melhor, tentei tomar mas não deu.
Abrimos ontem para acompanhar uma pizza em casa, mas o aroma e o sabor estavam amargos e azedos, em franca decadência.
Não dá para avaliar.

Tomado: Château Bellevue Lugagnac 2007

Esse eu tomei!
Ontem, entre umas castanhas e uma pizza de mozzarela.
Ao abrir esse bordeaux eu e o Carlão tivemos a mesma impressão: mais um vinho do tipo Twix !?
Um aroma doce e caramelado, uma baunilha forte mesmo, que nos lembrou do americano Bohemian Highway, apelidado de Vinho Twix.
No sabor algo muito leve para um bordeaux, além das notas fortes de baunilha, que não são capazes de dar um corpo interessante para o vinho. Como anotou o Carlão, muito pouco corpo para tanta madeira.
Após uns 3 minutos do primeiro gole, percebemos que os aromas foram sumindo.
Depois de uns 20 minutos o aroma e o sabor de madeira amenizaram, e o vinho se mostrou muito melhor, simples mas gostosinho.
Quase um Tiwx, quase...
Pelo que vi é importado pela Decanter (R$ 50,00), mas comprei no Empório Mercantil por R$ 46,00.

Tomado: Porto Ferreira Branco 10 anos

Esse eu tomei!
Melhor dizendo, tomei um cálice e guardei essa meia garrafa para outra ocasião.
Comprei esse vinho na própria Ferreira, em Vila Nova de Gaia, depois de ter ficado impressionado com um porto branco 5 anos que tomamos em um restaurante. Acompanhou, na ocasião, nossas entradas salgadas.
Na Ferreira esse branco 10 anos era lançamento e só tinha em meia garrafa, por isso trouxe essa da foto.
Pensei que esse 10 anos era um pouco mais seco e ácido, achei que combinaria com umas castanhas de caju, castanhas do pará, macadâmias, amêndoas e com o Brie que eu tinha em casa.
Não foi o caso, por isso eu e o Carlão apenas tomamos um cálice e passamos para um espumante rosé (o 3b da Filipa Pato), que ornou perfeitamente com as entradinhas.
De qualquer forma, pela prova que fizemos posso dizer que esse Porto Branco 10 anos é um vinho incrivelmente bom.
Tem aromas de castanhas, mel, caramelo, sabor docinho, bem melado com um toque de laranja. Final muito longo e doce.
Parece um tawny mais leve e mais adocicado, um vinho muito peculiar que vale à pena experimentar.
O resto da garrafa pretendo tomar sem nada ou com alguma sobremesa leve, vai ser um show!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Tomado: Tuttobene 2006 Tenimenti Angelini

Esse eu tomei!
Dividimos uma garrafa no sempre bom almoço italiano no Famiglia Grandi, eu, Pedroso, Chede (a Cássia Pizzotti ainda tomou meia taça...).
Desta vez o vinho acompanhou Fettuccine Alfredo, Vitela e Lazanha de beringela e abobrinha (foi a pedida da Cássia, acho que a Taci iria adorar essa lazanha).
Um bom vinho da Toscana, feito com: Merlot 40%, Sangiovese 30% e Canaiolo 30%.
O Chede tá ficando bom em degustação, ao dar a primeira cheirada já falou: "Esse deve ter merlot". Acertou.
O aroma apresenta frutas negras, especiarias e um toque marcante de madeira.
O vinho tem um corpo médio, taninos suaves, com sabor de frutas negras e madeira, com equilíbrio. Final leve mas persistente. Boa acidez, acompanha bem a comida.
Não achei na internet o preço, mas no restaurante foi R$ 86,00.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Tomaram: Mukuzani Special Reserve 2003 e Chateau Haut Badon 2005

Esse tomaram.
Foi o meu querido Rafa, meu sócio e amigo de longa data.
Cometários, in verbis:
"Produtor: TBILVINO (www.tbilvino.ge)
Vinho: Mukuzani Special Reserve 2003
Esse vinho eu tomei com um casal de amigos no jantar do dia dos namorados. Antigamente eu costumava comemorar essas datas em lugares muito mais reservados...
O vinho foi precedido de um Chateau Haut Badon 2005, que passou desapercebido diante da qualidade do Mukuzani.
Trata-se de um vinho produzido na Geórgia, com a uva Saperavi, encontrada principalmente na região de Kaheti (é claro que essa informação eu busquei na internet, porque eu nem sabia que esse país produzia vinhos, ainda mais com essa qualidade. Na realidade, somente depois de pesquisar sobre esse vinho é que eu fiquei sabendo que a Geórgia é considerada um berço da vinificação).
A produção foi de apenas 15.000 garrafas (isso eu também busquei na internet) e foram 20 meses em barricas de carvalho francês. Apesar do tempo, a madeira não predomina.
Trata-se de um vinho macio e sem muita potencia. Na minha impressão, a uva (saperavi) se assemelha à merlot. Tem uma coloração rubi e notas de baunilha.
O único ponto fraco é a quantidade excessiva de sedimentos, mas que não prejudica a qualidade do vinho.
Definitivamente, foi um dos melhores que tomei."
Esse são os comentários do carinha que só tomava Callia... rs...
Boa Rafinha. Continua tomando...

Tomado: Santa Ema Cabernet Sauvignon 2007 Selected Terroir

Esse eu tomei (tô tomando agora, enquanto posto).
A Gi tá fazendo "bracciolinha" e pra variar resolvi abrir um vinho... rs... sem comentários...
O vinho... bem mais ou menos. Muito potente, sem muito corpo... bem mais ou menos mesmo.
Só não digo que não é ruim porque não se percebe de forma evidente as correções (se é que tem, pois não corrigiu muita coisa).
Mas é tomável, acho que vai melhorar com a comida da Gi.

Tomado: Morandé Pioneiro Cabernet Sauvignon 2007

Esse eu tomei.
Como o próprio nome diz é vinho de entrada da família Morandé. Já tomamos vários outros desse produtor (dá um google aí ou uma busca no nosso blog que você vai encontrar os demais posts).
Foi segunda-feira, com a Giovana, aqui em casa, enquanto eu tentava fazer um  jantar... rs...
Acompanhou: nada. Além de demorar a comida não saiu, ficou uma m... Por essas que é bom quando é dia da Giovana cozinhar, rs...
O vinho atendeu em cheio as minhas expectativas. Simples, gostosinho, sem mandraques. Um vinho que não tem vergonha de ser ordinário, no melhor sentido da palavra. O produtor não fica fazendo firulas com essências artificiais ou estágios desproporcionais em madeira.
É um vinho autêntico, muito bom para o dia à dia. Custa por volta de R$ 25,00. Nada melhor por esse preço.

Re-tomado: Valpolicella Villa Borghetti 2008 Pasqua

Esse eu re-tomei.
Na casa do Frota (12.06.2010). Já tínhamos tomado lá em casa trazido pelo próprio Frotinha.
As impressões se confirmaram, mas é que a Bunita saiu tão bem na foto...
Reparem no decanter Frotinha... Amigos: sugestão de presente...
Fica o registro do QUARTO vinho da noite.
Pra completar o registro, tomamos com a sobremesa, quindins, o último vinho da noite, também um "re-tomado": Tierruca Late Harvest Viognier. Sobre esse, por motivos óbvios, não tenho condição de comentar. Fiquemos com os comentários de outrora.

Tomado: Terras de Xisto 2008

Esse eu tomei.
Foi o terceiro vinho que tomamos no Frotinha no dia dos namorados (12.06.2010). Antes desse tomamos a segunda garrafa que eu tinha do Cuatro Estaciones, tão criticado por meu companheiro de blog. Confesso que, assim como da primeira vez, não achei um vinho tão ruim como foi relatado. Tá certo que não é dos melhores que já tomei, mas é um vinho de personalidade, que foge do padrão argentino. Mas esse são "águas passadas", ou melhor, "vinhos blogados".

Vamos ao Terras de Xisto, que deu continuidade ao argentino acompanhando o espetacular macarrão ao ragú de carne do Frotinha (só perde para o meu, a Giovana confirmou essa informação: Chupa Frotinha!).
De cara é um vinho diferente, os vinho portugueses nos remetem à idéia de porrada na boca, especialmente os Alentejanos, famosos pela exuberância da fruta. Esse não, bastante leve, no corpo e no sabor, com uma acidez perfeita para acompanhar o prato, que ao meu pedido estava caprichado na pimenta (do reino e dedo-de-moça).
Um bom vinho, de ótimo custo benefício. Importado pela Alentejana, custa R$ 22,00 no Empório Mercantil (o site da Alentejana não diz o preço, um saco isso).
Esse vou comprar de caixa, vinho fácil, barato e, ainda por cima: PORTUGUÊS... hehehe

Tomado: Cava Codorníu Classico

Esse eu tomei.
Sábado, dia dos namorados (12.06.2010), na casa do Frotinha.
Foi o nosso primeiro evento na atual casa do Frotinha e futura casa do casal Isa/Frotinha (família séria é isso, morar junto só depois da benção).
Enquanto o Frotinha terminava de prepara o seu delicioso ragú de carne, nos degustamos este vinho acompanmhado de pão, presunto cru e queijo brie (eu só pão e presunto cru, tenho nojo de queijo brie... ui...).
Trata-se de um execelente aperitivo. Adoro Cavas, essa é um ícone, excelente, uma ótima alternativa ($$) para champangne. É o tipo de bebida "garrafa furada"... acaba rápido.
Tem ótima perlage, boa acidez, gosto bom e etc.
Só perde pras champagnes por não ter tanta complexidade. Tem uma proposta mais direta.
Já tinha tomado a Codorníu Selección Raventós irmã mais velha dessa, também excelente.
Na Empório Mercantil custam, respectivamente, R$ 54,00 e R$ 73,00. 

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails