segunda-feira, 15 de março de 2010

Tomado: Muscadet de Sèvre et Maine 2006, Guy Saget

Esse eu tomei!
No jantar de 13/03/2010, com diversos pratos da culinária japonesa. Ajudaram a matar 2 garrafas as Srtas. Mauren e Luana e o renomado Dr. Marcel Bragança, um ícone de nossa família imperial.
O vinho: O Muscadet é um vinho do vale do Loire, na França, normalmente tem um preço bem tranquilo e uma ótima qualidade.
É um vinho bem fresco, com aromas de frutas, muito referescante, pode até ser servido um pouco mais gelado do que o normal para os brancos.
Sua leveza e ótima acidez fazem dele um agradável acompanhamento para peixes, sendo para mim o melhor custo/benefício para a comida japonesa.
Por R$ 40,00 na Mistral.

Tomado: Max Reserva Cabernet Sauvignon 2006, Errazuriz

Esse eu tomei! (1/2 garrafa)
Comendo uma fraldinha com polenta frita, no sábado, 13/03/2010.
O vinho tem coloração forte, bem aromático e enche a boca com o sabor da fruta. No entanto, tem um final de boca um pouco breve, deixando um retrogosto leve e macio.
Um vinho redondinho, pouco ácido, com a colaboração de madeira nova e com leve sabor abaunilhado. Estilo moderno.
Em resumo: bom, agradável, mas previsível.
Uma garrafa de 750 ml custa R$ 77,70 na Vinci (safra 2007).

Tomado: Quinta da Lagoalva Reserva 2006

Esse eu tomei!
Na semana passada (07/03/2010), com um belo penne ao sugo na casa da sogrinha Guiomar. Vasco ajudou a matar essa garrafa.
Este é um vinho do Ribatejo, Portugal, composto basicamente de Alfrocheiro Preto, Cabernet Sauvignon e Syrah.
O vinho tem um bom corpo, equilibrado, com um forte final de boca. A coloração é bem rubi, densa.
Vinho muito honesto, sem muita complexidade, mas muito agradável e acompanha muito bem a comida.
Ótimo custo/benefício, cerca de R$ 40,00 na Mistral.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mistral - Abafado Molecular - Luis Pato

Faço aqui referência a um post do mês passado (http://esseeutomei.blogspot.com/2010/02/tomados-am-abafado-molecular-branco.html), em que relatamos termos experimentado os vinhos doces recém elaborados pelo Luis Pato, na Bairrada, Portugal.
Esses vinhos (branco, rosé e tinto), denominados Abafado Molecular (AM) acabaram de chegar na Mistral, já constam do catálogo de Outono que recebi ontem em casa.
Só achei o preço um pouco salgado e faltou informação de qual o volume de cada garrafa. Não sei se é de 500 ml ou de 750 ml.
Todos serão vendidos pelo mesmo preço - US$ 57,00.
São ótimos vinhos doces, mas estão mais caros que muito vinho do porto de primeira qualidade !

Tomado: Chianti dei Colli Senesi Caspagnolo, Villa Poggio Salvi, 2008

Esse eu tomei!
Ontem em casa, com a Dra. Elsa, também conhecida como minha mãe, saboreando uma boa massa (capeletti de carne), com um excelente molho vermelho feito em casa (pela mestre cuca Guiomar).
Começamos a tomar o vinho antes de comer, o que nos deu a impressão de uma bebida ainda muito fechada (aroma e sabor concentrados), forte e agressiva (pela acidez).
No entanto, foi só começarmos a comer a massa que o vinho mudou, transformando-se em um acompanhamento perfeito, sua acidez neutralizou formidavelmente o molho vermelho e sua estrutura combinou com o capeletti recheado. Era uma garfada e um gole...
Um final de boca bastante cheio e frutado, realmente um ótimo tinto para acompanhar macarrão! Só não recomendo bebê-lo sem qualquer acompanhamento.
Este vinho tem um ótimo custo/benefício e é de um ótimo produtor (Villa Poggio Salvi pertence ao Biondi-Santi, um ícone da região da Toscana).
Vendido na Mistral por cerca de R$ 70,00.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Tomado: Muga Prado Enea Gran Reserva 2001

Esse eu tomei!
Foi o segundo vinho que tomamos no restaurante Casa Robles, em Sevilha.
O vinho: Reproduzo minhas anotações da ocasião, "Muito bom mesmo, ainda muito potente e frutado, mesmo sendo um 2001. Madeira equilibrada. Grande vinho."
Ressalto que foi um contraste tomá-lo logo depois do Viña Tondonia Reserva, que é um vinho mais delicado e com uma leveza na fruta e na madeira, conforme descrito no meu post anterior.
Apesar de ser proveniente da mesma região da Espanha (Rioja), esse Gran Reserva era realmente um vinho 'pancadão', ainda com muito potencial de guarda. Abriu muito no copo e nos propiciou uma grande experiência.
Transcrevo, ainda, os comentários que constam do site da importadora Épice, que vende o vinho no Brasil. Minha impressão foi parecida com o descrito:
"O corte de Tempranillo, Garnacha, Mazuelo e Graciano, aliado à tradição e conhecimento deu origem a um vinho elegante, complexo, que transmite potência de um modo sutil e agradável. Estagiou por trinta e seis meses em barricas francesas e mais trinta e seis meses na garrafa antes de ir para o mercado. Um misto de tradição e qualidade."
Não consta o preço no site...Mas deve ser salgado.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Tomado: Viña Tondonia Reserva 2000

Esse eu tomei!
Ainda nas férias, dia 29/01/2010, jantando no restaurante 'Casa Robles', de Sevilha (ficamos na mesa mais ao fundo, do lado direito, próximo à parede):

Acompanhou o vinho fois gras e depois um cordeiro.
O vinho: O Viña Tondonia é procedente da famosa região de Rioja, na Espanha, tendo como principal uva a Tempranillo (este exemplar tem 75% desta uva). O interessante deste vinho é que ele passa quase 6 anos envelhecendo em barris de carvalho, e mesmo assim mantém bem as características da fruta e do terroir.
Como estávamos tomando muitos vinhos da Ribera del Duero, estranhamos bastante esse vinho, na verdade ficamos surpresos. Isto porque o vinho tem como característica a cor clara, sendo que o sabor estava muito delicado e macio, com extrema leveza da fruta, lembrando até mesmo o estilo da Borgonha.
O envelhecimento deixou o vinho muito redondo e fácil de tomar ("elegante" como diriam os entendidos), realmente uma surpresa agradável. Ótimo vinho. Recomendo.
No Brasil, toda a linha da Vinã Tondonia (inclusive o Gran Reserva, que pretendo um dia experimentar) pode ser encontrada na importadora Vinci, que é um dos braços da Mistral.
Na Vinci está disponível para venda o Reserva 1999, por R$ 178,28.

terça-feira, 9 de março de 2010

Tomado: Catena Semillon Deux 2007 (sobremesa)

Esse eu tomei.
Acompanhou a sobremesa (tortas de limão e morango) do almoço de domingo na casa dos meus pais.
Surpresa agradabilíssima. Excelente vinho de sobremesa. Importado pela Mistral e tem ótimo custo benefício.
Segue o estilo dos Sauternes, mas é um pouco mais cítrico, combinou muito bem com a torta de limão.
Lá em casa todo mundo gostou. Até a vovó degustou uma taça.
Esse vai ter muito na minha adega.

Tomado: Palácio da Bacalhoa 2003

Esse eu tomei.
Domingão na casa dos meus pais. Eu e o meu pai matamos a garrafa.
Estava muito curioso para tomar este vinho, é da mesma adega que o famoso Quinta da Bacalhoa, um clássico português que já tomei muito. Este é o "top" da vinícula.
A vinícula que o produz chama-se "Bacalhoa" (ó pá!) e pertence ao grupo da Casa Aliança que visitamos na Bairrada, de lá trouxe outra garrafa deste mesmo vinho (acho que a safra e 2005).
Este bom português, como não poderia deixar de ser, é uma "porrada". De longe se percebe que é um português. Nem os 14 meses de carvalho francês, embora bastante presente, são capazes de esconder o vigor da fruta.
Acompanhou perfeitamente a panqueca de carne à parmegiana da D. Ednéia.
Sem dúvida um grande vinho. Ainda bem que ainda tenho mais uma garrafa.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Tomado: Vértice Rosé (Espumante, Douro, Portugal)

Esse eu tomei!
Como aperitivo, dia 05/03/2010.
Espumante rosé agradável, fresco e bem seco. Tem um final de boca um pouco fechado. Bom vinho.
No entanto, em Portugal prefiro os espumantes da Bairrada, como os do Luis Pato, que são um puco mais adocicados e frutados.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails