sexta-feira, 16 de abril de 2010

Tomaram: Porto Kopke Colheita 1976

Esse Tomaram!
Foi o Edu Nobre. É outro Tawny safrado (colheita) da Kopke, como os 1975 e o 1980, que já postamos. Esse 1976 é do ano do nascimento do Edu.
O Edu, por enquanto, limitou-se em dizer que foi o melhor porto que já tomou.
Aguardamos, ansiosamente, por maiores comentários. Nossa experiência tem mostrado que estes vinhos variam muito de uma safra para outra.

Tomado: Copa Real Oro - Tempranillo 2005

Esse eu tomei!
Foi outro que tomamos dia 08/04/2010 lá em casa.
Essa foi a última garrafa do lote que comprei para a balada do meu aniversário em agosto do ano passado.
Um excelente custo benefício, custa R$ 30,00 na Mistral.
É um vinho bem amadeirado (6 meses de carvalho americano) e bastante frutado. 100% tempranillo.
Uma ótima dica para um vinho de bom custo/benefício.
Quero ter sempre desses na minha adega.
Bem melhor que o Alamos. Prova que há vinhos baratos com qualidade e personalidade.

P.S.: Vejam a Estelinha no fundo da foto.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Tomado: Alamos Malbec 2008

Esse eu tomei!
Como se vê na foto, mais um tomado com o Broka lá em casa (08/04/2010).
Este é um velho conhecido, como já era a terceira garrafa da noite...
O Alamos é a linha mais simples do Catena, um vinho de proposta bem comercial, mas bastante honesto.
É exatamente o que se espera: álcool potável gostozinho.
Pode-se dizer que é um vinho "Skol": Desce redondo! Mas não acrescenta muita coisa.
"Coca-cola wine".
Como bem observou o Broka: "Num dá conversa."
Uma coisa que me chamou a atenção é que embora fosse bem jovem, 2008, tinha uma grande quantidade de borra, muita mesmo, chegou a ser desagradável no final da garrafa. Ora, seria muita pretensão ter que decantar um vinho desse!
Custa R$ 28,00 na Mistral. É um bom vinho pra festa, não faz feio.

Taça Oficial dos Espumantes Brasileiros

Li há pouco no blog Vivinhos que a Embrapa juntamente com a Associação Brasileira de Enologia (ABE) e a Strauss desenvoveram uma taça especial para os espumantes brasileiros.

Como adoro espumantes, achei a notícia muito interessante. Quem quiser ver como é a taça, que eu achei muito bonita, veja no link:

http://www.embrapa.br/embrapa/imprensa/noticias/2009/outubro/3a-semana/espumante-brasileiro-ganha-taca-oficial

Tomado: Edizione Cinque Autoctoni 2006, Farnese

Esse foi o último vinho do jantar de 10/04, no restaurante Vino, em São Paulo. O vinho foi decantado logo no início da refeição, de modo que o tomamos cerca de 90 minutos depois, já que antes tomamos o Herdade do Esporão Brut e o Rosso de Montalcino.
O vinho chegou à mesa bem perfumado, com aromas de frutas e vegetais. A cor era muito profunda e o vinho com bom corpo, taninos na medida. O final de boca bastante longo e levemente adocicado. Achei-o muito elegante e complexo. Um ótimo vinho feito em Abruzzo, com 5 variedades de uvas italianas: Malvasia Nera, Montepulciano, Negroamaro, Primitivo e Sangiovese.
Esse foi sugestão do Marcel. É vendido por R$ 160,00 na Vino.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Tomado: Surazo Reserva 5 Big Reds 2003

Esse eu tomei!
Foi na quinta-feira passada (8/04/2010) lá em casa com o Broka e a Gi.
Adquirido no Empório Mercantil por indicação do vendedor.
Bom... um pouco adocicado demais para o meu gosto. O que mais me chamou a atenção neste vinho é que ele tem sabor herbácio, diferente, o Broka também notou. Embora seja um vinho de baixo custo (+/- R$ 50,00), tem personalidade! Um bom vinho para receber a galera e acompanhar uma pizza.
Madeira na medida e um pouco alcoólico no final.
Um vinho "legal", despretensioso, divertido, fora dos padrões.
É um corte de Merlot 30%, Cabernet Sauvignon 40%, Carmenere 20%, Syrah 5% e Malbec 5%, por isso "5 big reds".

Tomado: Rosso di Montalcino Renieri 2005

Esse eu tomei!
Foi o segundo vinho que tomamos no restaurante Vino, em 10/04.
Foi uma grata surpresa, melhor que muito brunello genérico que já tomei (só se sabe que não é um brunello pela leveza um pouco maior deste rosso, mais "suave"). Esse Rosso é bem frutado, saboroso, um veludo no final de boca. Agradabilíssimo.
Ótimo vinho.

Tomado: Espumante Herdade do Esporão brut 2004

Esse eu tomei!
Foi a abertura de um bom jantar que tivemos (Eu, Taci, Carlão, Gi, Marcel, Dani, Maurício e mauren) no restaurante Vino, em SP, no sábado, 10/04.
Um ótimo espumante, bem seco, perlage firme, muito bom.
Só achei o preço salgado demais (R$ 110,00), e não vale dizer que foi preço de restaurante, porque o bacana do "Vino" é que é uma loja de vinhos em que você pode comer com muito conforto, escolhendo os vinhos do catálogo e pagando o mesmo preço da venda "para viagem"...

Tomado: Porto Kopke Colheita 1975

Esse eu tomei!
Encerrando as festividades dos meus 35 anos, abri esta garrafa de Porto que trouxe de Portugal exatamente para esta ocasião.
Um vinho espetacular, com coloração bem âmbar, já tendendo para aquela cor de caramelo.
Aromas de amêndoas (predominante) e mais muitas outras coisas que não ouso listar, até porque o importante é saber que o "cheiro" era muito bom e complexo!
No sabor era leve, mas com um final de boca bem caramelado e doce, dava até a impressão de açúcar cristalizado. A persistência na boca parecia infinita, o gosto permaneceu minutos, mesmo tomando um café depois.
Realmente um vinho do porto excelente e diferente do Kopke Colheita 1980 que tomamos, que também era um espetáculo. Este 1975 tinha no aroma e no sabor uma impressão um pouco mais forte de álcool (apesar da leveza), que segundo o Carlão ajudou a armonizar com o bolo de creme e morango que o acompanhou. Concordo.
Para finalizar, uma foto da garrafa e do aniversariante:

PS: Pena que a garrafa não durou 30 minutos, graças à colaboração dos amigos Carlos, Marcel, Pedroso, Chede, Giovana, Luciana, Daniela, e aos parentes Vasco, Guiomar, Elsa e Taci linda.

Tomado: D.V. Catena Syrah-Syrah 2005

Esse eu tomei!
Este foi o vinho que escolhi para acompanhar o jantar do meu aniversário, no restaurante Othelo, no Campo Belo.
É mais um dos vinhos honestos e bem feitos da bodega Catena. A peculiaridade deste vinho é que ele é feito com uvas Syrah de dois vinhedos distintos, por isso o nome Syrah-Syrah.
O vinho: Coloração bem rubi. Aromas de frutas vermelhas. No sabor me pareceu no ponto certo de envelhecimento, enche a boca, mas com leveza, sem agredir, tendo bom e persistente final. Há ainda um certo toque adocicado no final de boca (que desagradou um pouco o Carlão).
Detalhe: Apesar de ter achado a carta de vinhos do Othelo um pouco restrita, especialmente em relação aos vinhos europeus, os preços são muito honestos. Este DV é vendido na Mistral por R$ 61,42, e no Othelo passa para honestos R$ 85,00.

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