sábado, 15 de maio de 2010
Tomado: Porto Ferreira Tawny 20 anos - Duque de Bragança
Tomado: Brumont 2008, Gros Manseng-Sauvignon
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Tomado: Tierruca Late Harvest Viognier
Tomado: La Vendimia 2006, Rioja Palacios Remondo
Tomado: Espumante Casa Valduga Premium Blush 2007
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Tomado: Chianti Cecchi 2008
Esse eu tomei!O Pedroso e a Cássia comeram lasanha com berinjela, abobrinha, muzzarela e parmesão. Eu comi um picante Rigatoni Al'Arrabiata, muito bom.
Dividimos, comedidamente, essa meia garrafa de Chianti. Já postei vários chiantis aqui e acho esse vinho um bom exemplar para unir custo razoável e vinho leve e agradável para o dia-a-dia.
Eu e o Zé (nóis) na Champagne
Zé na cachoeira de champagne - Moët
Na Rua Jean Moët
Zé visitando a viúva
Bons tempos. Espero que tenhamos a oportunidade de voltar lá juntos... desta vez para provar muitos champagnes para o blog !
A Primeira Guerra e a Champagne - O Refúgio nas Caves (les crayères)
Por esta razão, em Reims, tudo o que havia antes na superfície foi deslocado para dentro das infindáveis caves das casas de champagne.
Nelas foram 'instaladas' escolas, igrejas, clínicas e cafés. Até a prefeitura se mudou para o subterrâneo, juntamente com a polícia e os bombeiros.
O mesmo ocorreu com o comércio: alfaiates, costureiras, sapateiros, açougueiros, padeiros e outras atividades instalaram lojas nas crayères.
As pessoas viveram por muito tempo neste mundo surreal (houve quem permaneceu até 2 anos), sombrio, movido à luz de velas e lampiões de querosene, onde, apesar de tudo, havia esperança, onde até os passarinhos ainda cantavam mesmo sem ver o sol (relatos descritos no livro "Champanhe").
Havia também concertos, cabarés, cinema e apresentações de teatro. Até artistas de outras regiões vinham se apresentar por considerarem uma honra atuar para os sobreviventes da região que viviam no subterrâneo.
Nao bastasse, a solidariedade com a região foi tanta que as visitas de personalidades, jornalistas, políticos, embaixadores estrangeiros e até do presidente francês se tornaram frequentes.
Dizem que em uma ocasião, nas adegas da Veuve Clicquot, foi oferecido até mesmo um jantar luxuoso, regado a caixas de champagne, especialmente para soldados feridos e mutilados.
Não achei fotos da cave da Veuve Clicquot, mas achei essa aqui que mostra uma mesa de jantar nas caves da Moët Chandon, apenas para ilustrar como se pode por um pouco de luxo na vida subterrânea, ainda que seja só para esquecer um pouco da selvageria da guerra:
Para finalizar, interessante mencionar que as caves/crayères não só serviram de refugio para muitos civis e soldados feridos, como também foram usados para que os soldados franceses se locomovessem por quilômetros até o front de batalha, sem se arriscarem na superfície.
Os túneis e galerias foram interligados e permitiam até mesmo o resgate de feridos de forma eficiente. Os soldados, às vezes, caminhavam 6, 7 km por dentro das caves para chegar ao front.
Algo realmente surreal!
Tomado: Château Mouton Rothschild 1993
P.S.: Estou postando a esta hora da madrugada pois fui repreendido pela minha mulher, disse que estou relaxando com o blog. In verbis: "Só o Peixe (Rodrigo) bloga! Você só bebe e não bloga nada!" Prometo ser mais aplicado. Amanhã tem mais, tô com uns 5 vinhos no estoque de posts.
P.S.2: dia 7 estaremos no encontro Mistral. Vou de taxi.










