domingo, 11 de julho de 2010

Tomado: Purple Angel 2006 (Viña Montes)

Esse eu tomei!
Esse foi o Fernando, vulgo Fiu, que trouxe. Um belo exemplar de vinho chileno permium, um Carménère com acréscimo de 8% de Petit Verdot.
O Fernando estava curioso, afinal é um emblemático vinho chileno, reputado como um dos melhores Carménères.
Abrimos, decantamos por 20 minutos (não deu para esperar mais, muita gente compartilhando o vinho: Eu, a Taci - única que não bebe-, Fiu, Pedroso, Lu, Chede, Carlão, Gi e Camila).
Apresentou aromas de madeira, framboesa e ameixas. Estilo moderno. Sabor muito frutado, sem excesso vegetal. Macio, aveludado, enche a boca e tem madeira e boa acidez no retrogosto.
Muito bom e melhor com comida, como os queijos e o fois gras e as castanhas que comemos.

sábado, 10 de julho de 2010

Tomado: Glen Carlou Tortoise Hill Red 2006

Esse eu tomei!
Foi o segundo vinho da noite de 9 de julho.
Tomamos esse sulafricano trazido pelo Carlão.
Nos rótulos não constam as castas usadas, mas no site nosso vinho achei a seguinte informação:

"Glen Carlou Tortoise Hill Red 2006 é uma mistura de 77% Cabernet Sauvignon 4% Zinfandel 13% Shiraz 1% Tempranilo e 5% Merlot"

Passa por 15 meses de barril.
Tem coloração bem escura, aromas de carvalho, madeira tostada. No sabor sente-se a madeira tostada, frutas negras. Potente, com acidez acentuada. Tem ainda um toque apimentado e de canela.
Estilo moderno, muito bom, especialmente porque custa por volta de 50 reais.

Tomado: Champagne Moët & Chandon Rosé Imperial

Esse eu tomei!
Ontem recebi alguns amigos em casa, dentre eles o Fernando Zoratti, a quem já tinha prometido um champagne rosé para lembrar os velhos tempos em que fazíamos degustações às sextas feiras, no pequeno flat em que morava.
Tomamos primeiro um espumante rosé 3b da Filipa Pato, sempre bom, mas já postado por aqui.
Na sequência, todos presentes, abrimos esse clássico Moët Rosé.
Um espumante com perlage fina e persistente. Aromas de framboesas e cerejas. Na boca é frutado e gasoso, seco. Muito estruturada e equilibrada. Adoro. Deixou o 3b meio longe...

Tomado: Espumante Extra Dry Sergio Mionetto

Esse eu tomei! Ontem, almoçando no Capim Santo.
Um espumante muito agradável e refrescante. Mais doce que um brut, o extra dry é bem redondinho e fácil de beber.
Tem aromas leves cítricos, lembrou maçã e melão. Sabor frutado com final fresco e levemente doce. Tem boa acidez, levou bem a comida - arroz, feijão, carne e brócolis.
Gostei do restaurante, mas achei caro pelo que se serve.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Tomado: AM Rosé 2009 (Abafado Molecular, Luis Pato)

Esse eu tomei!
Depois de tomarmos um espumante rosé e um vinho rosé, para a sobremesa resolvemos tomar o AM Rosé, um vinho doce e leve produzido pelo Luis Pato, na Bairrada, centro de Portugal.
O vinho tem este nome porque a fermentação das uvas é interrompida por refrigeração, abafando as moléculas...Tem só 10% de álcool.
Cor: Muito rosa, bonito de ver.
Aromas: um tutti frutti, bala de iogurte de morango.
Sabor: persiste nas frutas, morango, muito suave e feminino. Eu, que gosto de vinhos doces, gostei. Como aperitivo é legal. Com a sobremesa fica muito leve. Com os pasteizinhos de nata até que ficou bom.
Finalmente, uma foto da noite rosé que tivemos na casa do Carlão:

Tomado: Tremendus Rosé 2008 - Clarete Viúva + Garnacha (Rioja)

Esse eu tomei!
Depois de um espumante rosé (Bottega) resolvemos tomar um vinho rosé para acompanhar o frango com alecrim (e alho) do Carlão.


No rótulo dizia que o vinho era rosé, mas no copo se vê a incrível coloração laranja do vinho. Muito interessante.




O vinho tem aromas muito cítricos, de tangerina. Sabor leve, macio, com aquele azedinho cítrico gostoso, dá uma leve frisadinha e tem boa acidez. Gostei bastante e é um vinho barato, salvo engano menos de 50 reais (no Empório Mercantil).
Valeu a brincadeira.

Tomado: Bottega Rosé Brut

Esse eu tomei!
Foi o aperitivo do jantar no Carlão, em 06/07, acompanhado de castanhas diversas.
Um espumante com perlage abundante, média duração. Cor rosada clara. Muito aromática, framboesa e floral. Na boca é leve, fino e seco, chega a parecer um pouco aguádo. Na verdade, no segundo gole achei que é mesmo delicado, leve, mas bem feita. Nada muito complexo porém agradável.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Tomado: Domaine Schlumberger Sylvaner, "Les Princes Abbés", 2005

Esse eu tomei!
Jogando cartas com a Taci e meus pais, no Rio de Janeiro.
Depois de tomarmos um Pinot Gris do mesmo produtor da Alsácia, resolvemos provar
um vinho feito com a uva Sylvaner. Acho que ainda não tinha provado essa.
O vinho: Aroma bem frutado, bem "uvado". Na boca mantém a fruta, mas com leveza e refrescância. Muito agradável para tomar assim de bobeira, deve acompanhar bem pratos de peixes leves.
Achei mais equilibrado e redondo que o Pinot Gris.
Detalhe: Ambos são vendidos pelo Club du Taste-vin, este a 54 reais e o P.Gris a 72 reais.

Tomado: Domaines Schlumberger Pinot Gris, "Les Princes Abbés", 2005

Esse eu tomei!
Bebericamos este vinho na noite de 03/07, após o jantar na beira da praia do Arpoador. Voltamos para casa e me convenceram a participar de um joguinho de baralhos... Aceitei, com a condição de tomar um bom vinho branco, leve e refrescante.
Foi quando surgiu a idéia de tomarmos um vinho da região da Alsácia, que fica no leste da França, já quase na fronteira com a Alemanha.
O vinho: Tem aromas florais, muito leve na boca, com baixa acidez, ótimo para tomar só. Refrescante.
Fiquei com a impressão de que seria muito bom com um sashimi fresquinho, preciso tentar essa combinação.
O detalhe bonito foi usarmos as taças que o Zé Olinto trouxe da Alsácia há mais de uma década... muito elegantes e propícias.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Tomado: Eiswein Edelsüss Nachtgold 2008

Esse eu tomei!
Após o fantástico almoço de sábado passado, no Rio de Janeiro, quando meu pai deu o alvará para abrirmos os Romanées.
E o 'véio' não só preparou o almoço (boeuf bourguignone) como também preparou este Quindão, com ovos caipiras, daí esta cor bem forte.
Eu particularmente adoro doces com ovos, por isso amo os doces portugueses, e o quindim é um dos meus preferidos, ainda mais quando é feito em casa e após uma magnífica refeição.
O duro foi perguntar para o Zé Olinto o que ele tinha de vinho de sobremesa e receber como resposta um "não sei, acho que nenhum".
Depois de dois Romanées, achei que iríamos abrir um Sauterne, ou um grande porto (lembrei dos tawnys 20 e 30 anos e dos Vintage que tinha em casa, a 470 km...).
Mas nada estava perdido e, procurando melhor na adega achamos duas garrafas deste vinho alemão que o Zé ganhara há pouco tempo de uma amiga.
O que poderia ser falta de opção acabou sendo uma grata surpresa.
Este vinho doce alemão é do tipo 'icewine' (eiswein), tem graduação baixa (9,5%) e é produzido com a colheita das uvas congeladas, para que a maceração deixe a fruta e o açúcar bem concentrados.
Caiu muito bem com a sobremesa, o vinho é docinho, com um leve azedinho e final macio e persistente. Os aromas e o sabor trazem muitas frutas, sentimos toque cítrico, limão, figo, pêssegos, melão, em suma, um vinho literalmente frutado"
Agradou bastante, boa pedida.

PS: Foi bom que eu postei este vinho apenas hoje, pois assim fica de homenagem à seleção alemã, que nadou, nadou e morreu na praia. Até 2014, aqui no Brasil !

PS2: O nome do vinho, Nachtgold, quer dizer noite de ouro, em referência à colheita das uvas durante a noite, congeladas...

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