quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tomaram: Armador Cabernet Sauvignon 2007

Mais um vinho tomado pelo João Moraes. Este um tinto chileno, que na Estação do Vinho, pela internet, achei a R$ 39,00 (veja o link). A importadora é a World Wine, que vende pelo mesmo preço (vide link).
Comentários do Johnny:
"Um vinho absolutamente desconhecido para mim. E não é que gostei.
Tomado com meu amigo Richard.
O que nos chamou atenção foi o final de boca bastante persistente, porém leve.
A cor muito bonita - particularmente aprecio as cores obtidas desta uva.
E boa a sensação de um vinho novo que agrada.
Acho que este vinho ficaria ainda melhor com um tempinho de descanso -ainda está bastante potente.
Com certeza será tomado em novas oportunidades para que novas impressões possam ser percebidas."

Tomaram: Torresella Pinot Grigio 2008

Colaboração do amigo João Moraes, que estava represada aqui comigo, por causa dos tantos posts de Mendoza. Este é um vinho branco do Veneto, feito com pinot grigio, que é uma uva que gera vinhos frescos, leves, bons.
João, agora vai, seguem seus comentários (com os quais concordo, ressaltando que é uma lástima que muita gente não toma vinho branco por preconceito - eu adoro, tomo sempre que posso, nem que seja para abrir a noite):

"Surpresa agradável para vinho de mercado.
O preço R$ 24,00.
E sabe que acompanhou com elegância um belo risoto. Feriado e assim, ficamos "carudos" e nos aventuramos a cozinhar - difícil missão tendo como parâmetro meus pais que são excelentes cozinheiros. Bem, pelo menos nos risotos vou enganando.
Um vinho branco bastante comum na bota - destes de mesa - em sua grande maioria. Isto, porém não diminui a potencialidade deste tipo de vinho.
Com o calor de Bauru os vinhos brancos vão conquistar minha alma. Acho que apesar do calor, acabamos optando pelos tintos e perdemos muitas vezes o prazer de excelentes brancos."

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Direto de Mendoza: Los Stradivarius de Bianchi 2004

Esse eu tomei!
Esse é meu último post 'Direto de Mendoza' e nada melhor do que terminar com um vinho de sobremesa, docinho, gostoso, do tipo que dá vontade de quero-mais ou, como diria o Carlão, do tipo que tem gosto de pouco.
Foi um vinho que tomamos no final de um jantar, mas eu confesso que acabei fazendo poucas anotações, já estava em outro clima...Não lembro a uva que compõe esse vinho, acho que era Semillon.
Mas do aroma e do sabor eu lembro bem.
No nariz é bastante floral com um final cítrico.
Na boca tem sabor denso, doce na medida certa, lembrando um mel. Equilibrado no final, com toque de damasco.
Muito bom, gostamos muito. Acompanhou bem umas panquecas de doce de leite.
Não achei para venda no Brasil, mas vi em outros blogs que esta vinícola também faz uns vinhos do tipo 'Porto', com merlot e malbec. Devem ser interessantes.

A vida se resume a... 4 garrafas

(Contribuição de Bob Dias) 

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Direto de Mendoza: Mendel Finca Remota Malbec 2007

Esse eu tomei!
Foi o primeiro tinto que tomamos jantando em Mendoza, quando fomos ao restaurante '1884'.
Uma indicação do sommelier, vinho feito por uma bodega pequena, a Mendel, no Vale do Uco.
Um vinho 100% Malbec, que passa 12 meses em barricas francesas.
Um malbec de primeiríssima, muito frutado e extremamente aveludado. Um show. Sente-se a madeira bem integrada, com muita qualidade.
Vinho bem feito mesmo, top de linha para quem gosta de malbec, e eu gosto...
PS; Vi no blog no nosso amigo Silvestre (Vivendo a Vida), que este vinho está entre os 50 melhores da América do Sul, e posso dizer que merecidamente.
PS2: Não achei onde vende no Brasil. Se alguém souber, avise-nos!!

Tomado: Esteva 2007, Casa Ferreirinha

Esse eu tomei!
Ontem não resisti às belas panquecas de frango ao molho branco feitas pela Taci, e abri esta garrafa para tomar umas duas tacinhas. O resto fica para o jantar de hoje...
Já havia tomado muito, e já postei por aqui, o Vinha Grande, que é um degrau acima deste na hierarquia da Casa Ferreirinha (deste produtor renomado do Douro ainda há o Quinta da Leda, o Reserva Especial e o ícone Barca Velha).
O Esteva é o vinho de entrada, mas já é muito saboroso.
Confesso que logo que abri e provei achei o vinho um pouco alcólico, além de estar ainda muito pesado, tânico, uma pancada na orelha.
Depois de 20/30 minutos na taça, tempo para esquentar a panqueca no forno, o vinho ficou muito superior. Os aromas terrosos e os taninos amaciaram, o vinho ficou mais para frutas vermelhas e redondo na boca. Com a comida, então, caiu perfeito, seu corpo ficou ainda mais macio.
Uma delícia, especialmente pelo preço que custa. Paguei 45 reais no Empório Mercantil. A Zahil é a importadora, que deve vender por um preço semelhante ao do Empório, talvez alguns reais a menos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Direto de Mendoza: Baron B Extra Brut (excelente espumante)

Esse eu tomei!
Foi um espumante que tomamos como aperitivo antes do jantar. Este é um espumante premium da Bodegas Chandon da Argentina, feito com pinot noir e chardonnay. Tem este nome em homenagem ao Baron Bertrand, primeiro presidente da bodega.
Na taça apresentou perlage fina e rápida, com coloração bastante dourada. No nariz apresentou aromas acastanhados, cereais, complexos até.
A perlage me desanimou, achei que ia ser quase um vinho 'tranquilo', mas me enganei.
Na boca apresentou muita cremosidade, pareciam haver borbulhas invisíveis...Muito gostosa, aliando frutas, noz, castanhas e final levemente adocicado.
Muito bom espumante, redondíssimo, o melhor argentino que tomei. Acho que o Carlão concorda comigo nisso.
Não achei onde comprar no Brasil, nem o preço. Se alguém souber avise-nos por favor.

domingo, 12 de setembro de 2010

Tomado: Brut Maximo Boschi Tradizionale


Esse eu tomei.
Foi o vinho que abriu as comemorações do dias pais lá em casa domingo 08/07/2010.
Já havia experimentado esse vinho no evento Encontro de Vinhos, realizado pelo Daniel (Vinhos de Corte) e pelo Beto (Papo de Vinho).
No sábado (07/08/2010) eu e o Rodrigo fomos conhecer a Empório Del Mundo, do Carlos Toledo, distribuidor desse espumante que fica perto das nossas casas. Adquirimos algumas garrafas incluindo essa. Infelizmente o Speciale ainda não está disponível para venda.
No domingo, com esse vinho abrimos em grande estilo a tarde do dia dos pais. Como minha mãe resolveu que o cardápio seria camarão na moranga e Badejo assado e o dia amanheceu bonito com um baita sol, sugeri que a comida fosse acompanhada por um champagne. Assim superaríamos mais um tabu de que a champagne serve apenas como aperitivo. A proposta foi acatadíssima pela família e me pai veio munido com "uma" Veuve Cliquot.
Vejam as bebidas programadas para a tarde:
Voltando ao objeto deste post. Como havíamos notado da degustação no Encontro de Vinhos trata-se, realmente, de um grande espumante nacional. Boa complexidade e uma perlage surpreendente. Forte candidato ao meu espumante do dia-a-dia. Custo benefício muito bom (R$ 36,00).

As impressões foram unânimes. Até meu pai declarado preconceituoso com os vinhos nacionais - experimentou sem que eu lhe dissesse do que se tratava – ficou surpreendido com a qualidade do vinho. Tive que lhe mostrar a garrafa para ele se convencer de que era um vinho nacional.
Após essa garrafa, que evaporou, não aquentamos a ansiosidade e abrimos a Veuve Cliquot (Rodrigo, antes que vc me corrija, sei que o certo é "o" champagne, mas no caso da Viuva prefiro o artigo feminino), mesmo bem antes de a comida estar pronto. Assim, providenciei a substituição do Crèmant de Bourgogne (que viram na foto) por outro champagne (Möet Chandon Nectar Imperial) que acompanhou a comida (notícias em um próximo post).
Embora este vinho seja excepcional, quando comparamos qualquer espumante com um champagne... fica pequeno. O champagne mais simples da linha da Veuve Cliquot ainda é muito superior que a grande maioria dos espumantes de outras regiões do mundo (inclusive da França). Ressalte-se que isso não desmerece os demais vinhos, inclusive esse que, como falamos, é um excelente espumante. Mas champagne é champagne...

Tomado: Picada 15 Malbec 2007


Esse eu tomei!
Vinho da Bodega Neuquen, da Patagônia.
Foi uma 1/2 garrafa, para acompanhar o almoço, um raviole à romanesca.
Um vinho bom, mas naquele estilo padrão de bomba de fruta x madeira exagerada. Gostoso, abaunilhado, mas simples e padronizado.
Acompanhou bem a massa, não fez feio, muito pelo contrário, mas esperava algo mais peculiar por ser da Patagônia.

sábado, 11 de setembro de 2010

Tomado: Collio Tocai Friulano 1999, Schiopetto

Esse eu tomei!
Hoje no almoço, na companhia dos meus sogros, da Taci e da Sofia. Comemos uma bela lagosta e eu resolvi pedir algo que não lembrava de ter tomado antes. Provamos esse tocai italiano, um vinho leve, melado e sabor mais para frutas brancas, como pêra. Muito gostoso, acompanhou bem a comida, envolvente na boca.
É sempre bom experimentar, as surpresas podem ser boas como esta.

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