segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Tomado: Bressia Monteagrelo Malbec 2006

Esse eu tomei!
Foi o vinho escolhido para mais um bom almoço de domingo na casa da sogra e do sogro...Desta vez o acompanhamento foi a tradicional massa com molho vermelho, frango assado e ossobuco...muito bem temperado - estava ótimo mesmo e hamonizou muito bem com o vinho.
Como já disse em um post anterior (clique aqui), esta vinícola argentina foi a que mais me impressionou (ao lado da Achaval Ferrer) na recente viagem a Mendoza. Isso em termos de qualidade dos vinhos, inclusive em relação aos vinhos mais básicos.
Este malbec, por exemplo, é o primeiro vinho da bodega e já é uma delícia. Muito estruturado, potente, com aromas levemente abaunilhados.
Em resumo, muita fruta concentrada, bons taninos, toque de madeira e especiarias, com muita persistência e equilíbrio final (nada de amargor ou álcool excessivo). Um ótimo malbec, no estilo potente do novo mundo mas sem agredir no adocicado e no abaunilhado como alguns "coquetéis de madeira" que às vezes tomamos.
Recomendo muito.
Em Mendoza, na bodega, custa 50 reais, aqui no Brasil é importado pela La Charbonnade, no Rio Grande do Sul (entregam em SP), saindo por 93 reais.

Tomado: Hautes Côtes de Beaune 2008, Billard Pére et Fils

Esse eu tomei!
Foi o vinho que o Carlão levou para acompanhar a pizza da última sexta-feira.
Mais um borgonha de muito bom preço do Club du Taste Vin (67 reais, se não me engano). Esse tem um toque de madeira e uma acidez marcante, precisa de comida...Depois de alguns minutos a acidez equilibra um pouco e percebe-se mais a delicadeza da fruta. Nada de excepcional, mas não conheço borgonha razoável como este e por este preço....

domingo, 17 de outubro de 2010

Tomado: Rosso di Montalcino Camigliano, 2008

Esse eu tomei!
Com minha mãe, comendo um gnocchi - o meu com molho de emental e filet mignon e o da minha mãe com queijo brie e pomodoro. Acompanhados ainda da Taci e da Sofia.
Um vinho que de início me decepcionou, estava ácido e muito fraco, aguado. Com alguns minutos melhorou, ficou mais frutado e a acidez encaixou bem com a comida. Ainda assim achei um Rosso apenas razoável.

sábado, 16 de outubro de 2010

Tomado: Crémant D'Alsace René Muré, Brut

Esse eu tomei!
Ontem. Trazido pelo Carlão, uma nova aquisição do Club du Taste Vin. Um espumante que agradou muito. Preço justo, 60 reais, para um vinho com uma perlage abundante e persistente. Muito cremoso e com um final de boca frutado, cítrico. Gostei muito.
Recomendo.

Tomado: Bicentenario de Chile, Cabernet Sauvignon, Casa Donoso Reserva 2006

Esse eu tomei!
Metade da garrafa durante a semana, para acompanhar um ótimo ravioli de muzzarela com o molho ao sugo da minha sogra, com deliciosos pedaços de carne...macia que dá dó!
Um chileno de preço fácil, perto dos 50, não lembro exatamente quanto paguei no Emporio Del Mundo.
Um vinho tranquilo, aroma tostado, aquela baunilha básica. No sabor é bastante frutado e com um corpo intenso, acompanhou bem a comida devido ao forte molho e à carne...Vinho honesto e gastronômico.
Detalhe da produção fotográfica: "Sofia Mergulhada na Taça de Vinho":

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pedroso na Espanha: Ede'T'ana, 2009

Mal começou a viagem e o Pedrott já está na esbórnia enogastronômica. Parabéns, belo começo. Mande notícias:

"Esse Eu e a Lully tomamos no Restaurante '7 Portes' (ou sete portas), tradicionalíssimo restaurante de Barcelona, fundado em 1836 (fará 199 ano qdo o Tricolor fizer 100...rsrsr) - fotos anexas.
De entrada, desgustação de azeites de todos os tipos e sabores, um bem diferente do outro (uns suaves, outros frutados e por aí vai). Ainda, de entrada, pequenas azeitonas, pouco maiores que amendoins, bem saborosas.

O vinho escolhido, por se tratar de restaurante tradicional em frutos do mar e para manter a tradição de provar vinhos regionais, escolhi um branco da região da Catalunha, chamado Edi'T'ana, safra 2009. Excelente vinho, composto das uvas Garnacha (50%), Viognier (40%) e Muscadet (10%) ... Aroma bem fresco e floral, com sabor de frutas (abacaxi, pêssego e uvas bem doces) e um toque diferente de floral e pimenta (foto anexa).

Para acompanhar, Eu e a Lully decidimos dividir 2 pratos:

- Zarzuella - um mix de frutos do mar ao molho do próprio peixe (lagosta, mariscos, lulas camarão e peixe) - delicioso - foto anexa;

- Tradicionalíssima Paella (não há necessidade de descrever um prato tão conhecido. O toque especial ficou por conta do arroz arbóreo, que estava no ponto de cozimento perfeito) - foto anexa;

Ainda, para não deixar passar, 'los postres':

- Lully - Profiterolles con chocolat (foto); e

- Eu - só para tirar uma onda com a barraqueira do Figueira Rubayat, pedi um 'crème catalane'.....Realmente, pedindo aqui na Catalunha, não vem doce de leite....rsrsrs....é a cópia fiel do 'crème brullè', inclusive com tradução no menu fracês para 'creme catalão'....rsrsrs

Para acompanhar, um portinho, Taylor Tawny 20 anos....sem comentários...

Agora é cama, pois já são quase duas da matina e o dia vai ser longo...

Abs. "

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Tomaram: Sharona 2005, Red Poetry Winery, Israel

Esse tomaram!
Depois de um brinde com um malbec mexicano (vide post), minha priminha Adriana teve a oportunidade de provar um vinho israelense, da vinícola Red Poetry.
Pelo que pesquisei - e não achei preços... - trata-se de uma vinícola pequena mas respeitada de Israel, produzindo cerca de 15.000 garrafas por ano, das mais variadas espécies de uvas (Cabernet Sauvignon, Merlot, Tempranillo, Carignan, Cabernet Franc, Mourvedre, Petit Verdot, Shiraz, Petite Sirah, Sangiovese, Riesling e Gewurztraminer).
Este exemplar (se seguir a mesma proporção da safra 2004 que achei na internet) é feito com 60% cabernet franc e 40% merlot, passando por 16 meses em barricas de carvalho.
Vamos às impressões da Adriana:


"Não sei falar sobre vinhos, só beber! Mas posso arriscar alguns comentários:
Nunca tinha tomado um vinho de Israel, e este Merlot se mostrou um vinho muito saboroso.
A cor era bem forte, e o aroma tinha corpo mas ao mesmo tempo era macio. Achei um vinho de personalidade. MUITO bom. Este prazer foi proporcionado por meu amigo e Chef Ricardo Frugoli, que ganhou este vinho de sua amiga Mercedes Sosa. E ontem bebericamos assistindo um DVD desta musa da música latina! Obrigada Chef Frugoli!
Bjs
Adriana Aranha"

Valeu pela colaboração Adri, ainda não tínhamos blogado nada de Israel.

domingo, 10 de outubro de 2010

Tomados: Madeira Malvasia 10 anos (Blandy's) e Porto Tawny 10 anos (Ramos Pinto)

Esses nós tomamos!
Começamos com a sobremesa e não paramos mais.
Final de balada, abrimos e comparamos dois excelentes vinhos de sobremesa, que fizeram muito sucesso e converteram mais alguns amigos à 'enofilia doce'.
Vinhos que impressionam pelo sabor marcante, mas sem perder o equilíbrio, vinhos fáceis de beber, seja com doces, seja sem nenhum acompanhamento.
O porto estava excelente, um mel acastanhado...O madeira não deixou por menos. Estranhamos a coloração mais escura, quase preta (o que tomamos no encontro mistral era amarelo brilhante), mas o sabor era muito semelhante. Açúcar queimado e muito mais...

Um show.
A pedido do Chede, tiramos uma foto do saldo da balada. É o resultado de se encontrar muitos amigos e de ficar bebericando por mais de 5 horas...

Tomados: De Vosne-Romanée a Sylvaner da Alsácia, passando por um Brunello

Esses nós tomamos !
Quando programei a balada, pensei em mudar um pouco o cardápio tradicional de vinhos, colocando à prova um branco da Alsácia, feito com a uva Sylvaner, para acompanhar os azeites, os queijos e os frios que compramos.
Porém, logo depois dos espumantes a galera pediu para irmos direto para os tintos. Não quis discutir e então resolvi abrir um tinto mesmo. Escolhi primeiro o Vosne-Romanée, que é bem delicado, mas é incrivelmente saboroso, muita fruta e equilíbrio. Os bons borgonhas sempre deixam os convidados boquiabertos, e com esse foi exatamente assim.


Na sequência tomamos um belo Brunello que o Fio trouxe. Um exemplar do Camigliano, de 2003. Um vinho já bem redondo, envelhecido - com a colaboração da decantação - e muito macio, mas ainda com traços potentes dos taninos da sangiovese.


Muito bom, mas um verdadeiro contraste para o borgonha.
Como as comidas eram leves e já tínhamos tomado muito, a garrafa seguinte foi de um Givry 1er Cru, vinho já postado por aqui e muito bom, sempre elogiado.
Serafim e a garrafa...
Saciados os convidados, resolvi voltar ao plano original, abrindo então uma garrafa do branco alsaciano, um Sylvaner muito diferente, floral, com um belo corpo e acidez não muito forte. Um vinho peculiar e que simplesmente caiu perfeito com os queijos e os azeites.

Todos acabaram concordando que ele foi a melhor harmonização da noite...Os últimos foram os primeiros desta vez.
Já tinha postado esse vinho aqui - vide post - mas retiro meu comentário sobre a leveza. É um vinho muito equilibrado, é refrescante (apesar de uma acidez não muito marcante), mas tem um bom corpo, que às vezes engana porque os aromas e sabores são muito frutados e florais, dando uma impressão de delicadeza extrema que cai por terra quando combinamos com comida. ele guenta bem!!e como!
Ótima pedida, preciso comprar mais dele, até porque é um vinho de ótimo preço (uns 60 reais no Taste-Vin)

Tomado: Veuve Clicquot Rosé Brut

Esse eu tomei!
Ou melhor, eu já tinha tomado (vide post) e agora pude tomar novamente com muitos amigos: Fernando, Marcel, Dani, Serafim, Chede e, é claro a Taci, que não tomou mas nos deu o prazer da companhia.


Um champagne excelente, equilibrado, macio, com muita persistência de sabor. Adoro os champagnes rosés; este fez bonito na degustação dos azeites Zuccardi.

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