domingo, 22 de agosto de 2010

Tomado: Château Bel Air Perponcher Réserve branco 2008

Esse eu tomei!
Almoço de sábado, eu queria tomar um vinho leve, um branco para ser mais específico.
Fomos no Galeto's e para acompanhar meu galeto desossado com polentas fritas eu pedi esse branco francês da região de bordeaux (entre-deux-mers).
Um vinho com aromas cítricos, puxando um abacaxi. Na boca sente-se o abacaxi e uma lima no final, em razão da acidez pronunciada. Um vinho bem fresco.
Simples mas agradável. Gostei. foi bem com o frango e a polenta. Mais uma lição do tipo "vinho tinto não é o único que existe". Eu adoro brancos.
A 1/2 garrafa foi 41 reais no Galeto's. Muito honesto, é 38 na Decanter.

sábado, 21 de agosto de 2010

Tomado: Château Ramon, Monbazillac 2006

Esse eu tomei!
No restaurante Nicota, eu, Taci, Carlão e Giovana.
Primeiro um comentário sobre o restaurante, local aconchegante, atendimento bom, carta de vinhos honesta e, o principal, pratos criativos e bem feitos.
Já na entrada gostamos muito dos waffles de batata com salmão defumado. Como prato principal tivemos dois destaques: codorna com presunto cru e paleta de porco com molho de laranja (Gi, não lembro direito o que você comeu, relembre a gente com um comentário...).
Acrescento que a chef Marisa Campos é muito simpática e foi muito competente não só com a comida mas também na escolha desse diferente vinho doce francês para acompanhar seu delicioso creme brulé com lavanda.
O doce é realmente muito bom, e o vinho ornou perfeitamente.
Eu não conhecia esse vinho e, agora, depois de uma pesquizinha, vi que é um vinho doce da região da Dordonha, mais especificamente da sub-região de Monbazillac. Nomes difíceis e desconhecidos para muitos, mas basta entender que tal região fica um pouco a leste de Bordeaux e é famosa na França por seus vinhos doces feitos com Sauvignon Blanc, Semillon e Muscadelle.
Este, especificamente, apresentou-se em coloração âmbar (veja no fundo da garrafa da foto; no copo ficou mais amarelado em razão do flash) e com sabor com toque de noz e muito doce, sem perder a leveza. O vinho tem 12,5%, de modo que não é forte e a leveza torna-se ainda mais agradável.
Uma boa pedida, foi bom conhecer.
Detalhe, preço da carta até que honesto. 129 reais, contra 92,50 do preço na Decanter, a importadora.
Sem prejuízo, gostaria de comer esse creme brulé delicioso acompanhado de um Madeira Malmsey 10 anos, deve ficar um desbunde.

Tomaram: Catena Chardonnay 2008

Esse tomaram!
Colaboração do Cassiano, fazendo sua estréia no Esse eu tomei!
E começa com um vinho que eu já tomei muito. Os Catena têm sempre boa qualidade, mesmo nas linhas mais básicas.
E esse chardonnay não é diferente. Aliás, fica aqui uma dica: esse é bom, mas o Catena Alta Chardonnay é excelente, vale à pena experimentar também.
Eis os comentários do Cassiano:
"Rodrigo,

Terça-feira, dia 17/08, fui ao restaurante do Hotel Renaissance para jantar com amigos. Estávamos em quatro casais e como alguns pediram carne e outros peixe, pedimos duas garrafas: um tinto e um branco.

A escolha do branco foi óbvia em vista da oferta de vinhos da carta: um belíssimo Catena Zapata, Chardonnay de 2008. A foto não está digna do vinho pois a fiz com o celular.

Vinho de bom corpo, com muitos aromas suaves de frutas e, ao mesmo tempo, persistentes. Na boca, é amanteigado, possui um toque de mel e com um final levemente tostado. Acidez perfeita, no ponto certo. Fez boa dupla com um filé de namorado poché com legumes que provei. Em verdade, eu esperava bem mais do prato e o vinho salvou o meu jantar.

A garrafa custa R$ 110,00 no hotel, mas na Mistral se adquire por R$ 49,10. Para comprar de caixa.

Abraços."

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Tomaram: Isla Negra Syrah/Cabernet Sauvignon 2007

Esse tomaram!
Foi meu primo Guilherme, que ainda tinha uma garrafa desse vinho que tomamos no casamento da minha irmã há dois anos. Foi uma "sobra" do almoço do dia seguinte que fizemos na casa dele.
É um vinho simples e barato vendido na Enoteca Fasano.
Eu particularmente não gostava desse vinho, apesar de ter tomado diversas vezes - meu pai sempre tinha algumas garrafas para tomarmos quando tinha muita gente em casa. Sempre achei que tem coisa melhor na mesma faixa de preço - deve ser uns 40 reais hoje. Ele é muito alcoólico e amarrado. Apenas quebra o galho no dia-a-dia.
De qualquer forma, parece que o vinho ainda está bom (ou razoável...) para tomar. Eis os comentários do Guilherme, concisos porque enviados por SMS:

"Um resquício do casamento da Thaís.. Caiu muito bem com o nhoque com bifes de filet...e detalhe, safra de 2007... Abs"
Boa Gui, estreiou no Esse eu tomei!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Tomado: Espumante Chandon Reserve Brut

Esse eu tomei!
Para acompanhar alguns peixinhos, no restaurante Toro Loco, de Manaus, no agradável jantar com os colegas Alfredo e Luiz Felipe. Com o calor que faz aqui, mesmo no inverno, não há nada mais propicio do que um espumante geladinho.
E este fez bonito, um espumante com perlage persistente, cremoso, com sabores de cereais e toque cítrico marcante.
Muito bom, caiu na medida com o Pirarucu (foto abaixo) e com o Dourado que eu comi.
Desculpe a qualidade da foto do peixe, mas eu estava com fome e só lembrei de tirar a foto depois que já tinha começado a comer...
Minha reclamação só fica por conta da falta da costela de Tambaqui, que o restaurante não poderia deixar de ter...estava faminto por uma costela. Fica para a próxima.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Strauss - Dica de desconto. Todo bom vinho merece uma boa Taça

Para bons vinhos, boas taças...
Eis aí uma dica muito benvinda do Rio de Janeiro, contribuição do meu irmão Daniel e, mais precisamente, do seu amigo Alfredo.

Achei a dica muito boa. Valeu.

"Vamos lá então. A história é a seguinte: não sei se muitas pessoas sabem, mas a Strauss vende taças com pequenos defeitos. Esses defeitos são micro-bolhas que se formam no processo de fabricação na base da taça ou na parte destinada a segurar a taça. De forma alguma são defeitos grandes e que alteram o formato da taça, juro que eu só tenho taças assim e tem algumas que até hoje não consegui encontrar o defeito, o Daniel já tomou alguns vinhos aqui em casa e as taças eram essas.

Para comprar é muito fácil, somente seguir os passos abaixo:

1- Entrar no site http://www.strauss.com.br/pt/home/ e escolher a taça que desejar
2- Enviar um e-mail para kristallhaus@hotmail.com com o pedido indicando o modelo das taças e pedir com pequenos defeitos. Eu sempre peço para "caprichar" na seleção.
3- As taças são enviadas por correio, recomendo pagar o frente com seguro de R$ 50,0 pois, se vierem 1 ou 30 taças quebradas por esse preço fixo eles repõem quantas tiverem quebrado.
4- Barganhar!!! Eu sempre consigo o frete de graça.

Fica ai a dica, espero ter contribuído.

Cheers!

Alfredo."

domingo, 15 de agosto de 2010

Tomado: Paulo Laureano Clássico 2007

Esse eu tomei!
Foi uma meia garrafa para acompanhar uma capeleti com molho branco.
Este vinho provém do Alentejo, Portugal, feito com Trincadeira e Aragonês, pelo laureado Paulo Laureano. Que trocadilho...
Senti nele aromas de frutas e tabaco, na boca pareceu bem tânico, com fruta e toque defumado. Final persistente e seco.
Um vinho simples e para acompanhar comida. Com o capeleti ficou melhor. Sozinho seria muito seco, amarrado.
A meia garrafa é vendida no Empório Mercantil por volta de 20 reais. Deve ser o mesmo preço da Adega Alentejana.

PS: Já havia posta do o Paulo Laureano Premium, que realmente é superior. Confira AQUI.

sábado, 14 de agosto de 2010

Tomado: Dolcetto d'Alba 2008, Sandrone

Esse eu tomei!
Considerando que a primeira indicação da sommelier do Vicolo Nostro foi muito boa, pedimos para ela escolher a nossa segunda garrafa, mantendo-se na Itália, mas partindo para algo mais leve.
Trouxe-nos então este Dolcetto, originário do Piemonte assim como o Barbera.
Um vinho muito gostoso, realmente mais leve, mas com bastante acidez. Achamos até que deveríamos ter invertido a pedida, pois essa acidez teria sido melhor para acompanhar a massa e nesta horá já estávamos quase acabando os pratos.
De qualquer forma, um vinho muito agradável, com fruta e especiarias bem marcantes, com corpo médio e final persistente e longo.
Gostei.
Esse é vendido pela Mistral, a 82 reais. Mais uma vez parabéns ao Vicolo Nostro, que não exagerou na margem de lucro (na Carta vale 120).

Tomado: Barbera d'Alba 2007, Pio Cesare

Esse eu tomei!
Para acompanhar uma boa massa, como a feita no restaurante Vicolo Nostro, nada melhor do que um bom vinho italiano.
Na boa e vasta carta de vinhos do restaurante vi um Barolo - sem denominação de vinhedo- a um preço razoável e indaguei o que a sommelier achava. Ela fez uma cara do tipo "esse barolo não é lá grande coisa" (estava 150 reais, enquanto que os demais barolos da carta - com denominações específicas - já estavam mais de 300).
Pedi então sua recomendação, pelo que a sommelier rapidamente apontou este Barbera do excelente produtor Pio Cesare, que estava 149 reais.
Foram então duas boas supresas: a primeira durante a refeição, pois o vinho era encorpado, frutado, muito redondo na boca, muito bom mesmo, Carlão e Giovana também gostaram - uma lição para os sulamericanos amadeirados, mostrando que o vinho pode manter a fruta em alto padrão sem recorrer a tanto gosto de madeira (e olha que esse barbera passa 18 meses em carvalho e nem assim perde seu caráter para se tornar uma essência de baunilha); a segunda surpresa foi agora, ao escrever esse post, que vi que a garrafa deste vinho custa 112 reais na Decanter. Até que enfim um restaurante que não enfiou a faca no preço do vinho!

Tomado: Espumante Salton Évidence

Esse eu tomei!
Como sempre, gostamos de iniciar a noite com um espumante, para abrir o apetite e aguçar o paladar.
Desta vez escolhi este espumante nacional, muito bem recomendado, que estava na minha adega. O Carlão até já tinha tomado há algum tempo e lembrava que tinha gostado muito.
Não sei se esta garrafa é de outra safra/lote, mas o Carlão não reconheceu o vinho que tinha tomado. Este exemplar tinha uma perlage abundante mas muito rápida.
Em pouco tempo ficou um vinho branco na taça. Bom vinho até, mas sem a cremosidade que é o grande barato de um espumante.
No paladar é redondinho, gostoso, mas falta caráter de espumante.
Tomamos nacionais bem melhores que esse ultimamente, como o Cave Geisse Nature, o Miolo brut e o Maximo Boschi. E todos na mesma faixa de preço ou mesmo mais baratos.

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