quinta-feira, 20 de maio de 2010
Tomado: William Cole Sauvignon Blanc Mirador Selection 2009
Tomado: Rosemount Diamond Shiraz Cabernet, 2005
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Tomado: Evel 2004
Ontem com o meu pai comendo uma pizza.
É produzido pela Real Companhia Velha, uma das mais tradicionais vinículas do Douro.
Essa vinícula me chamou a atenção em Portugal pela beleza das garrafas dos seus Porto, especialmente o Tawny 20 anos (que tomamos em Portugal, mas ainda não postamos, as impressões estão anotadas no vinhálbum).
Esse é um vinho simples, porém muito autêntico. Um típico português, uma porrada de intensidade, embora de médio corpo. É o tipo de vinho preferido do meu pai, com sabor forte, vermelho escuro sem aquele toque docinho típico dos Malbecs argentinos e dos vinhos exagerados na madeira.
No site da Real Companhia Velha não encontrei a ficha do Evel 2004, mas nas safras de 2002 e 2003 sua composição incluiu as seguintes castas: Toriga Francesa, Tinta Roriz e Tinto Barroca.
Pra quem gosta do estilo dos vinhos da Terrinha, uma boa pedida para o dia-a-dia.
Tomado: Ramos Pinto Porto 10 anos Quinta de Ervamoira
Les Crayères - O Hotel e o Restaurante !!!
Os quartos do prédio principal são refinadíssimos e pitorescos, além de contar com produtos de banheiro fornecidos pela Hermes - como diria Ataíde Patrese, um luxo:
Taci no quarto localizado no prédio principal - 1999
Há ainda quartos localizados na área externa do hotel, sendo verdadeiros mini-palácios espalhados pelo terreno. Este é o que ficamos em 1995:
Zé Olinto e Elsa em trajes de gala antes do jantar - 1995
Além do Hotel ser maravilhoso, com serviço impecável, mesmo que você esteja apenas visitando a região e esteja hospedado em Paris, por exemplo, vale agendar um jantar no restaurante Le Parc, onde a comida é incrível e o sommelier é especialista em Champagne, conhecendo as características dos champagnes listados nas centenas de páginas da carta de vinhos dedicada praticamente só aos espumantes.
O Hotel até mesmo desenvolveu sua própria taça de champagne, especial para degustação de grandes vintages:

Um lugar maravilhoso e mágico para quem gosta de Champagne, sendo pronto fraco apenas o preço... ouvi dizer que hoje em dia um jantar sai por cerca de 300 euros por pessoa... saudades do franco francês e do dólar 1 para 1 !
Tomado: Espumante Salton Reserva Ouro
Esse eu tomei!Eis um espumante nacional que eu já havia tomado em várias ocasiões, mas ainda não tinha tido a oportunidade de comentar.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Tomado: Alion 2003
Tomado: Cava Cristalino Rose Brut
Esse eu tomei!Aperitivando com castanhas, nozes, macadâmia, queijo brie e torta de calabreza, antes do almoço de domingo em casa, na companhia da quase aniversariante Guiomar, do sogrão Vasco e dos parceiros Carlos (parceiro de blog) e Giovana (parceira da Taci na tranca).
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Tomado: Sauternes Carmes de Rieussec 2006
Tomado: Champagne G. H. Mumm Cordon Rouge
Tomei na sempre agradável companhia do casal Nobre (Edu e Laura), no sábado retrasado (08/05/2010) na casa deles. Foi a abrideira do jantar que em tomamos o Chateau Mouton Rothschild 1993.
Como diz meu companheiro de blog "Champagne é Champagne".
É exatamente isso, o rigor das classificações de origem na França, especialmente dos Champagnes, garante-nos a qualidade esperada em qualquer especime que tomamos. Eu nunca tomei um champagne ruim, ou muito diferente do padrão esperado. As variações entre um champagne e outro de um mesmo patamar, são tênues, o que garante uma identidade à denomiação de origem.
Este é mais um exemplo disso, um belíssimo exemplar, tipico. É o vinho de entrada do produtor, o champagne mais simples que produzem. Fico imaginando como devem ser ainda melhores os mais elaborados. À propósito, Rodrigão, você que é um especialista na matéria, poderia escrever um post sobre as classificações das espécies de Champagne.
Destacaria como característica deste ser um pouco mais seco que os demais, ótimo para aperitivar.
Há um espumante argentino que também leva o nome "Mumm", acho que produzido em parceria com a casa francesa, mas que, obviamente, não chega em aos pés do original.




