quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Tomado: Espumante Chandon Reserve Brut

Esse eu tomei!
Para acompanhar alguns peixinhos, no restaurante Toro Loco, de Manaus, no agradável jantar com os colegas Alfredo e Luiz Felipe. Com o calor que faz aqui, mesmo no inverno, não há nada mais propicio do que um espumante geladinho.
E este fez bonito, um espumante com perlage persistente, cremoso, com sabores de cereais e toque cítrico marcante.
Muito bom, caiu na medida com o Pirarucu (foto abaixo) e com o Dourado que eu comi.
Desculpe a qualidade da foto do peixe, mas eu estava com fome e só lembrei de tirar a foto depois que já tinha começado a comer...
Minha reclamação só fica por conta da falta da costela de Tambaqui, que o restaurante não poderia deixar de ter...estava faminto por uma costela. Fica para a próxima.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Strauss - Dica de desconto. Todo bom vinho merece uma boa Taça

Para bons vinhos, boas taças...
Eis aí uma dica muito benvinda do Rio de Janeiro, contribuição do meu irmão Daniel e, mais precisamente, do seu amigo Alfredo.

Achei a dica muito boa. Valeu.

"Vamos lá então. A história é a seguinte: não sei se muitas pessoas sabem, mas a Strauss vende taças com pequenos defeitos. Esses defeitos são micro-bolhas que se formam no processo de fabricação na base da taça ou na parte destinada a segurar a taça. De forma alguma são defeitos grandes e que alteram o formato da taça, juro que eu só tenho taças assim e tem algumas que até hoje não consegui encontrar o defeito, o Daniel já tomou alguns vinhos aqui em casa e as taças eram essas.

Para comprar é muito fácil, somente seguir os passos abaixo:

1- Entrar no site http://www.strauss.com.br/pt/home/ e escolher a taça que desejar
2- Enviar um e-mail para kristallhaus@hotmail.com com o pedido indicando o modelo das taças e pedir com pequenos defeitos. Eu sempre peço para "caprichar" na seleção.
3- As taças são enviadas por correio, recomendo pagar o frente com seguro de R$ 50,0 pois, se vierem 1 ou 30 taças quebradas por esse preço fixo eles repõem quantas tiverem quebrado.
4- Barganhar!!! Eu sempre consigo o frete de graça.

Fica ai a dica, espero ter contribuído.

Cheers!

Alfredo."

domingo, 15 de agosto de 2010

Tomado: Paulo Laureano Clássico 2007

Esse eu tomei!
Foi uma meia garrafa para acompanhar uma capeleti com molho branco.
Este vinho provém do Alentejo, Portugal, feito com Trincadeira e Aragonês, pelo laureado Paulo Laureano. Que trocadilho...
Senti nele aromas de frutas e tabaco, na boca pareceu bem tânico, com fruta e toque defumado. Final persistente e seco.
Um vinho simples e para acompanhar comida. Com o capeleti ficou melhor. Sozinho seria muito seco, amarrado.
A meia garrafa é vendida no Empório Mercantil por volta de 20 reais. Deve ser o mesmo preço da Adega Alentejana.

PS: Já havia posta do o Paulo Laureano Premium, que realmente é superior. Confira AQUI.

sábado, 14 de agosto de 2010

Tomado: Dolcetto d'Alba 2008, Sandrone

Esse eu tomei!
Considerando que a primeira indicação da sommelier do Vicolo Nostro foi muito boa, pedimos para ela escolher a nossa segunda garrafa, mantendo-se na Itália, mas partindo para algo mais leve.
Trouxe-nos então este Dolcetto, originário do Piemonte assim como o Barbera.
Um vinho muito gostoso, realmente mais leve, mas com bastante acidez. Achamos até que deveríamos ter invertido a pedida, pois essa acidez teria sido melhor para acompanhar a massa e nesta horá já estávamos quase acabando os pratos.
De qualquer forma, um vinho muito agradável, com fruta e especiarias bem marcantes, com corpo médio e final persistente e longo.
Gostei.
Esse é vendido pela Mistral, a 82 reais. Mais uma vez parabéns ao Vicolo Nostro, que não exagerou na margem de lucro (na Carta vale 120).

Tomado: Barbera d'Alba 2007, Pio Cesare

Esse eu tomei!
Para acompanhar uma boa massa, como a feita no restaurante Vicolo Nostro, nada melhor do que um bom vinho italiano.
Na boa e vasta carta de vinhos do restaurante vi um Barolo - sem denominação de vinhedo- a um preço razoável e indaguei o que a sommelier achava. Ela fez uma cara do tipo "esse barolo não é lá grande coisa" (estava 150 reais, enquanto que os demais barolos da carta - com denominações específicas - já estavam mais de 300).
Pedi então sua recomendação, pelo que a sommelier rapidamente apontou este Barbera do excelente produtor Pio Cesare, que estava 149 reais.
Foram então duas boas supresas: a primeira durante a refeição, pois o vinho era encorpado, frutado, muito redondo na boca, muito bom mesmo, Carlão e Giovana também gostaram - uma lição para os sulamericanos amadeirados, mostrando que o vinho pode manter a fruta em alto padrão sem recorrer a tanto gosto de madeira (e olha que esse barbera passa 18 meses em carvalho e nem assim perde seu caráter para se tornar uma essência de baunilha); a segunda surpresa foi agora, ao escrever esse post, que vi que a garrafa deste vinho custa 112 reais na Decanter. Até que enfim um restaurante que não enfiou a faca no preço do vinho!

Tomado: Espumante Salton Évidence

Esse eu tomei!
Como sempre, gostamos de iniciar a noite com um espumante, para abrir o apetite e aguçar o paladar.
Desta vez escolhi este espumante nacional, muito bem recomendado, que estava na minha adega. O Carlão até já tinha tomado há algum tempo e lembrava que tinha gostado muito.
Não sei se esta garrafa é de outra safra/lote, mas o Carlão não reconheceu o vinho que tinha tomado. Este exemplar tinha uma perlage abundante mas muito rápida.
Em pouco tempo ficou um vinho branco na taça. Bom vinho até, mas sem a cremosidade que é o grande barato de um espumante.
No paladar é redondinho, gostoso, mas falta caráter de espumante.
Tomamos nacionais bem melhores que esse ultimamente, como o Cave Geisse Nature, o Miolo brut e o Maximo Boschi. E todos na mesma faixa de preço ou mesmo mais baratos.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Tomado: Gago 2006

Esse eu tomei!
Acompanhado do Marcellinho Pedroso e da saudosa Julia Nogueira.
Todos comemos um cordeirinho (lombo e ravioli) e, para harmonizar, pedi esse vinho espanhol feito pelo Telmo Rodriguez, na região do Toro, que, diga-se, eu não conheço quase nada.
Foi uma grata surpresa, um vinho muito bom, frutado, com muito tempero, sente-se muita especiaria. Tem corpo médio e boa acidez. Acompanhou bem a comida e foi unanimidade na mesa, todos gostaram.
Detalhe: Os cordeiros do Gardênia restô estão sempre bons...Saudade da Paleta! Fica prá próxima.
Detalhe 2: O vinho é bom e me surpreendi que custa 56 reais na Mistral. O Gardênia podia maneirar nos preços, não precisava cobrar mais de 120 reais...Os restaurantes em São Paulo estão mesmo pisando na bola nas margens de lucro. É generalizado.

Tomado: Samos, Boutari (Grécia)

Esse eu tomei!
O Carlão comprou este vinho grego, proveniente da Ilha de Samos, para experimentarmos. Aproveitamos os sorvetes de pistache e de chocolate que o Chede havia trazido para acompanhar a bebida.

Adoramos vinhos doces e estávamos curiosos para provar este exemplar vindo de um local tão incomum - ao menos para nós.
O vinho tem 15% de álcool e é feito com Muscat.
Já ao abrir o primeiro problema, a rolha estava muito dura e mesmo com o novo saca-rolhas de lâminas do Esse eu Tomei ! acabamos empurrando para dentro da garrafa - acho que foi falta de prática...
Servido o vinho, sentimos os aromas. Para mim e para o Carlão era casca de laranja e muito mel. Para o Chede parecia um "loló de Porto Seguro". Não sei muito bem que cheiro é esse, mas imagino que seja algo como benzina com essência de bolo...ou seja, algo bem perfumado e doce já no nariz. Chede, pare de lembrar de bobagens feitas há mais de 10 anos !
No sabor se mostrou melado, denso, doce mesmo. Parecia uma colherada de mel. No começo é bom, fácil de beber, mas confesso que no terceiro, quarto gole eu já tinha enjoado.
Até caiu bem com os sorvetes, mas ficou muito enjoativo.
Não gostamos. tem coisa muito melhor para tomar.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Tomado: EPU 2007

Esse eu tomei!
Ontem o Luiz Felipe trouxe para tomarmos uma garrafa do EPU 2007, o segundo vinho da vinícola do Almaviva (aliás, pelo que me lembro, no contra-rótulo consta que EPU, em mapuche, significa DOIS).
Ele comprou este vinho no Chile, na Concha y Toro, quando esteve lá este ano - foi nosso correspondente internacional.
E o Luiz chegou com toda pompa para o jantar na casa do Carlão, trouxe até a caixa especial do vinho:
Nós decantamos o vinho para abrir um pouco, já que ainda é jovem, e aproveitamos para já decantar também um borgonha que eu gosto muito, o Givry Champ Nalot, já postado aqui.

O EPU foi tomado logo após acabarmos o Givry - de tão delicado e saboroso esse borgonha acaba rápido mesmo - para acompanhar as Bracciolas que a Giovana preparou juntamente com arroz, feijão e purê de mandioquinha.
Vejam a madame na cozinha, após a primeira fritada das bracciolas:

O vinho: Este EPU, mesmo após 40 minutos de decanter, apresentava aroma bastante forte, com frutas e muita madeira, baunilha. O outro EPU aque tomei (2001 - vide post) era mais para a fruta, com toque tostado, não era tão abaunilhado, não sei se o envelhecimento ameniza essa doçura que o carvalho traz.
Na boca é muito redondo, nota-se facilmente a qualidade, vinho de primeira linha, com final persistente. É por isso que ficamos sempre na dúvida sobre o porquê de tanta madeira em um vinho de tão boa qualidade. Ele continua gostoso, mas fica mais padronizado, talvez para atender o mercado dos EUA.

Em resumo, foi uma noite agradável, uma grande refeição, com ótimos vinhos. Que venham mais!
E parabéns à Giovana, que a cada dia cozinha melhor...
Ainda fizemos um vídeo da decantação do EPU. Vale a visita só pelo lindo decanter do Carlão, uma obra de arte. Vejam no Youtube (dá para ver em qualidade HD): LINK

Tomado: Crémant de Bourgogne François Labet

Esse eu tomei!

Ontem nos reunimos na casa do Carlão para comemorarmos o dia do advogado e o lançamento do saca-rolhas do Esse eu Tomei! Mais uma idéia 'inútil' que tivemos para divulgarmos o blog e presentearmos os amigos. Aproveitamos para fazer um saca-rolhas de lâminas, que não estamos acostumados a usar e que pode ser importante quando a rolha do vinho não está lá muito bem conservada. Ajuda a tirar a rolha sem desmanchá-la.

Presentes Eu, Carlão, Gi, Taci, Chede e Luiz Felipe (que foi nosso correspondente no Chile), começamos os trabalhos com esse espumante francês da região da Borgonha.

O Carlão pagou por volta de 90 reais, ou seja, metade de um preço de um champagne brut básico.

E valeu à pena.

Um espumante com perlage persistente, cremosa na boca, com aromas e sabores de cereais. Lembra muito uma champa, só que um pouco mais leve.

Conclusão: desse eu vou comprar muitas garrafas ainda.

O blog da Empório Mercantil, onde esse espumante é vendido por R$ 86,00, traz boas informações:

• Crémant de Bourgogne François Labet: Espumante de boa alternativa custo-benefício. Qualidade comparada a Champagne e é agradavelmente volumoso, perlage e apresenta sabor persistente e qualidade encantadora, tendo um final muito refrescante. Este Crémant de Bourgogne é elaborado no Domaine Pierre Labet, onde passa pelas mãos do Sr François Labet, um dos grandes conhecedores da região da Bourgogne, onde sua família é detentora de uma grande parcela do Grand Cru Clos-Vougeot e uma das únicas construções históricas, o seu precioso Château La Tour, acho que está explicado à grande fineza deste Espumante.


Finalmente, um clique do blogueiro e anfitrião da noite:


Já ia me esquecendo, depois do Crémant tomamos um champagne legítimo, um Laurent Perrier, sempre magnífico. Deu para sentir a superioridade da champa, mas também deu para ver como o Crémant tem um alto nível de qualidade.

Recomendo !

Carlão, Chede e Luiz Felipe com o Champagne

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