segunda-feira, 4 de abril de 2011

Maranges 1er Cru, La Fussière, 2008 (Domaine Chevrot)

Esse eu tomei!

Foi no almoço de domingo com o sogrão. Acompanhou costelas de porco e strogonoff de carne.

Foi uma beleza!

Desde já agradeço o François, do Taste-Vin, que me enviou essa garrafa de presente junto com o restante do meu pedido. Mordi a isca, vou ter que comprar mais dele.

Trata-se de um borgonha de uma subregião que eu não conhecia (Maranges), que fica na Côte de Beaune, parte mais central da borgonha.

Um vinho com cor bem rubi. Aromas de muita fruta fresca, predominando a cereja. Na boca, da mesma forma, é muito frutado, delicado e equilibrado. Com boa acidez que garantiu a harmonização com a costela gordurenta e deliciosa !

Excelente. Recomendo. No Taste-Vin, se não for presente, sai por honestos 105,00 (LINK) - não conheço borgonha dessa qualidade por este preço.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Tomaram: Domaine Parigot - Pinot Noir - Borgonha - 2008

Esse tomaram!
E o amigo enófilo Cassiano não aprovou não. Vai aí um post conciso e preciso...

"Cor lilás (cereja claro translúcido). Aromas discretos de rosas e cereja. Apesar de muito leve, o sabor é encoberto por muito álcool, a ponto de não ter sido possível identificá-lo. Não fez feio ao acompanhar o excelente beef bourguignon que provei no Le Vin de Higienópolis. Todavia, o excesso de álcool atrapalha e por isso o vinho deixa a desejar. No restaurante custa R$109,00, muito caro pelo que o vinho oferece. O Sommelier da casa não foi feliz na indicação. Abraços. "

terça-feira, 15 de março de 2011

Tomaram: Clos de Torribas Crianza 2006

Vinho tomado pelo grande Guilherme, conhecido também como Baga, em homenagem à bela uva portuguesa muito utilizada na Bairrada. Gostou desse estudo etmológico Gui ??

Brincadeiras à parte, o vinho aqui postado é uma boa dica de custo/qualidade.

A propósito, que bela CODORNA !!

Nas palavras do Baga:


"Entrei no Blog e notei que dentro dos espanhóis você ainda não tinha postado sobre esse, então aí vai... vale muito a pena...

Segue a ficha...

PINOR
Clos de Torribas
Crianza - 2006 - Tempranillo (Villafranca de Penedès - Barcelona)
Tempranilloo - 90%
Cabernet Sauvignon - 10%

Comentário do rótulo:

" Para ser denominado CRIANZA esse vinho permaneceu um ano sendo envelhecido em barrica de carvalho e outro ano amadurecendo em garrafa, o que lhe confere personalidade singular. Ideal para acompanhar assados, ensopados, carne grelhada, queijos curados, etc."

Impressões (rsrs):

De fato, um vinho muito aveludado, leve, que cai muito bem com caças em geral. No caso acompanhou Codornas à provençal, com batatas e alho poró e saiu na medida, realçando bem o sabor do alecrim e do vinho (branco...) da própria carne. Excelente escolha, inclusive por seu custo benefício, afinal estava em promoção no Pão de Açúcar e saiu por menos de R$ 25,00... Parece sacanagem minha, mas realmente é muito bom...


Matéria sobre o vinho...

Vinho Acessível
http://vinhoacessivel.blogspot.com/2008/06/clos-de-toribas-crianza-por-r-2490-no.html

Clos de Toribas Crianza por R$ 24,90 no Pão de Açúcar.
Trata-se de um Tempranillo espanhol (desculpe a redundância!!!), produzido na região de Penedès que é bem próxima à barcelona. Sempre que me pedem uma indicação de um bom vinho a custo baixo, esse é um dos meus três indicados. Comumente encontrado no Extra e no Pão de Açúcar por cerca de trinta reais. Entrou em promoção por R$ 24,90. Esse vinho ganhou 87 pontos segundo a Wine Spectator, sendo considerado um dos 100 melhores vinhos do ano. Trata-se de um vinho denso, bastante equilibrado e com aromas intensos. Pode ser consumido numa boa sozinho, acompanhado de uma bela morena ou um bom papo entre amigos. Indicação certa e sem erro. Go There!!!"

quinta-feira, 10 de março de 2011

Tomado: Vinha Tarapacá, Gran Reserva Sauvignon Blanc 2009

Esse eu tomei!
Na melhor praia - ou uma das melhores, para não polemizar - do Brasil. Coqueirinhos, João Pessoa, Paraíba.
Foi no restaurante novo - eu tinha ido em 2005 a essa praia e o restaurante não existia - chamado Canyon. Um moderno e amplo restaurante a menos de 50 metros do mar. Muito bonito e com comida boa.
E bebida também.


Confesso que a carta de vinhos não anima muito, mas é bem superior aos demais restaurantes de João Pessoa que fui. A cidade parece ainda não investir e não ter cultura de vinho. Espero estar enganado, mas se não estiver espero que isso mude, o que realmente acho que ocorrerá com um pouco de tempo.
Bom, comemos a Dupla Coqueirinho, um prato de lagosta grelhada e camarão, com batatas cozidas, arroz com açafrão e purê de jerimum - abóbora.
Prato espetacular, a lagosta estava suculenta e o melhor de tudo é que o preço é 1/3 de SP.


O vinho: O vinho foi o melhor que pude pedir. Honesto, mas nada de mais. Um bom sauvignon blanc, fresco, com aromas de melão e abacaxi, com sabor predominante no abacaxi e final cítrico. Acidez moderada, leve e tranquilo para um sauvignon. Mas saiu-se muito bem. Gostei.
Bom, o ambiente já bastava...
Já estou com saudades de João Pessoa.


sexta-feira, 4 de março de 2011

Tomado: Centine IGT 2007, Banfi

Esse eu tomei!
Foi no almoço de ontem, com diversos amigos do escritório. Acompanhou as ótimas massas do Famiglia Grandi (R. Cunha Gago, Pinheiros).
Um vinho muito bom, com coloração violeta, aromas e sabor com toque mineral e muita presença de frutas, como cereja e framboesa. Muito macio na boca, fácil de beber e gostar. Sem presença marcante de madeira.
Um vinho bem frutado mesmo, feito na Toscana com 60% de sangiovese, 20% de cabernet e 20% de merlot.
Uma ótima opção de compra, na World Wine vale R$ 66,00. Recomendo!
Ficou show com a massa.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Tomado: Joaquim 2006 (Cabernet Sauvignon/Merlot), Villa Francioni

Esse eu tomei!
Depois de um bom champagne, na casa da minha irmã e do meu cunhado.
Esse vinho o Pecchiae comprou exatamente para celebrar o nascimento do Joaquim. Vinho homônimo, vindo da região de Santa Catarina, mais precisamente de São Joaquim.
Um ótimo tinto de um dos melhores produtores brasileiros, Villa Francioni.
Este é um corte de 50% cabernet e 50% merlot, com passagem de 8 meses em carvalho francês.
Um vinho que me surpreendeu positivamente. Cor rubi bem escura, aromas de cereja e tabaco com um toque de madeira tostada. O sabor é bem frutado - frutas vermelhas vibrantes. Final redondinho e persistente. Muita concentração de fruta.
Gostei, dos melhores brasileiros que tomei, e custa por volta de 60, 65 reais, depende da loja.
Recomendo a prova.
PS: E que as homenagens ao Joaquim não parem por aqui, estamos tomando muita coisa boa por causa dele....rs

Tomado: Dom Pérignon Vintage 2000

Esse eu tomei!
Foi para comemorar - mais uma vez - o nascimento do meu sobrinho Joaquim. Tinha comprado esse champagne no ano passado já pensando nesta ocasião.
Uma semana após o nascimento do rapaz nada mais justo que uma visita para compartilhar um bom vinho com a irmã e o cunhadão, todos já babões...inclusive eu, Taci e minha mãe.
O champagne: Eu ainda não tinha tomado um Pérignon, por isso talvez eu tivesse expectativa demais, e acabei um pouco desapontado.
Claro que o champagne estava ótimo, perlage fina, persistente, aromas de cereais, palha e um certo tostado. Na boca é cremoso, equilibrado, com um leve amargor no final. Bem seco. Muito boa, perfeita para a comemoração.
Mas confesso que esperava mais, não achei tão acima de outros champagnes safrados, como os próprios moëts - na semana passada tomei um 2003 que estava mais ou menos do mesmo nível. E o preço ajuda na expectativa - ainda que eu tenha comprado muito mais barato no freeshop.
Carlão, você que tomou uma da mesma safra no ano passado (post AQUI), o que achou se analisarmos o preço e a qualidade comparada com outras safradas ?

Tomado: Familia Cecchin Malbec del Galpon 2000

Esse eu tomei!
Foi o primeiro dos três vinhos que compartilhei neste domingão.
Este eu havia trazido de Mendoza ano passado (vide post AQUI) e abri porque o produtor me disse que não era para guardar mais, era vinho para ser tomado nos 6 meses posteriores à compra.
Abri-o para acompanhar um Chester maravilhoso feito pela minha sogra. Aproveitaram dele, ainda, minha mãe e o sogrão Vasco.
Este é um vinho feito por um produtor pequeno, biodinâmico, sem passagem em madeira. Um malbec muito interessante e peculiar, com muita fruta no aroma e sabor, mas com aquele aspecto compotado. Muito macio, apesar da concentração da uva no vinho. Tudo muito arredondado - e sem madeira.
Caiu bem com o chester.
Belo vinho, pena que não exportam para o Brasil...Algum importador deveria cuidar disso, eu teria de caixas !

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Tomado: Sileni Cellar Selection Hawke's Bay Merlot 2008

Esse eu tomei!
Foi o vinho que acompanhou o agradável almoço no Gardênia (Pinheiros-SP), com o Pedroso e a velha (no bom sentido...rs) amiga Julia Nogueira.
Resolvemos variar e pedimos um vinho que ainda não conhecíamos da carta do restaurante.
E gostamos bastante.
Um vinho de corpo médio, com coloração rubi clara, aromas de tabaco e especiarias, sabor com final apimentado e muito macio e redondo no final. Fácil de beber e bom para acompanhar uma carninha.
Em resumo, boa comida, reencontro com amigos, bom vinho, ótimo almoço.
Valeu!
PS: Vinho importado pela Mistral, por justos 64 reais. Recomendo.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Tomado: Hawk Crest 2005 Merlot

Esse eu tomei!
Graças a minha querida irmã, que deu à luz meu sobrinho Joaquim neste domingo. Enquanto esperávamos ela voltar para o quarto resolvemos matar a fome no Ráscal, próximo da maternidade.
Comemos uma pizzinha e para acompanhar pedimos esse vinho produzido pelo renomado Stag's Leap Wine Cellars.
Resolvi pedir um americano porque tenho gostado muito ultimamente dos vinhos dos EUA. Esse é importado pela Mistral e o produtor é respeitado, valia o risco.
E valeu mesmo, um Merlot muito bom, macio, corpo médio e muito frutado. Pouca impressão de madeira, usada com parcimônia nesse caso - o vinho passa 9 meses em carvalho francês (bela coincidência com o período de gestação do Joaquim !!).
Vinho fácil de gostar, fácil de beber, e de muito bom custo/benefício.
Na Mistral vale R$ 76,00 e no restaurante Ráscal estava por justos R$ 95.
PS: Apesar de ter sido um ótimo vinho para o jantar, o auge da noite de domingo foi um champagne Laurent Perrier Cuvée Rosé aberto por meu cunhado para celebrar a chegada do lindinho e já mimado Joaquim ! Mais um sãopaulino e um futuro apreciador de vinhos...

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