terça-feira, 14 de setembro de 2010
Direto de Mendoza: Mendel Finca Remota Malbec 2007
Tomado: Esteva 2007, Casa Ferreirinha
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Direto de Mendoza: Baron B Extra Brut (excelente espumante)
domingo, 12 de setembro de 2010
Tomado: Brut Maximo Boschi Tradizionale
Tomado: Picada 15 Malbec 2007
Foi uma 1/2 garrafa, para acompanhar o almoço, um raviole à romanesca.
Um vinho bom, mas naquele estilo padrão de bomba de fruta x madeira exagerada. Gostoso, abaunilhado, mas simples e padronizado.
Acompanhou bem a massa, não fez feio, muito pelo contrário, mas esperava algo mais peculiar por ser da Patagônia.
sábado, 11 de setembro de 2010
Tomado: Collio Tocai Friulano 1999, Schiopetto
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Direto de Mendoza: O. Fournier (maravilha da arquitetura...e que paisagem!)
Veja a vista do local e o prédio do restaurante:
Na sequência fomos conhecer o interior da vinícola. Começamos pelo subterrâneo, onde ficam as barricas. Notem aí o detalhe do projeto arquitetônico, o teto do galpão subterrâneo - localizado na altura do solo - tem quatro aberturas envidraçadas que, com a luz do sol formam uma cruz. Tudo em homenagem ao Cruzeiro do Sul, que dá nome ao B e ao Alfa Crux:
Pegamos um elevador gradeado, tipo aqueles de construção, e fomos até o pavilhão superior do prédio, onde há um terraço e alguns corredores suspensos de vidro, que abrigam os escritórios administrativos e os laboratórios de análise/qualidade. O projeto é realmente estupendo, só vendo as fotos:
E o mais bacana é que dos escritórios pode-se ver a paisagem, o restaurante, a chegada das uvas, as entradas dos tonéis e cubas, tudo muito bem prejetado para que os administradores não percam nada de vista....Incrível. Vale muito a visita apesar da distância de Mendoza.
Em tempo, no Brasil os vinhos da O. Fournier são importados pela Vinci, inclusive o 'O.Fournier', blend top de linha da bodega, que não degustamos mas trouxemos umas garrafinhas...
Direto de Mendoza: Arnaldo B. Etchart 1996
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Direto de Mendoza: Bressia Vinos de Autor (a melhor descoberta da viagem)
Fomos recebidos pela simpática Marita Bressia, filha do proprietário e diretora administrativa, que nos mostrou o catálogo da bodega e nos contou um pouco da história da vinícola, dando ênfase à extrema seleção das uvas, todas sempre dos mesmos vinhedos (compram sempre de 6 produtores, de vinhedos específicos), que proporcionam vinhos de grande concentração. A seleção é tão grande que a produção fica bem reduzida, o Conjuro - top de linha - é limitado a 2.500 garrafas (a maior produção é do malbec que descrevo a seguir, com 13.000 garrafas por safra)
De cara já pedimos para embrulhar uma garrafa do 'Conjuro' para cada, assim como do 'Profundo', que é o segundo vinho deste produtor (ainda não provamos).
Como cortesia a Marita nos trouxe uma garrafa do seu vinhos mais 'simples', o Monteagrelo Malbec 2008. Ficamos admirados, este vinho - que lá custa 55 reais a garrafa - já é extremamente concentrado, mas tudo com muito equilíbrio e bom gosto, sem excesso de madeira ou doçura. Uma verdadeira delícia.
O vinho estava tão bom que não degustamos, acabamos com a garrafa. Mas antes houve tempo para encontrarmos o dono da bodega, Walter Bressia, que fez questão de pegar uma taça e brindar conosco. Muito simpático, ainda nos permitiu tirar a foto abaixo. Grande descoberta, vinhos realmente com personalidade e muita qualidade. Recomendo muitíssimo. No Brasil quem importa é a La Charbonnade, uma empresa de Canela-RS.
Zé Olinto, Walter Bressia, Rodrigo e Carlos
Direto de Mendoza: Zuccardi Zeta 2005
Como nosso avião atrasou, meus queridos pais, que partiram do RJ, chegaram antes a Mendoza e fizeram a grande estréia. E o primeiro vinho da viagem foi nada mais que o Zuccardi Zeta 2005. Minha mãe enviou a foto e os comentários: