segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Tomado: Vinha Barrosa 2005, Luis Pato
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Tomaram: Primitivo di Salento 2008, Luigi Scritti
Colaboração do nobre colega Cassiano, que ficou mais de mês devendo esse post, de tanto que ele falou do vinho e do belo restaurante do Jamie Oliver, em Londres.
Eis os comentários do amigo enófilo:
"Caro Rodrigo,
Como prometido, ainda que com um pouco de atraso, seguem minhas impressões sobre o vinho que tomei em Londres, em 07/10/2010, no restaurante italiano do Jamie Oliver - Jamie's Italian - que fica no bairro de Covent Garden (11 Upper St. Martin´s Lane), na capital inglesa.
Trata-se de um Primitivo di Salento, da Cantine Luigi Scritti, 2008.
Acompanhou muito bem as massas - um bom ravioli de mozzarela de búfala com molho de tomate e um excelente talharine de trufas negras e brancas para se comer de joelhos - e o excelente cordeiro com baby rúcula e batatas fritas.
Custou £$16,75. Algo em torno de R$ 50,00. Excelente custo benefício. Aliás, o jantar todo foi £$ 69,00, equivalente a R$ 207,00. Muito melhor e bem mais barato que muito restaurante em São Paulo.
Abraços."
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Tomado: Domaines Ott Blanc de Blancs, Clos Mireille, 2005
Tomado: Côtes du Rhône 2006, Guigal
Esse eu tomei!Foi um dos vinhos que tomamos neste final de ano no Rio de Janeiro.
Já tomamos muitos vinhos deste produtor, que para mim é realmente um dos melhores do Rhône, e gostamos sempre muito. São grandes expressões da Syrah e Grenache, além das outras uvas que são utilizadas minoritariamente nesta região francesa.
O Hermitage e o Chateauneuf du Pape são explendidos.
Este, por sua vez, é o vinho mais simples do produtor, o básico e genérico Côtes du Rhône.
Disse tudo isso apenas para afirmar que para mim foi o melhor Côtes du Rhônes que tomei, com muita intensidade de fruta, saboroso, com taninos presentes e com final aveludado, muito redondo. Já tomei muito Côtes du Rhône ralo ou com final amargo. Este é muito superior à média.
Recomendo muito.
Vendido na Expand por uns 67 reais. Meu velho comprou do consultor André Gall (gall@bergut.com), por 65,50.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Champanhe deve ser servido em taça inclinada
Os especialistas, dirigidos pelo enologista, o químico Gérard Liger-Belair, da Universidade de Reims Champagne-Ardenne, confirmaram cientificamente pela primeira vez a importância de servir o champanha bem frio - a temperatura ideal é 4 graus.
Os cientistas, que publicaram seus trabalhos na mais recente edição do Journal of American Agricultural and Food Chemistry, da Sociedade Americana de Química, determinaram que as borbulhas são a essência do champanhe, do vinho espumante e da cerveja.
Estudos anteriores haviam demonstrado que as borbulhas que se formam no momento em que são liberadas grandes quantidades de dióxido de carbono (CO2) dissolvido permitem transferir o gosto às papilas gustativas.
Há tempos, os estudiosos suspeitavam que a maneira de servir o champanhe na taça tinha influência importante sobre seu nível de CO2, e na qualidade. Isto quer dizer que, quanto mais se conserva o CO2 - ou as borbulhas no espumante -, maior é o gosto percebido.
Mas nenhum estudo havia confirmado a hipótese. Para fazê-lo, os autores calcularam as perdas de CO2 a partir de dois métodos diferentes de servir a bebida.
O primeiro consistiu em servir champanha numa taça apoiada de forma reta e o segundo, numa inclinada.
Quando a taça está inclinada o champanha cai mais lentamente, o que permite conservar duas vezes mais as borbulhas de CO2.
Além disso, confirmaram que a bebida bem fria contribui para reduzir as perdas de CO2.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Tomado: Champagne Moët & Chandon Nectar Impérial
Tomado: Bressia Monteagrelo Cabernet Sauvignon 2007
Era o que faltava. Já tinha provado o varietal Malbec, o Syrah e o Chardonnay.
E este cabernet se mostrou com uma personalidade bem diferente da dos irmãos...Coloração rubi, aromas de frutas em compota, algo de melado no aroma e no sabor. Na boca ainda sente-se um toque de pimenta e de frutas secas, além de algo animal - não sei definir isso.
Tem bons taninos, mas já macios. O vinho não é tão leve, isso se vê pelo marcante final de boca adstringente, mas quando damos o gole ele até parece mais fraquinho. Um vinho mais elegante que o Malbec e o Syrah, que são mais concentrados e com muito sabor de fruta.
No entanto, confesso que para o meu gosto pessoal - desculpem o pleonasmo - foi o Bressia que menos me agradou. Preferi o Malbec e o Syrah, talvez em razão do sabor mais melado, de uva mais passada dlo Cabernet. Acho que me acostumei com a riqueza de fruta dos outros varietais.
De qualquer forma, mais um bom vinho da Bressia.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Tomado: Bressia Monteagrelo Syrah 2007
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Tomado: Brunello di Montalcino 2004, Castello Banfi
Obrigado pela noite Vô, fiquei feliz de te ver tão bem assim !Quanto ao vinho, achei um Brunello um pouco desequilibrado. Um bom vinho, nem poderia ser diferente, mas com um pouco a mais de sensação alcoólica no final de boca do que deveria. Compartilho da opinião do Carlão em um post anterior sobre esta mesma safra: clique AQUI.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Tomado: Equus 2008 Cabernet Sauvignon - Vinã Haras de Pirque
Sexta passada, com os amigos Pedroso e Serafim.
O Pedroso se encarregou dos comentários:
"Segue minha contribuição (já q trouxe duas taças pra casa.... rsrsrs).
Vinho chileno de boa qualidade. Aroma forte de frutas vermelhas. O sabor, além de amoras, ameixas e madeira, traz também um toque suave de pimenta. Foi um dos que acompanhou um belo jantar no Chef Rouge (Eu, Lucy, Peixe, Taci e Serafim), que antecedeu um belo vinho branco em casa (Albarinho 2009 - Medalha de Ouro em 2010 no Concours Mondial em Bruxelas -, trazido direto de Madrid) e uma garrafa de Moët Chandon Rosé Impérial (dispensa comentários). Pedida do Serafa (seria um desperdício não postar a última garrafa da noite... Rsrs).
Pode ser encontrado na 'Casa da França' por volta de R$ 50,00. Honesto.
Abs
Pedrott"


