sábado, 20 de agosto de 2011

Tomado: Luca Malbec 2008

Esse eu tomei!
Belo malbec, frutado, boa madeira e grande corpo. Redondo e perfeito para carnes. Belo vinho da vinícola da filha do Catena, a Laura. Luca é o nome do filho dela.
Recomendo. Ótimo vinho.
Tomado no Estacion Sur, excelente restaurante argentino na Joaquim Eugênio de Lima. Na companhia dos velhos pais.....

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tomado: Gentil "Hugel" 2009



Esse eu tomei!
Comprei este vinho no sábado, na WorldWine, acho que foi perto de 60 reais.
Uma boa compra. Um branco da Alsácia, mistura das uvas locais, um blend. Deve ter Gewurz, Riesling e não lembro mais qual.
Tem aromas florais e cítricos, bom corpo, ótima acidez, passou por cima de um salmão assado com cebola e alcaparras...a gordura ficou pequena. Belo papel.
Recomendo, razoavelmente barato e honesto.



Mas eu sou suspeito, adoro os vinhos da Alsace!

domingo, 14 de agosto de 2011

Tomado: Côtes d'Avanos, Narince e Chardonnay, 2009, Kavaklidere

Mais um vinho que tomei na Turquia, um branco agradável, bem frutado e , prá variar, pouco ácido, o que prejudicava um pouco sua persistência e frescor.
Bonzinho.

Tomados: Bourgogne Clos Saint Philibert Hautes Cotes de Nuit 2004 e Porto Ramos Pinto 10 anos

Coisa fina, branco da borgonha muito untuoso, amanteigado, frutado, final leve, delicado e saboroso, muito macio. Meo Camuzet e de primeira mesmo, recomendo... Estava há uns três anos na adega. Valeu a espera.
E o portinho é show, macio e complexo como um dez anos deve ser, acastanhado, marrom já clareado, enche a boca....acompanhou pudim de leite esplêndido, o melhor que eu já comi ... E diversos tipos de castanhas, macadamias, avelas, etc, envolvidas com chocolate...kopenhagen...perfeito.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Tomados: Vinhos Turcos

Depois de mais de um mês sem postar nada, em parte porque estava em férias, animei-me de comentar uma agradável experiência que tive. Uma grata surpresa, eu diria.

Estive em Istambul e adorei os vinhos turcos. É claro que não são vinhos extremamente complexos, fenomenais. Mas são muito decentes e alguns me surprenderam mesmo, coisa fina.

Achei que o grande defeito dos vinhos turcos, tanto brancos como tintos, é a falta de acidez. A maioria é bem redondo mesmo, sem nenhum ataque à boca. Quando a comida é bem temperada e forte faz falta.

Afora isso, os brancos são leves e refrescantes, inclusive os chardonnays. Os tintos costumam ter um corpo médio, frutados e com muitas especiarias.

Tomei brancos bons com uvas que não conhecia, como a Narince e a Sultaniye, especialmente do produtor Sarafin, dos melhores da região do norte, européia, no Mármara.

Outro produtor famoso, de que tomei diversos vinhos, é o Kavaklidere. Da região asiática de Ankara. Nos tintos percebi predominância de Syrah, Cabernet e Merlot.

Em suma, foi uma experiência agradável, mais uma prova de que não se pode ter preconceito com nenhum país produtor!


Bom cabernet, apesar de não muito potente.



esse eu não tomei, mas a garrafa é linda


bom branco com a Narince e Chardonnay




melhor tinto que tomei em Istambul, bem envelhecido, marrom, gostoso mesmo



um syrah de bom corpo, gastronõmico

terça-feira, 28 de junho de 2011

Tomaram: Santa Venere Gaglioppo Ciro

Esse tomaram!
Fazia tempo que eu não postava nada, não por ter deixado de tomar vinho, mas por pura preguiça...No entanto, hoje me animei, graças ao amigo João Francisco.
E esse o João tomou, gostou e comentou, com grande inspiração...Tomara que agora eu me empolgue novamente para as postagens, chega de preguiça!
Comentários do João, que como sempre, esqueceu de me falar a safra do vinho. Pouco importa, o que vale é a poesia e a homenagem:

"Será que consigo? Vamos lá.
Vinho é uma paixão tão intensa que sentimos pela alma.
Aliás os vinhos tem alma. Cada qual tem suas características e estas muitas vezes tão intensas e complexas que quando bebemos o mesmo vinho pela segunda vez nos confrontamos, percebendo algo diferente, sentindo uma nova emoção.
Retomar está difícil, mas saborosa brincadeira de ousar a falar umas bobagens sobre vinhos e uma proposta interessante de meu sempre amigo Rodrigo Campos.
Sei que devo falar de vinho, mas não há como ser dito, sem divagar sobre a própria vida, os momentos que esta deliciosa bebida permeiam nossa existência. Aprendi a ter paixão por vinhos com meu pai e estes nos levam a boas conversas, geralmente com quem amamos, falando sobre boas coisas da vida, como viagens, comidas e lógico a possibilidade de com isto passear descompromissado mundo a fora, fazendo o que afinal gostamos e principalmente beber bons vinhos.
Assim, depois de toda estas dilações chegamos a Itália. Impossível, se pensar vinho sem pensar a Itália.
Acho até uma certa ousadia tentar dizer algo mais profundo, pois me parece que se apenas bebêssemos vinho da Itália uma vida toda, nao seriamos capaz de entender nem uma parte da vastidão de aromas e sabores possíveis.
Bem, tomamos este bom vinho, neste último domingo, em homenagem ao meu pai, com uma bela pasta no Buttina.
Um excelente custo benefício, considerando ainda que estamos falando de uma carta em restaurante.
Aliás, sem desviarmos o assunto específico que é o vinho bebido, devemos render homenagem a carta de vinhos do Buttina, em especial aos vinhos Italianos.
O Ciro, um vinho Calabres de personalidade, com uma cor honesta, sem aquelas aberrações artificiais, talvez possamos dizer que se aproxima das produções orgânicas, apesar de não conhecer o produtor mais a fundo. Recomendo com certeza, ainda mais acompanhado do rigatone de calabresa servido com honestidade, por quem conhece comida efetivamente.
Devo aqui aproveitar e confessar minha absoluta falta de paciência com esta "frescurada cult" sobre vinhos e ainda as frescuras dos restaurantes que apesar disto nem sempre servem comida de verdade. E por fim, meu pai nao era calabres, mas sim oriundo de uma pequena cidade ao lado de Luca, mas vinho Italiano e vinho Italiano.
Abraco.
Joao Francisco de Moraes Filho"



E para que não se diga que eu não falei das flores, essas acompanharam o vinho com o casal João e Adriana:

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Tomado: Tarapacá Gran Reserva Carmenere 2009

Esse eu tomei !

Neste domingão, com um belo pernil.

Esse exemplar foi trazido do Chile, onde custou cerca de 50 reais, acredito que em SP esse Gran Reserva estaria perto de 100.

Não sou grande fã do produtor, talvez por preconceito em razão de termos por aqui muitos rótulos da linha mais básica, que é um pouco desequilibrada, forte, alcoólica, especialmente o cabernet.

Mas esse Gran Reserva fez bom papel, devo reconhecer.

Um vinho com coloração bem rubi. Aromas de frutas vermelhas, um toque defumado e outro herbáceo. Na boca foi muito macio, com frutas e madeira em harmonia. Boa concentração e complexidade, no final parece até leve de tão fácil de beber.

Muito agradável, especialmente depois de 30 minutos de decanter.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Tomado: J. Alberto 2007 Malbec, Bodega Noemia - Patagonia

Esse eu tomei e vi que já tinha tomado em julho de 2010 (vide post).

Um excelente vinho da Patagônia, um Malbec bem concentrado e complexo, ótimo vinho mesmo. Esse eu comprei na promoção feita pela Vinci, colocando em uma mesma caixa as safras 2007, 2008 e 2009.

O aque eu tomei ano passado era bem o 2007.

O vinho ainda está ótimo, desta vez tomei após 1:30 de decanter e o vinho estava ainda mais macio, frutado e sedoso. Aliás, acho que não precisava de tanto tempo, uns 30 ou 40 minutos já bastavam, pois o final de boca ficou até suave demais.

Boa pedida. recomendo, especialmente para quem gosta de um bom malbec.

Agora falta experimentar as demais safras para comparar.

PS: Detalhe para o meu novo decanter, presente de aniversário da taci....velho sonho de consumo

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Tomado: Roda Reserva 2004

Esse eu tomei!

Ontem, jantando com o amigo Leo do Amaral, após uma degustação excelente na Decanter (Joaquim Floriano, SP).

Na degustação, chamada pela Decanter de Taste and Buy, provamos vários vinhos bons, um alvarinho show de bola, um alemão branco pinot gris excelente, um amarone muito bom e dois espanhóis incríveis, um do Priorat e outro de Ribera del Duero.

Vou mencionar o nome apenas do Arzuaga, de Ribera del Duero, porque era um Crianza muito acima da média, com aromas de tabaco e muita maciez. Excelente. Preço: 140,00 (mas vale)

E foi por isso que quando saímos da degustação para jantarmos, acabamos pedindo um vinho espanhol.

E acertamos; como é bom um bom Tempranillo, desculpe o pleonasmo...


O vinho: Este Roda vem de Rioja e tem 81% de Tempranillo. Um vinho com toque de pimenta e especiarias, muito macio e persistente, coisa fina. Foi um show com o T-Bone que comi e com a Fraldinha do Leo !!


Recomendo muito !

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Tomado: Laurus Syrah 2007, Gabriel Meffre

Esse eu tomei!

Ontem, com um 'nhoque' à bolonhesa, bacon e alho...do Vecchia Roma, restaurante com boas massas e muito bom preço no Brooklyn, SP.

Um vinho muito interessante. Na cor, aroma e sabor é muito denso, frutas negras, toque de madeira defumada e especiarias.

Melhora muito se decantado, depois de pelo menos meia hora. Fica mais macio.

Vinho de mesa mesmo, para acompanhar a comida foi excelente. Deve ir muito bem com carnes. Se for para um aperitivo recomendo algo mais tranquilo, menos tânico.

Gostei muito desse Syrah e agora vi no site da SmartBuyWines que o preço dele é muito bom, não lembrava.

Sai por R$ 59,00 e é muito superior a vinhos desse preço. Recomendo.

Aliás, desde que me associei à SBW só recebi coisa boa e nada muito caro. Esse foi um bom exemplo. Confiram no link: AQUI.

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